quarta-feira, 19 de agosto de 2026

INSTALAÇÃO E POSSE - DIRETORIA DA LOJA

Em 29/05/2026 o Respeitável Irmão Maurício Américo Alves, Loja Monumentos ao Ipiranga, 3771, REAA, GOB-SP, Oriente de São Paulo, Capital, pede esclarecimentos.

 

INSTALAÇÃO E POSSE

 

Poderia por favor me ajudar em uma dúvida: É possível ou permitido ser Presidente da Comissão Instaladora ou VVig da Comissão e tomar posse no mesmo dia como membro eleito (Orador/Vig) da administração? Outra coisa, é permitido somente fazer a instalação e em outra sessão dar posse para a administração eleita?

 

CONSIDERAÇÕES

 

              No que diz respeito à primeira questão, eu acredito que não, até porque eu nunca vi membro da Comissão de Instalação atuando e sendo empossado ao mesmo tempo. No caso, entendo que há uma Comissão de Instalação/Reassunção e Posse específica designada pelo Grande Oriente para proceder a Instalação ou Reassunção. Assim, salvo melhor juízo, quem vai ser empossado como Vig não deve fazer parte da Comissão designada pelo Grande Oriente. Esta é a minha opinião.

Sobre a segunda questão, conforme o ritual de Instalação e Posse vigente em 2026, a Diretoria, composta pelos IIr eleitos para o cargo de Venerável Mestre, Vigilantes, Orador, Secretário, Tesoureiro e Chanceler, tomam posse na mesma sessão em que houver a Instalação/Reassunção. Já, os cargos nomeados e as comissões tomam posse na Ordem do Dia da sessão seguinte, imediatamente após àquela em que o respectivo Venerável Mestre foi empossado, ou tenha reassumido.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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AGO/2026

QUESTIONÁRIO - EXAME

Em 27/05/2026 o Poderoso Irmão Flávio Augusto Batistela, Loja Solidariedade e Firmeza, 3052, REAA, Secretário Geral Ajunto de Comunicação, GOB-SP, Oriente de Dracena, Estado de São Paulo, faz a seguinte solicitação:

 

QUESTIONÁRIO/TELHAMENTO

 

Estou montando um instrucional para meus Aprendizes e gostaria de mais detalhes sobre as frases do diálogo no telhamento. De onde vem ou por quais motivos temos esse diálogo (De onde vindes meu irmão...). Isso faz parte de algum diálogo da época operativa da maçonaria?

 

CONSIDERAÇÕES

 

Esse é um tema de abordagem ampla na história da Maçonaria, não sendo tão simples assim a ele se reportar.

De modo abrangente, para definir origens de frases utilizadas nos exames (catecismos) feitos aos Maçons desconhecidos é necessária uma busca minuciosa pelas regiões setentrionais da Europa, onde floresceu a Franco-maçonaria. Observar seus costumes, religião, cultura, etc., é algo imperioso.

Muitos manuscritos primitivos, a exemplo do Ms. Dumfries, nº 4, datado de aproximadamente 1710, do Ms. Trinity College de Dublin, datado de 1711, já traziam indagações sobre de “onde vinha” o maçom visitante. Vale ressaltar que no período operativo da Maçonaria, os maçons construtores viajavam, a serviço do clero, de uma para outra guilda enquanto edificavam catedrais, igrejas e abadias, principalmente.

Em linhas gerais, a busca para se reconhecer um verdadeiro maçom sempre esteve ligada ao segredo do ofício, Nesse período, os artífices da pedra calcárea, protegidos pela Igreja/Estado, eram livres para se locomover e podiam viajar pelos rincões da Europa medieval em busca de trabalho, ou mesmo de aprimoramento profissional para conseguir a “carta de ofício”.

O contrato de trabalho e a carta ofício eram enormemente protegidos e tratados como segredo profissional. Essa é a razão pela qual ainda hoje se diz que na Maçonaria os verdadeiros segredos estão nos ss, ttoq e ppal.

