domingo, 5 de janeiro de 2020

CORDA COM NÓS - NO PAINEL E NAS PAREDES


Em 17/10/2019 o Respeitável Irmão, Fábio Martins, sem mencionar o nome da Loja e Oriente, REAA, Grande Loja da Bahia (CMSB), Estado da Bahia, apresenta a seguinte questão:

CORDA COM NÓS.


Bom dia querido irmão!!! Em visita a uma oficina do REAA, observei que ao invés da corda de 07 nós como no painel do rito, eles possuem uma corda com 09 nós sob o dossel. Recorro aos seus conhecimentos como uma forma de aprimorar meus conhecimentos. Muito obrigado.

CONSIDERAÇÕES.

Em que pesem as licenciosidades de interpretação, a Corda de Nós que se apresenta no Painel é apenas representativa – geralmente no painel possui sete nós, muito embora com a proliferação de rituais alguns até apresentem nove ao em vez de sete nós.
A bem da verdade a corda que aparece no Painel representa a corda de nós que circunda o templo no alto das paredes. Como no Painel não existe espaço para se representarem os oitenta e um nós, e o Painel representa a Loja, optou-se por ali representá-la com um número menor de nós (geralmente sete). Reitero, embora sugestivo, o número 7 ou o 9 nesse caso é apenas apropriado para representar outro símbolo.
Em se tratando do REAA, a "Corda com 81 Nós" circunda ao alto as paredes do Templo (próximo ao limite com o teto) e se abrindo em duas borlas pendentes a cada um dos lados da porta. Assim o nó central fica posicionado ao centro no alto do Retábulo do Oriente (parede oriental imediatamente atrás do Venerável) tendo, a partir dele, quarenta nós para cada lado.
Como comentado, salvo as representações que ficam no Painel, não existe corda com sete ou nove acima ou abaixo do dossel.
Historicamente a "Corda com Nós" relembra os canteiros de obra medievais cujos quais eram delimitados por uma corda (às vezes corrente de ferro) fixada em pequenos postes que circundavam a quadra de trabalho da construção, possuindo uma abertura que servia de entrada para o espaço.
De modo especulativo, o templo maçônico é um canteiro simbólico de obras que traz, de modo alegórico, muitos elementos ligados às construções medievais, dos quais um é a corda como elemento que contorna, baliza e une.
Quanto ao número de nós, o mesmo é especulativo e foi introduzido conforme influências adquiridas das manifestações do pensamento humano durante a evolução dos rituais, sobretudo a partir do século XVIII – vide o contexto dos símbolos maçônicos e as suas origens.


T.F.A.

PEDRO JUK


JAN/2020

sábado, 4 de janeiro de 2020

PEDIR A PALAVRA NA ORDEM DO DIA


Em 15/10/2019 o Respeitável Irmão Carlos Eduardo Mariano, Loja Fraternidade Iconhense, 3.888, REAA, GOB-ES, Oriente de Iconha, Estado do Espírito Santo, apresenta a dúvida seguinte:

PEDIR A PALAVRA NA ORDEM DO DIA


Queria saber através de Vosso conhecimento, em qual momento o Obreiro pode pedir a palavra na Ordem do Dia ou se o Secretário pode junto com o Venerável Mestre levar assuntos ao momento reservado a tal durante a Sessão? Existe prazo para pedir a palavra na Ordem do Dia? Digo isso por que estamos com dilema em Loja se o assunto é inscrito com antecedência, pedido no dia da Sessão ou durante a circulação do Saco de Proposta e Informações?

CONSIDERAÇÕES.

