domingo, 19 de julho de 2026

DECRETO 1476/2016 - BANDEIRA NACIONAL

Em 07/05/2026 o Respeitável Irmão Cesar Augusto Carvalho Salim Junior, Loja Lauro Sodré IV, 1612, REAA, GOB-RJ, Oriente de Itaocara, Estado do Rio de Janeiro, formula a seguinte pergunta:

 

DECRETO 1476/2016

 

Recorro a vossa sabedoria, para sanar uma dúvida referente ao decreto 1.476 que dispõe sobre o cerimonial para a Bandeira Nacional. O Art. 6°, "por ocasião da saudação à Bandeira observa-se os seguintes procedimentos: "(ali ele explica todo procedimento). No item V, letra "a", no caso do REAA, "seguram a espada pelo punho, mão firme, braço estendido em diagonal, para direita do corpo, ângulo de 45° ponta da espada voltada para o solo e após o término da saudação todos voltam à posição de à Ordem". O Art.º 8°, fala de quando é entoado a primeira e última estrofe do Hino à Bandeira. Fica minha dúvida... A guarda de honra (mencionada no Art. 6° item II), volta quando a ombro arma? Após a leitura da saudação "Bandeira do Brasil./ que acabas de assistir..." ou volta a ombro arma após entoar o Hino à Bandeira? Desde já, agradeço a atenção poderoso irmão. TFA.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Durante a saudação ao Pavilhão Nacional, feita pelo Orador antes do encerramento dos trabalhos, a Guarda de Honra abate espadas. Concluída a mesma, a Guarda volta a posição de espadas em ombro-arma.

Para o canto da 1ª e última estrofes do Hino à Bandeira, a Guarda de Honra se mantém com as espadas em ombro-arma.

 

 

T.F.A.

 

 PEDRO JUK - SGOR/GOB

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jukirm@hotmail.com

 

 

JUL/2026

O CHAPÉU E O VENERÁVEL MESTRE VISITANTE - REAA

Em 07/05/2026 o Respeitável Irmão Gustavo Ribeiro Pereira, Loja Filhos de Hiram IV, 3027, GOB-RS, REAA, Oriente de Marcelino Ramos, Estado do Rio Grande do Sul, pede esclarecimentos.

 

CHAPÉU E O VISITANTE

 

Mais uma vez entro em contato com o irmão para tirar dúvidas. Acerca do paramento do V M em exercício ao visitar outra Oficina, consultando os posts do blog verifiquei que deve ser completo, avental, colar e punhos de VM. A dúvida é em relação ao chapéu após os novos rituais. Independente da sessão a ser visitada, o V M em visita a outra loja usa sempre o chapéu?

 

 

CONSIDERAÇÕES

 

Nesse sentido existem alguns pormenores que precisam ser levados em consideração.

No caso de um Venerável Mestre do REAA visitando uma Loja que pratica outro rito, é recomendável que ele não use o chapéu para não ferir a ritualística da Loja que ele estiver visitando.

               Ainda, se o caso for de visitar a uma Loja do REAA que esteja trabalhando no Grau 01 ou 02, o Venerável visitante também não deve usar chapéu, a despeito de que o ritual vigente é bem claro ao mencionar que em Loja de Aprendiz e Companheiro somente o Venerável Mestre (dirigente dos trabalhos) é quem se cobre. Nesse sentido, o Venerável visitante não deve usar o chapéu.

Entretanto, se os trabalhos estiverem ocorrendo em Loja de Mestre Maçom, onde no REAA todos os Mestres se cobrem, aí é perfeitamente admissível que também o Venerável visitante use cobertura.

É oportuno lembrar que a cobertura no REAA se trata de um chapéu negro desabado (com abas moles), cujo modelo pode ser encontrado no respectivo ritual do 3º Grau/GOB, página 35

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JUL/2026

sábado, 18 de julho de 2026

VENERÁVEL MESTRE PERAMBULANDO PELA LOJA

Em 05.05.2026 o Respeitável Irmão Rodrigo Cesar Abu Bakr, Loja 21 de Março, REAA, GOB-SP, Oriente de Várzea Paulista, Estado de São Paulo, faz a seguinte pergunta:

 

VENERÁVEL MESTRE

 

Minha dúvida é a do nosso Venerável Mestre. Durante a sessão de iniciação, na leitura que o Venerável tem de fazer, ele poderá executar circulando em Loja ou deve se postar da cadeira dele no Oriente? Talvez pergunta se prende ao fato de o Venerável querer dar mais dinamismo e integração com os irmãos presentes.

Agradeço mais uma vez pela atenção!

