quarta-feira, 15 de julho de 2026

ORDEM DE ABORDAGEM - CIRCULAÇÃO DAS BOLSAS

Em 04/05/2026 o Respeitável Irmão Eduardo Squef, Loja Lealdade, 229, Leste do Paraguai, REAA, Grande Loja Simbólica do Centenário do Paraguai, Oriente de Encarnación-Itapua, República do Paraguai, solicita esclarecimentos para o que segue:

 

ORDEM DE ABORDAGEM

 

Minha pergunta é sobre a ordem do trajeto do saco de caridade feito com cerimônias. Minha Loja pratica a REAA na República do Paraguai. Você me ajudaria muito indicando a ordem ritualística da rota (V M, 1º Vig, 2º Vig, Orad, Secr, etc., nessa ordem). De agora em diante, muito obrigado e envio um Abraço Fraternal Triplo!

 

CONSIDERAÇÕES P/REAA

 

A bolsa de Solidariedade (Tronco de Beneficência), assim como a de Propostas e Informações, em qualquer situação segue a seguinte ordem de abordagem: Ven Mestre, 1º e 2º VVig; Orador, Secretário e Cobridor Interno; após esses seis primeiros cargos, faz-se a coleta dos demais que ocupam o Or, começando pelas Autoridades, depois os Mestres Instalados e finalmente os que ocupam cargos no Oriente.

             Concluída a abordagem e coleta no Or, o titular faz a coleta de todos os Mestres Maçons que ocupam a Coluna do Sul e em seguida dos que ocupam a Coluna do Norte; terminada a coleta dos Mestres, o titular procede com a coleta dos Companheiros (ao Sul) e dos Aprendizes (ao Norte). Ao finalizar o trajeto, próprio titular, auxiliado pelo Cobr Int, deposita o seu óbolo ou proposta na bolsa. Finalmente se coloca novamente entre CCol
enquanto aguarda ordens do Ven Mestre.

Durante a coleta dos Mestres Maçons no Oc (Colunas do Sul e do Norte), os ocupantes de cargos não possuem prioridade no momento da abordagem, sendo os mesmos indistintamente abordados junto com os demais MM MM.

Finalizando, não importando a Autoridade que estiver presente, no REAA os titulares dos cargos de Ven Mestre, VVig, Orad, Secr e Cobr Int são sempre os primeiros a serem abordados na coleta. As Luzes da Loja são sempre as três primeiras porque são os detentores dos malhetes.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK 

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jukirm@hotmail.com

 

 

JUL/2026

ONDE FICA O TOPO DAS COLUNAS DO NORTE E DO SUL?

Em 03.05.2026 o Respeitável Irmão Lincoln Renault Costa, Loja União Mutuense 17 de Maio, 1064, REAA, GOB MINAS, Oriente de Mutum, Estado de Minas Gerais, apresenta a dúvida seguinte:

 

TOPO DA COLUNA

 

Por essa consulto-lhe sobre onde é o verdadeiro lugar de um Aprendiz em Loja.

Onde tenho conhecimento é no topo da Coluna do norte "mais próximo ao primeiro Vigilante".

Porém, não quero citar quem, mas dois IIr que exercem cargos expressivos na diretoria, dissertaram sobre um Aprendiz que tem tempo hábil de se elevar, e, em qual rebati que em nossas leis temos tempo mínimo, mas não máximo, e que o tempo Maçônico não é o mesmo que o profano.

Fui questionado e ainda nas falas desses IIr, disseram que os Aprendizes só ficam no topo da Coluna do norte por um mínimo período, a cada trabalho apresentado, eles têm que migrar sentido a mesa do tesoureiro.

Peço-vos que me oriente sobre esse procedimento, pois o que encontrei no ritual foi que o lugar do Aprendiz é no Topo da Coluna do Norte.

Entendimento esse que sei havendo mais de um Aprendiz, esses ocuparão as cadeiras sentido 1º Aprendiz ao Tesoureiro indistintamente.

Como nos foi ministrado, deixou a entender que existe Aprendiz e meio e ou meio Companheiro.

Portanto conto com a dissertativa do competente Ir, para Sanar essa dúvida.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Inicialmente, vale ressaltar que o "topo" da Coluna do Norte é toda a parede Norte situada entre a balaustrada e o canto com a parede ocidental (noroeste).

Da mesma forma, também é o "topo" da Coluna do Sul toda a parede Sul compreendida entre a balaustrada e o canto com a parede ocidental (sudoeste).