Conforme prevê o Ritual do REAA em vigência, a Ordem do Dia deve ser previamente organizada pelo Venerável Mestre, dela constando assuntos dependentes de discussão e votação, tais como proposições, requerimentos, etc.
Em assim sendo as matérias apresentadas devem fazer parte de uma agenda organizada com antecedência, salvo, evidentemente, se alguma col grav que fora colhida na circulação da bolsa naquela sessão mereça atenção imediata.
Ordem do Dia organizada previamente certamente trará objetividade aos trabalhos que ficarão isentos de arguições improfícuas e palavreados inúteis.
Assim, como previsto no ritual, o Secretário, atendendo ao comando do Venerável Mestre vai colocando na pauta os assuntos que foram previamente agendados para os devidos debates. Ressalte-se que para cada assunto, debatido antes da votação o Orador, como Guarda da Lei dará as suas conclusões legais (não é a sua opinião como obreiro).
Com isso, o Venerável Mestre, obedecendo à agenda, coloca nas Colunas e Oriente a palavra por assunto apresentado. Por sua vez, os que se manifestarem somente falam sobre a matéria em debate. Concluídos todos assuntos e afins da agenda ele dá por encerrada a Ordem do Dia – não deve nunca perguntar se alguém tem mais algum assunto para aquela ocasião.
Caso algum obreiro tenha trazido algum assunto que mereça apreciação urgente, ele deve então se servir da bolsa de Propostas e Informações para que o Venerável, ao decifrar as ccol ggrav, avalie se aquela col é ou não merecedora de ser pautada na Ordem do Dia da sessão em curso.
Por outro lado, durante a Ordem do Dia, obreiros só pedem a palavra se a mesma for pertinente ao assunto que está sendo debatido. Em resumo, ninguém deve pedir a mesma para apresentar, naquela oportunidade, uma matéria nova. Com isso, reitera-se que o Venerável deve, após terem sido debatidos e votados todos os assuntos constantes da agenda, encerrar imediatamente a Ordem do Dia, nunca colocando de volta a palavra nas Colunas e Oriente para eventuais apresentações de outras matérias, ou mesmo para repetições do que já foi falado, bem como assuntos que não condigam com o período.
É só seguir o ritual que não haverá desvirtuamento do objetivo da Ordem do Dia e, por conseguinte, dos trabalhos como um todo.


T.F.A.

PEDRO JUK


JAN/2020

INGRESSO DO PRÉSTITO. BATERIA NA PORTA


Em 14/10/2019 o Respeitável Irmão Manoel Vasques, Loja Perseverança III, REAA, GOB-SP, Oriente de Sorocaba, Estado de São Paulo, apresenta a seguinte questão:

BATERIA NA ENTRADA DE LOJA.

 
Quais as baterias usadas nas entradas de Loja nos Graus de Companheiro e Mestre? Na minha modesta opinião, devemos usar a de Aprendiz em todas, está correto?

CONSIDERAÇÕES.

No caso de ritos que abrem os trabalhos num determinado grau, geralmente no ingresso dos obreiros para a abertura dos trabalhos (para o início da sessão) a bateria se dará na porta conforme o grau em que serão abertos os trabalhos.
Especificamente no REAA se faz conforme o que consta nos respectivos rituais em vigência nas páginas correspondentes às aberturas ritualísticas, assim como na plataforma do GOB RITUALÍSTICA in Sistema de Orientação Ritualística – http://ritualistica.gob.org.br/
A bateria universal (de Aprendiz) só é utilizada quando, não existindo Cobr Ext, um retardatário se apresentar. Nesse caso, o atrasado ao chegar no Átrio dará na porta do Templo, em qualquer circunstância, a bateria de Apr que é a universal (em tese ele não sabe em que grau a Loja está trabalhando).
Assim, na entrada do préstito, conforme consta nos rituais do REAA, para a Loja que será aberta no grau de Aprendiz, dá-se a bateria do 1º Grau; na do de Companheiro, a do 2º Grau; na do de Mestre a do 3º Grau.
Quando no primeiro parágrafo mencionei "no caso de ritos que abrem os trabalhos num determinado grau", o fiz porque existem ritos (trabalhos do Craft), como o York, por exemplo, que em qualquer situação abrem os trabalhos no Grau de Aprendiz e assim sucessivamente se o caso for o de trabalhar em Loja de Companheiro ou de Mestre (nele não existe transformação de Loja e nem aberturas diretamente no 2º ou 3º Grau). Originalmente no Craft as sessões são sempre abertas a partir do 1º Grau, não existindo préstito de entrada, portanto nem bateria na porta nessa ocasião – todos vão entrando, vestindo suas joias enquanto aguardam dentro da Sala da Loja as ordens do Venerável Mestre para a abertura. Formalidades de entrada, procissões, etc., somente são previstas em determinadas e esporádicas sessões.