Nessa condição, os pedreiros, para serem reconhecidos como profissionais autênticos, se utilizavam de ssin, ttoq, ppal e se sujeitavam às sabatinas hauridas dos catecismos.

             Na realidade, esse era um método mais prático de se reconhecer um Irmão verdadeiro, ao invés de se exigir dele horas de trabalho burilando um bloco de pedra para comprovar a sua habilidade.

Naturalmente, essa é uma abordagem superficial sobre esse tema, sobretudo se levando em conta que pelo Norte da Europa medieval muitas das Guildas de pedreiros também enriqueciam o processo de verificação criando, às vezes, mais elementos de reconhecimento para aumentar segurança.

Este é um detalhe muito importante para o estudo, mormente porque na conjuntura da história da Moderna Maçonaria nem todos os elementos litúrgicos e ritualísticos são universalmente iguais.

Dito isto, o “Questionário de Reconhecimento” que conhecemos, mencionado na sua pergunta, por exemplo, não é um procedimento universal, ou seja, igual em todos os países, lojas e ritos. Isso torna o assunto bem mais complexo.

Primeiro, porque essa é uma das formas especulativas da Maçonaria francesa (latina) de examinar a regularidade de um maçom. Esse tipo francês de telhamento, que se refere às Lojas de São João, surgiu graças à reforma proferida pelo Grande Oriente da França para combater a verdadeira balbúrdia em que a Ordem maçônica havia se metido na França, nos idos séculos XVIII e parte do XIX. O desentendimento foi tão grande ao ponto de a Maçonaria ter ficado fechada pela polícia por cinco anos (vide a história da Maçonaria Francesa).

Essa grave situação se dava no momento em que na França, desmedidamente, eram criadas Lojas e Graus com paramentos vistosos comercializados por um alto preço. Essa foi a época em que a Maçonaria era dirigida por “prepostos” do Grão-Mestre, fazendo com que cada qual fizesse a sua Maçonaria. Eram desmedidamente criados altos graus e muitos Veneráveis criavam suas Lojas que eram por eles dirigidas ad aeternum – “Veneráveis vitalícios”.

Para pôr fim a essas irregularidades, o Grande Oriente da França estabeleceu uma enérgica reforma, separando o que era regular do que era irregular. À vista disso é que em 1777, em Paris, era criada a Palavra Semestral como penhor de regularidade. Provavelmente é dessa época que também se estabeleceu um telhamento caracterizado por perguntas e respostas objetivando reforçar a segurança contra o ingresso nas Lojas de maçons irregulares.

Não resta dúvida que essa foi uma fase tempestuosa da Maçonaria na França no período pós Revolução Francesa. Pelos ânimos exaltados, inerentes da situação política e social, não raras vezes ocorriam escaramuças entre os maçons franceses. Tudo isso veio reforçar a grande depuração feita no seio das Lojas francesas pelo Grande Oriente da França.

Sob essa óptica, em uma análise mais crítica, o questionário das “Lojas de São João”, mais comuns à Maçonaria Francesa, não tem uma relação direta com atividades do período operativo da Ordem, senão às necessidades hauridas de uma época em que existiram graves conflitos dentro da Maçonaria na França.

A título de ilustração, o termo “Lojas de São João” era no nome dado às Lojas simbólicas na França até o século XVIII. A expressão “simbolismo” somente apareceria em 1804, oportunidade em que era preparado em Paris, dentro do Grande Oriente da França, o 1º Ritual para o Franco-maçônico básico do REAA.

Ao finalizar, vale a pena ressaltar que antes de tudo, na França, as Lojas de Aprendiz, Companheiro e Mestre eram conhecidas apenas como “Lojas de São João”. Nos Estados Unidos eram, como ainda é hoje, as “Blue Lodges” e na Inglaterra, o CRAFT. Pós 1804 a palavra “simbolismo” se consagra na Maçonaria de vertente latina.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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AGO/2026

 

terça-feira, 18 de agosto de 2026

LANDMARKS - SEGUIDOS PELO GOB

Em 26.05.2026 o Respeitável Irmão Orestes Lemos da Silva, Loja Vale do Peruipe, REAA, GOB BAIANO, Oriente de Nova Viçosa, Estado da Bahia, apresenta a seguinte questão:

 

LANDMARKS

 

Estou pesquisando e não encontro os LANDMARKS seguidos pelo GOB.