 

CONSIDERAÇÕES

 

               Está mais do que na hora de pararmos com essas invencionices. Ora, no andamento da cerimônia de Iniciação, o único momento previsto em que o Venerável Mestre sai do seu lugar é quando ele procede a sagração (consagração) do candidato.

Fora essa oportunidade, todas as suas falas ocorrem com ele no seu lugar em Loja, que é o trono, sob o dossel, e não "perambulando" pela Loja.

O Venerável Mestre não pode fazer isso, sob pena de estar desrespeitando o que menciona o ritual em vigência.

É bom que se diga que o ritual vigente deve ser seguido como está elaborado e ponto final. Lembra-se que a magnitude da cerimônia, por si só, já é dinâmica e carrega costumes e tradições, portanto não há necessidade de o Venerável Mestre inventar procedimentos para acrescentar dinamismo e integração.

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JUL/2026

quinta-feira, 16 de julho de 2026

QUESTIONÁRIO - AUMENTO DE SALÁRIO

Em 05/05/2026 o Respeitável Irmão Antônio Luiz de Souza, Loja Alferes Tiradentes, 1680, REAA, GOB-ES, Oriente de Vila Velha, Estado do Espírito Santo, pede esclarecimento para o que segue:

 

QUESTIONÁRIO

 

Levantou-se a dúvida sobre o artigo 35 § 1º do RGF:

“Será exigido, no mínimo, que o Aprendiz elabore um trabalho escrito, a ser devidamente analisado pela Comissão de Admissão e Graus. A Loja fará também um questionário sobre os conhecimentos adquiridos pelo Aprendiz e permitirá que se façam arguições orais. Concluído o exame, o Aprendiz cobrirá o Templo e a Loja passará ao Grau de Companheiro. O Venerável Mestre abrirá a discussão sobre o exame prestado. Em seguida colocará em votação o pedido de colação ao Grau de Companheiro o qual será decidido pela manifestação da maioria dos Irmãos do Quadro presentes à sessão”.

Foram realizadas perguntas do ritual ao irmão Aprendiz (1,2 e 3) instruções. Um Mestre Instalado se insurgiu, disse que teria que fazer as perguntas do questionário que a Loja criou. Esse questionário que fala o RGF, a Loja deve montar um questionário? Ou as perguntas devem ser realizadas dentro do ritual? Grato pela atenção, meu irmão.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Para dar cumprimento à legislação, é solicitado que a Loja crie um "questionário" destinado a sabatinar o candidato à Elevação.

             O artigo menciona um "questionário", mas não indica de onde as perguntas devem ser tiradas, ou como elaboradas. Obviamente, que o mais racional é uma preparação baseada nas instruções de Aprendiz que constam no ritual, não obstante isso não ser uma regra. A Loja, com o Vigilante instrutor, devem elaborar o questionário da forma que melhor lhe aprouver.

Muitas Lojas criam, através da sua Comissão de Admissão e Graus, instrumentos para instrução, dos quais questionários para essas ocasiões.

De tudo isso, o critério de elaborar de um questionário para aumento de salário é exclusivamente da Loja, desde que ele a matéria se destine à verificação da qualidade de conhecimento daquele que pleiteia um aumento de salário.

 

NOTA – O questionário para aumento de salário deve atender as Instruções previstas no Ritual, podendo, no entanto, a juízo da Oficina, ser mesclado com outras questões apropriadas para o conhecimento de um candidato pertencente a uma Loja do GOB.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JUL/2026

quarta-feira, 15 de julho de 2026

ORDEM DE ABORDAGEM - CIRCULAÇÃO DAS BOLSAS

Em 04/05/2026 o Respeitável Irmão Eduardo Squef, Loja Lealdade, 229, Leste do Paraguai, REAA, Grande Loja Simbólica do Centenário do Paraguai, Oriente de Encarnación-Itapua, República do Paraguai, solicita esclarecimentos para o que segue:

 

ORDEM DE ABORDAGEM

 

Minha pergunta é sobre a ordem do trajeto do saco de caridade feito com cerimônias. Minha Loja pratica a REAA na República do Paraguai. Você me ajudaria muito indicando a ordem ritualística da rota (V M, 1º Vig, 2º Vig, Orad, Secr, etc., nessa ordem). De agora em diante, muito obrigado e envio um Abraço Fraternal Triplo!

 

CONSIDERAÇÕES P/REAA

 

A bolsa de Solidariedade (Tronco de Beneficência), assim como a de Propostas e Informações, em qualquer situação segue a seguinte ordem de abordagem: Ven Mestre, 1º e 2º VVig; Orador, Secretário e Cobridor Interno; após esses seis primeiros cargos, faz-se a coleta dos demais que ocupam o Or, começando pelas Autoridades, depois os Mestres Instalados e finalmente os que ocupam cargos no Oriente.