T.F.A.

PEDRO JUK


JAN/2020

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

O ÚLTIMO QUE ASSINA O LIVRO DE PRESENÇAS DA LOJA


Em 12/10/2019 o Respeitável Irmão Moacir Primo, Loja Aníbal Freire, 1913, REAA, GOB-ES, Oriente de Serra, Estado do Espírito Santo, apresenta a seguinte questão:

ÚLTIMO A ASSINAR O LIVRO


Estou Venerável de minha Loja, surgiu me uma dúvida referente ao fechamento do livro de presença: Estando presente o Grão-Mestre ou Grã-Mestre Adjunto (Estadual ou Federal), quem é o último a assinar os livros de presenças? O Venerável Mestre ou o Grão Mestre?
No meu entendimento deveria ser o Venerável Mestre, posto que ele dirige os trabalhos e a ele compete dar a legalidade das presenças, mesmo que o Grão-Mestre, como membro de todas as lojas deve assinar apenas o livro de obreiros da loja. 
Este é meu entendimento, poderia orientar me por favor.

CONSIDERAÇÕES.

Obviamente que independente de quem esteja presente na sessão, mesmo sendo o Grão-Mestre, quem assina por último, ou seja, quem fecha a lista de presenças é o Venerável Mestre por ser o dirigente eleito da Loja.
Calcado nas tradições, usos e costumes da Maçonaria, o Venerável Mestre representa o antigo Mestre da Obra do período operativo da Ordem. Ele era o dono do canteiro no tempo em que os maçons eram livres nas Lojas livres.
Assim, não há justificativas para que seja de outra forma na Moderna Maçonaria, destacando que o último a assinar é sempre aquele que estiver empunhado o primeiro malhete da Oficina.
No caso do GOB, o Grão-Mestre recebe o malhete do Venerável e logo a seguir o devolve – isso está previsto inclusive no RGF. No rigor da tradição o Grão-Mestre nem precisaria assinar o livro de presenças, até porque ele foi eleito dirigente maior da Obediência que congrega as Lojas da Federação, contudo, para que fique registrada a sua presença na história da Loja, ele geralmente é o penúltimo a assinar. Fechando o rol vai o ne varietur do Venerável Mestre.


T.F.A.

PEDRO JUK


JAN/2019

RETORNO PELA BATERIA DO GRAU - SAÍDA TEMPORÁRIA


Em 11.10.2019 o Respeitável Irmão José Fabiano Ribeiro, Loja Saldanha Marinho, 1.601, REAA, GOB-PR, Oriente de Curitiba, Estado do Paraná, solicita o seguinte esclarecimento:

RETORNO - BATERIA NA PORTA


Tenho uma dúvida a respeito da batida de entrada no Templo após início em Grau 2. Já li várias trabalhos a respeito de atrasinhos, mas minha dúvida é: já em sessão, no Tempo de Estudos em apresentação de um trabalho Grau 2, o Venerável Mestre pede para que o Companheiro saia do templo para ser trolado, como deve ser a bateria para retorno, sempre na universal de Aprendiz, ou se dá na batida do Grau 2? Ficaria muito feliz se me tirasse essa dúvida.

CONSIDERAÇÕES.