Seria possível me passar?

 

COMENTÁRIOS

 

Já faz muitos anos (desde 1991) que o GOB não adota mais nenhuma classificação específica, até porque, por si só, a Constituição do Grande Oriente do Brasil já se encontra conforme verdadeiros e imemoriais Landmarks da Ordem, sem uma classificação específica.

                À vista disso, o GOB deixou de seguir exclusivamente a classificação de Albert G. Mackey, especialmente porque a classificação da maioria desses Landmarks não são verdadeiros “limites” da Ordem, mas regras por ele criadas.

Nesse contexto, regras não podem ser confundidas, pura e simplesmente, com Landmarks, já que em última análise, regras possuem autoria, enquanto que os “limites ou os marcos” da Ordem são imemoriais, espontâneos e universalmente aceitos.

Assim, em uma análise mais acurada, a classificação dos Landmarks de Mackey, na sua maioria não são “espontâneos” - pois possuem um autor; não são “imemoriais” - pois têm data de nascimento; também não são “universalmente aceitos” - mormente porque existem outras classificações, mais puras que se enquadram nessas características.

Dessa forma, há classificações muito mais íntegras e sem o excesso de regras como as criadas por Mackey. Sob essa óptica, é possível citar as compilações atribuídas a Albert Pike, a Gottfried Joseph Gabriel Findel, a Robert Freke Gould e de Roscoe Pound.

À vista de tudo disso, o GOB, ao longo do tempo, construiu e aprimorou sua Constituição depurando-a com base em autênticos Landmarks universais, desprezando as regras simplesmente criadas conforme a visão social, política, religiosa e cultural de algum autor.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK – SGOR/GOB

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AGO/2026

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

INTRODUÇÃO DE VISITANTES - INTERROGATÓRIO

Em 25/05/2026 o Respeitável Irmão Ricardo Schier, Loja Luz e Fraternidade Rio-Negruinhense, 3643, REAA, GOB-SC, Oriente de Rio Negrinho, Estado de Santa Catarina, pede comentários para o seguinte:

 

INTRODUÇÃO DE VISITANTES

 

Antes de tudo, gostaria de parabenizá-lo pelo excelente trabalho realizado em seu blog, que tem sido uma importante fonte de estudo, esclarecimento e orientação para muitos Irmãos que buscam compreender com mais profundidade a ritualística maçônica, especialmente no Rito Escocês Antigo e Aceito.

Tomo a liberdade de encaminhar esta mensagem para solicitar um esclarecimento ritualístico referente ao telhamento no Grau de Companheiro Maçom.

Em conversas com alguns Irmãos de nossa Loja, percebemos uma diferença entre a redação de um manual anterior e a redação do manual vigente. No manual anterior, constava a expressão “Venerável Mestre de nossa Loja”. Por conta disso, há alguns anos, recebemos orientação de outros Irmãos para que, nas partes seguintes do telhamento em que aparecia a expressão “minha” ou “minhas”, fosse utilizada a forma “nossa” ou “nossas”, a fim de diferenciar o telhamento do Grau de Companheiro daquele utilizado no Grau de Aprendiz.

Contudo, ao consultarmos o manual vigente, observamos que a redação atual utiliza a forma “minha Loja”, mantendo também a construção em primeira pessoa do singular nas demais expressões correspondentes.

Diante disso, gostaria de pedir, se possível, a gentileza de seu esclarecimento sobre os seguintes pontos:

A forma correta, atualmente, é seguir exatamente a redação do manual vigente, utilizando “minha Loja” e as demais expressões em primeira pessoa do singular?

A redação anterior, com “nossa Loja”, foi corrigida por se tratar de erro ou inadequação ritualística?