Topo significa o lugar mais alto, mais distante. Assim, em se tratando de um templo maçônico, é o lugar mais distante do equador (eixo). Alguém que no centro do Ocidente estiver em pé e parado sobre o eixo, de frente para o Norte, verá à sua frente toda a parede setentrional, a qual é chamada no REAA de o topo da Col do Norte. Nessa parede é que estão distribuídas, de modo equidistante, as seis primeiras Colunas Zodiacais.

Em relação ao topo do Sul, alguém no centro do Ocidente, parado sobre o eixo e olhando para o Sul, verá toda à sua frente toda a parede meridional, a qual é chamada no REAA de o topo da Coluna do Sul. Nessa parede é que se encontram, equidistantes umas das outras, as outras seis Colunas Zodiacais.

Nesse sentido, todo o espaço à esquerda de quem ingressa no templo, entre eixo e a parede Norte, e entre a balaustrada (nordeste) e a parede ocidental (sudoeste), é chamado de Coluna do Norte. Da mesma forma, para todo o espaço à direita de quem ingressa, entre eixo e a parede Sul, e entre a balaustrada (sudeste) e a parede ocidental (sudoeste), é chamado de Coluna do Sul.

                  A título de esclarecimento, corresponde a base de cada uma dessas Colunas (do Norte e do Sul) o eixo do templo (equador), enquanto que os seus respectivos topos (alturas) são as paredes Norte e Sul.

Referente ao significado das CCol Zodiacais, em primeira instância elas marcam, agrupadas de três em três, as quatro estações do ano. Correspondem às seis primeiras CCol a primavera e o verão e as outras seis o outono e o inverno

Sob a óptica iniciática, sabe-se que no REAA os Aprendizes se sentam junto ao topo da Col do Norte, mais distante do equador e os Companheiros no topo da Col do Sul, ao meio-dia. Nesse contexto a jornada iniciática do Aprendiz é marcada pelos dois primeiros ciclos naturais, entre a primavera na constelação de Áries e o verão na de Virgem. Esotericamente, isso significa a fase inicial do crescimento e aprimoramento do Iniciado, purificado pelos elementos.

Graças a isso e que no REAA o Aprendiz, apenas no dia da sua Iniciação, é colocado próximo da Col Zod de Áries (vide ritual), constelação que assinala o início da primavera no Hemisfério Norte (21 de março). Assim, simbolicamente o Aprendiz segue gradativamente sua senda iniciática pelo topo da Col do Norte até alcançar o verão, próximo à balaustrada, oportunidade em que estará às portas da juventude, pronto para sair do Norte, cruzar o eixo e ingressar no Sul, onde será elevado ao grau de Companheiro Maçom.

Reitera-se: nessa alegoria iniciática, o Aprendiz, simulando o ponto de partida da sua jornada, no dia da sua Iniciação é obrigatoriamente colocado próximo ao 1º Vigilante, em Áries (primavera). A partir daí entende-se que ele irá paulatinamente percorrer todo o seu caminho pelo topo do Norte.

Como a questão é simbólica, é obrigatório que o Aprendiz, apenas no dia da sua Iniciação, sente-se junto a Áries. Já nas sessões seguintes ele pode ocupar qualquer lugar, desde que permaneça junto à parede Norte do templo.

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JUL/2026

segunda-feira, 13 de julho de 2026

MOMENTO EM QUE INGRESSA O PAVILHÃO NACIONAL

Em 13.07.2026 o Eminente Irmão Wilson Aguiar Filho, Secretário Geral Adjunto de Orientação Ritualística para o Rito Moderno, GOB, Oriente de Brasília, Distrito Federal, pede informações para o que segue:

 

PAVILHÃO NACIONAL

 

Solicita orientação sobre o momento em que há o ingresso formal do Pavilhão Nacional, conforme o Decreto 1476/2016, nas sessões magnas realizadas pelas Lojas do Grande Oriente
do Brasil:

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Conforme o previsto no Decreto 1476/2016 de 17/05/2016, nas sessões magnas a Bandeira Nacional ingressará no Templo com formalidades.

Assim:

  1. O ingresso formal da Bandeira, consagrado pelas Lojas, dar-se-á imediatamente após terem ingressado as Autoridade e Portadores de Título de Recompensa com direito ao Protocolo de Recepção (Artigos 219 e 220 do RGF).
  2. Como no GOB a mais alta Autoridade presente em uma sessão é a Bandeira Nacional, ela será, entre as Autoridades, a última a ingressar na sessão e a primeira a se retirar.
  3. Quando se tratar de sessões ordinárias, sem formalidades a Bandeira do Brasil já deverá estar hasteada dentro do Templo.