             Concluída a abordagem e coleta no Or, o titular faz a coleta de todos os Mestres Maçons que ocupam a Coluna do Sul e em seguida dos que ocupam a Coluna do Norte; terminada a coleta dos Mestres, o titular procede com a coleta dos Companheiros (ao Sul) e dos Aprendizes (ao Norte). Ao finalizar o trajeto, próprio titular, auxiliado pelo Cobr Int, deposita o seu óbolo ou proposta na bolsa. Finalmente se coloca novamente entre CCol
enquanto aguarda ordens do Ven Mestre.

Durante a coleta dos Mestres Maçons no Oc (Colunas do Sul e do Norte), os ocupantes de cargos não possuem prioridade no momento da abordagem, sendo os mesmos indistintamente abordados junto com os demais MM MM.

Finalizando, não importando a Autoridade que estiver presente, no REAA os titulares dos cargos de Ven Mestre, VVig, Orad, Secr e Cobr Int são sempre os primeiros a serem abordados na coleta. As Luzes da Loja são sempre as três primeiras porque são os detentores dos malhetes.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK 

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JUL/2026

ONDE FICA O TOPO DAS COLUNAS DO NORTE E DO SUL?

Em 03.05.2026 o Respeitável Irmão Lincoln Renault Costa, Loja União Mutuense 17 de Maio, 1064, REAA, GOB MINAS, Oriente de Mutum, Estado de Minas Gerais, apresenta a dúvida seguinte:

 

TOPO DA COLUNA

 

Por essa consulto-lhe sobre onde é o verdadeiro lugar de um Aprendiz em Loja.

Onde tenho conhecimento é no topo da Coluna do norte "mais próximo ao primeiro Vigilante".

Porém, não quero citar quem, mas dois IIr que exercem cargos expressivos na diretoria, dissertaram sobre um Aprendiz que tem tempo hábil de se elevar, e, em qual rebati que em nossas leis temos tempo mínimo, mas não máximo, e que o tempo Maçônico não é o mesmo que o profano.

Fui questionado e ainda nas falas desses IIr, disseram que os Aprendizes só ficam no topo da Coluna do norte por um mínimo período, a cada trabalho apresentado, eles têm que migrar sentido a mesa do tesoureiro.

Peço-vos que me oriente sobre esse procedimento, pois o que encontrei no ritual foi que o lugar do Aprendiz é no Topo da Coluna do Norte.

Entendimento esse que sei havendo mais de um Aprendiz, esses ocuparão as cadeiras sentido 1º Aprendiz ao Tesoureiro indistintamente.

Como nos foi ministrado, deixou a entender que existe Aprendiz e meio e ou meio Companheiro.

Portanto conto com a dissertativa do competente Ir, para Sanar essa dúvida.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Inicialmente, vale ressaltar que o "topo" da Coluna do Norte é toda a parede Norte situada entre a balaustrada e o canto com a parede ocidental (noroeste).

Da mesma forma, também é o "topo" da Coluna do Sul toda a parede Sul compreendida entre a balaustrada e o canto com a parede ocidental (sudoeste).

Topo significa o lugar mais alto, mais distante. Assim, em se tratando de um templo maçônico, é o lugar mais distante do equador (eixo). Alguém que no centro do Ocidente estiver em pé e parado sobre o eixo, de frente para o Norte, verá à sua frente toda a parede setentrional, a qual é chamada no REAA de o topo da Col do Norte. Nessa parede é que estão distribuídas, de modo equidistante, as seis primeiras Colunas Zodiacais.

Em relação ao topo do Sul, alguém no centro do Ocidente, parado sobre o eixo e olhando para o Sul, verá toda à sua frente toda a parede meridional, a qual é chamada no REAA de o topo da Coluna do Sul. Nessa parede é que se encontram, equidistantes umas das outras, as outras seis Colunas Zodiacais.

Nesse sentido, todo o espaço à esquerda de quem ingressa no templo, entre eixo e a parede Norte, e entre a balaustrada (nordeste) e a parede ocidental (sudoeste), é chamado de Coluna do Norte. Da mesma forma, para todo o espaço à direita de quem ingressa, entre eixo e a parede Sul, e entre a balaustrada (sudeste) e a parede ocidental (sudoeste), é chamado de Coluna do Sul.

                  A título de esclarecimento, corresponde a base de cada uma dessas Colunas (do Norte e do Sul) o eixo do templo (equador), enquanto que os seus respectivos topos (alturas) são as paredes Norte e Sul.