Vamos antes tratar do termo "trolado" mencionado na sua questão.
Essa não é a expressão apropriada para o caso. Como o próprio ritual ensina, o termo adequado é "telhado".
Nesse caso, a palavra telhamento é um neologismo maçônico adotado para designar a verificação da qualidade do maçom no tocante ao seu grau. A cobertura dos trabalhos designa na Moderna Maçonaria a manutenção da qualidade e do sigilo (um dos Landmarks da Ordem). Daí o Cobridor do Grau e os cargos de Cobridor (Inner Guard) e Guarda Externo (Tyler) se relacionarem à cobertura, por extensão ao telhamento como ato de telhar.
Como o termo figurado está associado diretamente à cobertura do recinto, designa-se então que a mesma se faz figuradamente com telhas (telhadura – ato ou efeito de telhar) e não com "trolas" (sic) ou trolhas. Nesse sentido, conforme a sua questão o Companheiro seria telhado e não trolado, ou trolhado. Destaque-se que o termo "trolhar" é utilizado em Maçonaria para aparar arestas (eventuais rusgas que possam existir entre os Irmãos), pois trolha não cobre, mas alisa superfícies.
Em relação ao Grau de Companheiro e a bateria na porta para retorno de um obreiro que teve para si o templo coberto temporariamente, o ato não se trata de um atraso, porém o de um procedimento instrucional. Nesse caso o Companheiro fará a entrada formal como instrução pela bateria do Grau 02 na porta, destacando que esse não é ingresso de retardatário, mas um caso de instrução e verificação de um obreiro que inclusive já se encontrava participando dos trabalhos. Ele com aspirante ao aumento de salário só saiu temporariamente para cumprir exigências de avaliação que lhe foram impostas pela doutrina do Rito.
Já o atrasado é aquele que chega na Loja após terem sidos iniciados os trabalhos. Nesse caso, independente do grau em que a Loja esteja trabalhando, o retardatário pede ingresso pela bateria universal (de Aprendiz). Desse modo, atrasado em qualquer circunstância dá na porta a bateria universal (de Aprendiz).


T.F.A.

PEDRO JUK

JAN/2020

REAA - ALTAR DOS PERFUMES. UM MOBILIÁRIO OBSOLETO.


Em 17/10/2019 o Respeitável Irmão Walter Vieira, Loja Torre do Médio Jequitinhonha, 2.326, REAA, GOB-MG, Oriente te Medina, Estado de Minas Gerais, faz a seguinte consulta:

ALTAR DOS PERFUMES


Meu caro Irmão, e o bendito "Altar dos Perfumes" presente na planta da Loja nos Rituais do REAA no GOB? Ele é tradicionalmente do REAA nos graus simbólicos ou é mais um enxerto vindo de outros ritos, provavelmente do Adoniramita?
Curioso ele estar no ritual sem nunca ser utilizado ou pelo menos citado.

CONSIDERAÇÕES.