3.1.        Nas sessões ordinárias, o Mestre de Cerimônias, ou outro Ir pré determinado pelo Rito, deve providenciar, sem formalidades, a sua colocação no lugar definido pelo ritual, antes do ingresso dos IIr para a abertura dos trabalhos;

3.2.       É imprescindível que o ingresso formal da Bandeira do Brasil nas sessões magnas (Decreto 1476/2016) ocorra somente depois da abertura ritualística dos trabalhos (em Loja aberta). Se o ritual não determinar o momento específico para o ingresso formal da Bandeira, a mesma ingressará junto com as Autoridades e Portadores de Título de Recompensa com direito ao Protocolo de Recepção previsto no RGF. Nesse caso, a Bandeira é a última a entrar.

  1. Nas sessões magnas a Bandeira do Brasil deve ser retirada formalmente antes do encerramento dos trabalhos (Decreto 1476/2016). Quanto à sua retirada, a mesma deve ocorrer antes do encerramento no momento em que se retirarem as Autoridades – em retirada a Bandeira é a primeira a sair.
  2. A liturgia completa, por Rito, do ingresso e retirada do Pavilhão Nacional encontra-se no Decreto 1476/2016.
  3. É imprescindível que essas orientações sejam seguidas e cumpridas pelas Lojas da Federação

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

Secretário Geral de Orientação Ritualística

GOB – Poder Central – Ato 41.743/2023

jukirm@hotmail.com

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JUL/2026

 

domingo, 12 de julho de 2026

VISITANTE - COMPORTAMENTO

Em 02.05.2026 o Eminente Irmão Mamede Abrão Netto, Grão Mestre Estadual do GOB-RR, Oriente de Boa Vista, Estado de Roraima, solicita esclarecimentos para o Rito Brasileiro no seguinte:

 

VISITANTE

 

Gostaria de sanar duas dúvidas se possível?

A primeira consiste no fato de que um Irmão que pertence a um Rito que, após as saudações, desfaz o Sinal, como o Schröder, se ele estiver visitando uma Loja diversa, como so REAA, ele segue o Rito dele e desfaz o Sinal após as saudações ou tem que aguardar a autorização do Ven Mestre?

A segunda: o Terrível ou Sacrificador usa avental?

 

CONSIDERAÇÕES

 

Um Irmão de um determinado rito visitando uma coirmã de outro rito, deve se adequar aos costumes da Loja visitada, isto é, não deve ferir a dinâmica da liturgia em andamento que a Loja anfitriã esteja executando. Trocando em miúdos, isso quer dizer que não é permitido inserir práticas ritualísticas de outro(s) rito(s) no ritual que estiver sendo executado.

                No caso de visita a uma Loja que pratica o REAA, o Ir visitante pede a palavra e, sendo autorizado a falar, se posta conforme o que estiver previsto nos trabalhos que estão sendo executados, isto é, fica à Ord e assim permanece até o final da sua fala, quando então deve desfazer o sinal e voltar a se sentar.

Por ocasião do uso da palavra, a Secretaria Geral de Orientação Ritualística tem recomendado aos Veneráveis Mestres que eles sejam bastante criteriosos no quesito dispensa do sinal, não o dispensando corriqueiramente, senão em casos que de fato sejam merecedores essa atitude.

Por tudo, a ritualística deve ser mantida conforme o previsto no ritual. É bom que se diga que nada consta no sentido de se desfazer automaticamente o sinal enquanto se for usar a palavra. No REAA, estando a Loja aberta, quem estiver falando de pé e parado, obrigatoriamente deve falar à Ord.

É oportuno também lembrar que no REAA apenas quem estiver usando da palavra é que se coloca à Ord. No caso de um Ir visitante de outro Rito que estiver fazendo uso da palavra, eventuais IIr que o acompanham na visita devem permanecer sentados. Visitantes em grupo ficarem em pé enquanto um deles usa da palavra não é permitido nas Lojas que praticam o REAA. Esta não é uma prática de outro rito.

No que diz respeito aos IIr Terrível e Sacrificador, não há joia e nem avental específico para esses cargos já que essa função é geralmente exercida, em passagens ritualísticas pontuais, pelos IIr 1º e 2º Expertos. Assim, os IIr EExp, com seus aventais e joias previstos, atuam temporariamente nessas funções.