Existiu, em algum momento, orientação oficial para que o telhamento do Grau de Companheiro utilizasse “nossa” e “nossas” nesses trechos, ou essa prática pode ter sido apenas uma interpretação local, sem respaldo normativo?

Minha intenção é apenas compreender corretamente a orientação ritualística vigente, evitando qualquer inovação indevida e buscando que nossa Loja trabalhe em conformidade com o que determina o ritual.

Desde já agradeço imensamente por sua atenção e pelos ensinamentos que o Irmão compartilha com tanta dedicação.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Nunca houve orientação "oficial" para o uso dos pronomes possessivos "nossa", "minha", etc. De modo prático, tudo está no contexto iniciático do questionário e qualquer uma das formas utilizadas é altamente compreensível, pois trata-se apenas uma pergunta do Venerável se, figuradamente, o visitante, além de trazer amizade, paz e prosperidade, traz algo mais. Então o visitante responde dizendo que o Venerável da sua Loja (da Loja do visitante) o saúda por (...).

             A bem da verdade, não existe o porquê desse excesso de preciosismo, se na conjuntura do questionário, tudo é perfeitamente compreensível.

Além disso, vale ressaltar que os rituais de 2009 já se encontram revogados, isto é, não podem mais ser usados nos trabalhos, senão os vigentes de 2024, que são iguais na pergunta e na resposta à questão. Assim, é só seguir o que está no ritual.

Se no passado houve alguma expressão diferenciada para esse caso, é coisa do passado.

Os rituais vigentes apenas primam pelo que é possível se manter padronizado. No mais, a forma utilizada atualmente, ou a que fora usada no passado, não deixam dúvidas sobre o sentido das perguntas e das respostas trocadas entre os interlocutores - sem complicação, tudo acaba se referindo à mesma coisa.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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AGO/2026

PRIMEIRO TRABALHO - COMPANHEIRO MAÇOM

Em 23/06/2026 o Respeitável Irmão Luciano Barros de Andrade, Loja Luz e Razão, 3930, REAA, GOB-RS, Oriente de Santo Ângelo, Estado do Rio Grande do Sul, faz a pergunta seguinte:

 

PRIMEIRO TRABALHO

 

Por gentileza, gostaria de tirar uma dúvida referente à Sessão de Elevação. Na página 104 do Ritual do Companheiro Maçom consta que o Companheiro recebe do Mestre de Cerimônia o Maço para trabalhar na Pedra Cúbica. Em seguida, o recém-elevado bate por três e duas vezes seguidas sobre a Pedra Cúbica.

Pergunto: O recém-elevado utiliza somente o Maço? Não deveria utilizar o Cinzel também?

 

 

CONSIDERAÇÕES

 

Nessa ocasião, o Comp Maçom utiliza apenas o Maço.

Isso se justifica porque o primeiro trabalho do Comp Maç é na Pedra Cúbica, elemento já burilado e preparado para a elevação das paredes.

         À vista disso, o Comp, detentor de mais conhecimento (aprimoramento), simbolicamente tem a capacidade de assentar a Pedra Cúbica no erguimento das paredes. Para uma perfeita justaposição dos elementos já esquadrejados, o Companheiro golpeia com prudência cada uma das pedras com o fito de ajustá-las durante o assentamento com argamassa.

Essa ação revela que o Companheiro, mais aprimorado pela instrução judiciosa
recebida no ofício, bate na pedra com prudência sem causar nenhum dano na sua estrutura, isto é, pelo seu autocontrole ele bate cuidadosamente sem esfacela a pedra.

Assim, nesse contexto o Comp Maçom, ao elevar a parede, ajusta a pedra no assentamento com argamassa golpeando-a com uma força controlada. É a razão pela qual ele, como operário do 2º Grau, nesse mister não utiliza mais do cinzel.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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AGO/2026

COBRIDOR INTERNO ANUNCIANDO

Em 22/05/2026 o Respeitável Irmão Édson dos Santos, Loja Regeneração Sul Bahiana, 994, REAA, GOB, Oriente de Ilhéus, Estado da Bahia, pede esclarecimentos para o seguinte:

 

COBRIDOR ANUNCIANDO

 

Procurei no ritual e não encontrei como responder a um Irmão. Quando o Cobridor anuncia ao 2⁰ vigilante a solicitação de um irmão chegando atrasado, qual a maneira correta de avisar:

"Irmão 2⁰ Vig, regular e maçônicamente batem à porta do templo, ou simplesmente a expressão: "Ir 2⁰ Vig maçonicamente batem à porta do templo", ou ambas expressões são corretas?