Não é de hoje que eu venho "implicando" com esse tal de Altar dos Perfumes no simbolismo do REAA. Digo isso justamente porque ele não tem nenhuma função na Loja, senão aquela de favorecer enxertos e invenções, sobretudo as advindas dos imaginosos inventores. Não se discute aqui a menção desse Altar no Livro das Sagradas Escrituras, porém a da sua inexistência nos graus simbólicos do escocesismo.
Graças a esse "altar" é que aparece inadequadamente sobre ele, às vezes, uma vela acesa e um dispositivo para queima de incensos, tudo ao gosto dos inventores já que esses procedimentos tradicionalmente não existem no Rito em questão.
A bem da verdade, esse altar tem se apresentado no escocesismo de modo equivocado, sobretudo quando tentam impor à sala da Loja (lugar dos trabalhos maçônicos) uma espécie de cópia, ou arquétipo do Templo de Jerusalém.
Até compará-lo pelas alegorias e decoração é bastante aceitável, pois não há como negar a influência hebraica na Maçonaria, sobretudo no que diz respeito ao REAA, contudo literalmente transformá-lo num templo tal qual o construído por Salomão é que é inaceitável – fatos históricos não podem ser confundidos com alegorias e contos lendários.
Por outro lado, há também a influência dos rituais que foram criados ao longo dos tempos para sagração de templos maçônicos (verdadeiramente deveria ser chamados de consagração de templo). Esses rituais, criados para dar dignidade ao espaço e não o tornar santo, acabou trazendo genericamente características hauridas de outro rito, das quais a queima de incenso e cerimonial de luzes. Assim, sob esse feitio criou-se um ritual único e repleto de costumes que muitas vezes não condizem com particularidades de outros ritos. É o caso do que acontece no escocesismo, e outros ritos também, que se vê obrigado em face a "rituais genéricos" a admitir práticas litúrgicas que lhe são completamente estranhas.
Nesse contexto, como a Maçonaria tupiniquim por muitos anos viveu (e em partes ainda vive) sob a égide de rituais enxertados e distante da originalidade, é bastante provável que o Altar dos Perfumes acabou sendo incluído como mobiliário indistinto do Templo a partir das cerimônias de sagração de templo, ou seja, utilizado em uma única oportunidade para nunca mais sequer ser mencionado.
Sem função ritualística alguma no REAA, mas ainda presente no mobiliário em alguns rituais, esse altar acabou abrindo caminho para outras práticas inexistentes como, por exemplo, a queima de incensos sobre ele e a manutenção de uma vela acesa não prevista mas tida por alguns como matriz do Criador e que serve como fonte de luz para iluminar os quadrantes da Loja. Destaque-se que apesar de alguns rituais ultrapassados trazerem enxertos desse tipo, em termos de originalidade isso inexiste no verdadeiro REAA.
No GOB, futuramente, quando da edição de rituais adequados ao Sistema de Orientação Ritualística – http://ritualistica.gob.org.br – o Altar dos Perfumes por não trazer nenhuma função litúrgica certamente deixará de existir no ritual do REAA.
Concluindo, reitera-se que no simbolismo do REAA e Altar dos Perfumes não tem função alguma, destacando ainda que no rito em questão não há queima de incenso e nem cerimonial para acendimento de Luzes. Ademais, luzes litúrgicas são apenas aquelas que se acendem, conforme o grau, e que ficam sobre o Altar ocupado pelo Venerável Mestre e as respectivas mesas que servem aos Vigilantes.


T.F.A.

PEDRO JUK

JAN/2020

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

LIVRO DE PRESENÇAS - DO QUADRO E VISITANTES


Em 09/10/2019 o Respeitável Irmão Ruy Guilherme Rodrigues, Loja Fraternidade Pinheirense, 12, REAA, GLEPA, Oriente de Icoaraci (Belém), Estado do Pará, apresenta a seguinte questão:

LIVRO DE PRESENÇA DOS VISITANTES


Estou filiado e exercendo o cargo de Chanceler, minha dúvida é que os Irmãos visitantes lançam seu "ne varietur" no mesmo livro do quadro de obreiros da Loja, daí gostaria que o Irmão me tirasse a dúvida. Podem os Irmãos visitantes lançarem seu "ne varietur" no mesmo livro de presença do quadro de obreiros da Loja, ou a Loja tem que ter o Livro de visitantes?

CONSIDERAÇÕES.

A praxe é de que existam dois livros de presenças, um para os Irmãos do Quadro e outro para os de visitantes.
Essa adoção é mais prática para as consultas necessárias, sobretudo quando o Chanceler tiver que apresentar relatório de frequência com os respectivos percentuais por obreiro, atendendo os preceitos da legislação maçônica – eleições, por exemplo. Nessa condição é mais adequada a existência de livros separados.

T.F.A.

PEDRO JUK


DEZ/2019