sábado, 28 de fevereiro de 2026

COLUNAS DO TEMPLO - REAA

Em 20/10/2025 o Respeitável Irmão Felipe Águia, Loja Prudente de Moraes II, 2231, REAA, GOB-SP, Oriente de Piracicaba, Estado de São Paulo, apresenta a seguinte questão:

 

COLUNAS DO TEMPLO

 

Me desculpa o incomodo. Em um bate papo com nosso Sapientíssimo Eduval Morales Fogaça, surgiram duas dúvidas. Vamos a elas. Ao ler e reler nosso novo ritual de Aprendiz, na página 21 fala sobre as colunas vestibulares no átrio sendo elas no estilo Babilônico. A primeira dúvida é a seguinte, na nossa loja as colunas são no estilo dórica, temos que fazer algum tipo de alteração para ficar enquadrada com o nosso Ritual? Não conheço esse estilo, se acaso puder orientar/encaminhar alguma foto/imagem das colunas eu agradeço.

Outra dúvida, na página 15, na mesa do Venerável Mestre, deverá ter um esquadro com ramos desiguais, logo na página 17, o esquadro é com ramos iguais. Afinal é assim mesmo? O qual temos que seguir

 

CONSIDERAÇÕES

 

As Colunas solsticiais do pórtico do Templo, conhecidas como Colunas Vestibulares, porque ficam no átrio junto a porta, são babilônicas, visto que quando da construção do primeiro Templo de Jerusalém, ainda não existiam as ordens gregas de arquitetura, Jônica, Dórica e Coríntia. Naqueles tempos primitivos, o aspecto construtivo das colunas babilônicas era de caráter mais encorpado e desproporcional, e muitas vezes com aparência fálica.

           Quanto à mudança nos templos para atender às características construtivas de aparência babilônica das Colunas Vestibulares, não existe urgência na atenção desse requisito, reservando-se essa providência mais para os templos novos que vem sendo construídos a partir de 2024, ou àqueles que passarem por alguma reforma significativa.

O que deve ser atendido sim, o mais breve possível, são os templos do REAA que ainda possuem essas Colunas interiorizadas. Nesse caso, elas devem ser recolocadas pelo lado de fora, junto à porta, no átrio, como previsto no ritual vigente - B à esquerda de quem entra, e J à esquerda.

Relativamente ao Esq, existem duas situações diferenciadas sobre esse objeto no ritual. Na verdade, são dois EEsq distintos. Há um Esq com cabo e ramos desiguais, o qual pertence ao Ven Mestre (sua joia distintiva), e outro com ramos iguais, sem graduação (sem cabo), o qual é o Esq emblemático que vai colocado unido ao Comp sobre o Livro da Lei.

O Esq que está relacionado ao Ven Mestre, com cabo, é simbolicamente o Esq operativo que era manuseado pelo titular do canteiro de obras nos tempos da Maçonaria de Ofício, enquanto que o outro, o de ramos iguais e sem graduação, é de conotação esotérica e encerra grandes verdades ao Iniciado, portanto não é operativo e tem sido um símbolo modelar, fazendo parte das TTr GGr LLuzEEbl da Maçonaria.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

http://pedro-juk.blogspot.com.br

jukirm@hotmail.com

 

 

FEV/2026

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