NOTA - IIr visitantes de outros ritos devem se apresentar trajados portando as alfaias do seu rito de origem. Não há necessidade de um Ir visitante vestir-se de acordo com o rito da Loja que ele estiver visitando. O que se recomenda é o cuidado com o uso do balandrau, em se observando se o rito praticado pela Loja visitada o admite. O que o Irvisitante não pode é interferir na dinâmica executiva do ritual que está sendo praticado pela Loja anfitriã, sem inserir práticas de modo a alterar o previsto no ritual que está sendo executado naquele momento.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JUL/2026

sexta-feira, 10 de julho de 2026

OCUPAÇÃO DE CARGOS IV (CARGOS ELETIVOS)

Em 02/05/2026 o Respeitável Irmão Lúcio Costa Caldas, Loja Joaquim Rodrigues D’Abreu, 1921, GOB-RJ, Oriente de Niterói, Estado do Rio de Janeiro, apresenta as questões seguintes:

 

OCUPAÇÃO DE CARGOS

 

Gostaria de tirar duas dúvidas. O Deputado Estadual pode ocupar cargo em Loja (mais precisamente ORADOR)?

O Deputado Estadual sendo M I pode substituir o V M em uma Sessão Magna?

 

CONSIDERAÇÕES

 

             Como essas não são questões de liturgia e ritualística maçônica, mas de administração, dentro da legislação eleitoral maçônica, deixo aqui apenas a minha opinião. Por se tratar de opinião, não a tome como orientação oficial.

Assim, no caso de um Deputado Estadual ocupando o cargo de Orador, penso que não seja apropriado, já que ambos os cargos, conforme a legislação, são eletivos. Por conta disso, me parece que existem óbices, levando-se em conta de que ninguém é eleito para ocupar dois cargos - vide a legislação onde são tratadas as inelegibilidades.

Na hipótese de um Deputado sendo Venerável Mestre, penso que seja o mesmo caso tratado logo acima.

OBS - As considerações acima se tratam de substituições ou preenchimentos precários de cargos, no entanto, mesmo assim, a meu ver são cargos elegíveis, portando não podem ser ocupados por Irmãos que já exercem eletivos.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JUL/2026

 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

ASSUNTOS PARA A PAUTA DA ORDEM DO DIA

Em 02.05.2026 o Respeitável Irmão Maurício Américo Alves, Loja Monumento do Ipiranga, 3771, REAA, GOB-SP, Oriente de São Paulo, Capital, apresenta a seguinte pergunta:

 

ORDEM DO DIA

 

Tenha uma dúvida: além do que consta como permitido (filiações/regularizações etc.) ao meu juízo, só teremos assuntos que necessitem de votações, porém, alguns IIr acham que assuntos que não necessitam de votações, também podem ser falados na Ordem do Dia... E aí fica minha dúvida. Poderia por favor nos ajudar?

 

CONSIDERAÇÕES

 

              O que não estiver no ritual não pode ser praticado. Logo, conforme o ritual, nas sessões ordinárias a Ordem do Dia é organizada com antecedência pelo Venerável Mestre, com assuntos dependentes de discussão e votação.

É possível também entrarem na pauta assuntos que demandem de urgência e votação, eventualmente colhidos de última hora na Bolsa de Propostas e Informações.

Admite-se também na Ordem do Dia, quando essas houverem, a realização das cerimônias de Filiação, Regularização, Admissão de Membros Honorários e Posse de Oficiais e Comissões nomeadas.

Fora o acima exposto, não há o porquê de se “achar” que podem ser incluídos outros assuntos na pauta, o que não pode não.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JUL/2026

VOTAÇÃO NOMINAL EM LOJA DE COMPANHEIRO

Em 01/05/2026 o Respeitável Irmão Silvestre Pereira das Neves, Loja Dever e Humanidade, 860, REAA, GOB-PE, Oriente de Caruaru, Estado de Pernambuco, apresenta a seguinte pergunta:

 

VOTAÇÃO EM GRAU 02

 

Dúvida: em reunião em Loja de Companheiro surgiu assunto necessário de votação, está em ata, posteriormente irmãos questionaram que teria que ter sido em loja de aprendiz, para se ter havido a votação, isso procede? Pode o mesmo assunto ser votado duas vezes? isso anularia a votação já constando em ata?

 

CONSIDERAÇÕES

 

                Em que pese este não ser propriamente um assunto de liturgia e ritualística, darei a minha opinião. Em face a isso, rogo para que a mesma não seja considerada como laudatória.

Assim, entendo que se o assunto posto em votação nominal não for de interesse dos Aprendizes (de fato e de direito), nada impede que seja votado em Loja de Companheiro, até porque o período pertinente à Ordem do Dia é encontrado nos rituais de Aprendiz, Companheiro e Mestre.

Também sou da opinião que não existem duas votações para um mesmo assunto, mormente aquele que já passou por votação.

Dado a isso, penso que seja possível haver votação em Lojas de 1º, 2º e 3º Grau, lembrando que individualmente cada assunto que irá para votação nominal carece antes de parecer do Orador (Guarda da Lei).

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JUL/2026