Referente ao significado das CCol Zodiacais, em primeira instância elas marcam, agrupadas de três em três, as quatro estações do ano. Correspondem às seis primeiras CCol a primavera e o verão e as outras seis o outono e o inverno

Sob a óptica iniciática, sabe-se que no REAA os Aprendizes se sentam junto ao topo da Col do Norte, mais distante do equador e os Companheiros no topo da Col do Sul, ao meio-dia. Nesse contexto a jornada iniciática do Aprendiz é marcada pelos dois primeiros ciclos naturais, entre a primavera na constelação de Áries e o verão na de Virgem. Esotericamente, isso significa a fase inicial do crescimento e aprimoramento do Iniciado, purificado pelos elementos.

Graças a isso e que no REAA o Aprendiz, apenas no dia da sua Iniciação, é colocado próximo da Col Zod de Áries (vide ritual), constelação que assinala o início da primavera no Hemisfério Norte (21 de março). Assim, simbolicamente o Aprendiz segue gradativamente sua senda iniciática pelo topo da Col do Norte até alcançar o verão, próximo à balaustrada, oportunidade em que estará às portas da juventude, pronto para sair do Norte, cruzar o eixo e ingressar no Sul, onde será elevado ao grau de Companheiro Maçom.

Reitera-se: nessa alegoria iniciática, o Aprendiz, simulando o ponto de partida da sua jornada, no dia da sua Iniciação é obrigatoriamente colocado próximo ao 1º Vigilante, em Áries (primavera). A partir daí entende-se que ele irá paulatinamente percorrer todo o seu caminho pelo topo do Norte.

Como a questão é simbólica, é obrigatório que o Aprendiz, apenas no dia da sua Iniciação, sente-se junto a Áries. Já nas sessões seguintes ele pode ocupar qualquer lugar, desde que permaneça junto à parede Norte do templo.

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JUL/2026

segunda-feira, 13 de julho de 2026

MOMENTO EM QUE INGRESSA O PAVILHÃO NACIONAL

Em 13.07.2026 o Eminente Irmão Wilson Aguiar Filho, Secretário Geral Adjunto de Orientação Ritualística para o Rito Moderno, GOB, Oriente de Brasília, Distrito Federal, pede informações para o que segue:

 

PAVILHÃO NACIONAL

 

Solicita orientação sobre o momento em que há o ingresso formal do Pavilhão Nacional, conforme o Decreto 1476/2016, nas sessões magnas realizadas pelas Lojas do Grande Oriente
do Brasil:

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Conforme o previsto no Decreto 1476/2016 de 17/05/2016, nas sessões magnas a Bandeira Nacional ingressará no Templo com formalidades.

Assim:

  1. O ingresso formal da Bandeira, consagrado pelas Lojas, dar-se-á imediatamente após terem ingressado as Autoridade e Portadores de Título de Recompensa com direito ao Protocolo de Recepção (Artigos 219 e 220 do RGF).
  2. Como no GOB a mais alta Autoridade presente em uma sessão é a Bandeira Nacional, ela será, entre as Autoridades, a última a ingressar na sessão e a primeira a se retirar.
  3. Quando se tratar de sessões ordinárias, sem formalidades a Bandeira do Brasil já deverá estar hasteada dentro do Templo.

3.1.        Nas sessões ordinárias, o Mestre de Cerimônias, ou outro Ir pré determinado pelo Rito, deve providenciar, sem formalidades, a sua colocação no lugar definido pelo ritual, antes do ingresso dos IIr para a abertura dos trabalhos;

3.2.       É imprescindível que o ingresso formal da Bandeira do Brasil nas sessões magnas (Decreto 1476/2016) ocorra somente depois da abertura ritualística dos trabalhos (em Loja aberta). Se o ritual não determinar o momento específico para o ingresso formal da Bandeira, a mesma ingressará junto com as Autoridades e Portadores de Título de Recompensa com direito ao Protocolo de Recepção previsto no RGF. Nesse caso, a Bandeira é a última a entrar.

  1. Nas sessões magnas a Bandeira do Brasil deve ser retirada formalmente antes do encerramento dos trabalhos (Decreto 1476/2016). Quanto à sua retirada, a mesma deve ocorrer antes do encerramento no momento em que se retirarem as Autoridades – em retirada a Bandeira é a primeira a sair.
  2. A liturgia completa, por Rito, do ingresso e retirada do Pavilhão Nacional encontra-se no Decreto 1476/2016.
  3. É imprescindível que essas orientações sejam seguidas e cumpridas pelas Lojas da Federação

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

Secretário Geral de Orientação Ritualística

GOB – Poder Central – Ato 41.743/2023

jukirm@hotmail.com

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JUL/2026