 

CONSIDERAÇÕES

 

Não se trata apenas do que é correto, mas do que é correto, prático e objetivo, dispensando-se firulas linguísticas.

              Assim se a Loja já estiver aberta, o Cobr Int comunica ao 2º Vig da seguinte forma:

"Ir 2º Vig, batem maçônicamente à porta do Templo".

Nesse caso, devido estar a Loja definitivamente aberta, o Cobr Int informa ao 2º Vig, o qual, por sua vez informa ao 1º Vig que, por sua vez comunica ao Ven Mestre.

Se a Loja ainda não estiver definitivamente aberta, isto é, ainda em processo de abertura, o Cobr Int, sem interferir na dialética de abertura, comunica ao 1º Vig:

"Ir 1º Vig, batem maçônicamente à porta do Templo".

Nesse caso, como a Loja ainda não está definitivamente aberta, o Cobr Int faz a comunicação ao 1º Vig que, por sua vez, informa ao Ven Mestre.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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AGO/2026

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

EXPOSIÇÃO DO PAINEL NA INSTRUÇÃO

Em 21/05/2026 o Respeitável Irmão Lucas Pontes, Loja Fraternidade Paraibana, 840, REAA, GOB-PI, Oriente de Parnaíba, Estado do Piauí, pede esclarecimentos.

 

EXPOSIÇÃO DO PAINEL

 

Na terceira instrução do grau de Aprendiz, novo ritual, orienta que a instrução seja feita mediante exposição do painel. Como é feita essa exposição? Virar o painel em direção ao Aprendiz? Ou Aprendiz fica entre colunas? O Mestre de Cerimônias vai apontando a simbologia durante à leitura?

De já agradeço sua atenção.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Inicialmente, eu gostaria de agradecer o convite que me foi feito. Aproveito a oportunidade para saudar a Loja pelo seu aniversário de 120 anos que se avizinha. Já estive no Piauí por duas vezes, uma na capital Teresina e outra no interior, na cidade de Picos. Naquelas oportunidades estive ministrando palestras sobre o REAA. São gratas as recordações.

No tocante à sua questão, não existe propriamente um protocolo para a apresentação do Painel em instrução.

A forma de se aplicar a 3ª Instrução de Aprendiz tendo o Painel como referência, ministrada pelo 2º Vigilante e pelo Venerável Mestre, fica a critério da Loja. Ela é que decide para onde deslocar o Painel no momento da instrução, podendo, inclusive, mantê-lo no seu lugar com o cada Ir observando a figura que consta na página 11 do ritual de Aprendiz.

               Para a 3ª Instrução, no caso de deslocamento do Painel, o mais comum seria colocá-lo bem próximo da porta, no extremo do Ocidente voltado para o centro, de tal maneira que todos, especialmente os Aprendizes, possam visualizá-lo durante os ensinamentos.

No momento da instrução com o Painel deslocado, quem deve ficar próximo a ele é o 2º Vig, o qual deixa momentaneamente o seu lugar.  Concluída essa instrução, o 2º Vig retorna imediatamente para o seu lugar e o Painel é recolocado no centro.

O 2º Vig, por ter deixado o seu lugar para se colocar próximo ao Painel, não precisa que outro Irmão o substitua. Não existem óbices sobre o lugar do Vig ficar vago por alguns instantes. Até porque ele não estará se retirando dos trabalhos.

Finalmente, em se optando pelo deslocamento do Painel, cabe ao Mestre de Cerimônias providenciar a sua mudança, e a sua recolocação.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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AGO/2026