sábado, 27 de janeiro de 2024

ENTREGA DO MALHETE AO GRÃO-MESTRE

Em 22/01/2024 o Poderoso Irmão Derildo, Secretário Estadual de Orientação Ritualística do GOB-ES, apresenta a dúvida seguinte para o REAA.

 

ENTREGA DO MALHETE

 

Em sessão ordinária, a entrada se dá obrigatoriamente em família e, nesse caso, o Grão-Mestre Estadual ou o seu Adjunto entra junto com o Venerável. Nesse caso, qual é o lugar correto para a troca de malhete?

Outra pergunta: É correto na sessão ordinária o Grão Mestre Estadual não entrar com o Venerável e aguardar a abertura da Loja para entrar, só, ou em comitiva para a troca de malhete?

 

CONSIDERAÇÕES:

 

Faz-se a entrega do malhete ao centro do Templo, conforme prescreve o ritual. No caso de sessão Ordinária, não há formalidades porque o Pavilhão Nacional já se encontra hasteado no lugar de costume dentro do Templo.

Sendo assim, o ingresso do Grão-Mestre se dando depois de estarem abertos os trabalhos, a Loja o receberá apenas à Ordem, sem nenhuma outra formalidade. Vale lembrar que o Grão-Mestre de posse do malhete (recebido do Venerável), chegando no Altar deve devolvê-lo ao Venerável Mestre.

               Destaco que tudo isso está descrito no item 2.7 do Ritual de Aprendiz do REAA.

Outrossim, vale lembrar que atendendo ao Decreto 1767/2019 do Grão-Mestre Geral, o Grão-Mestre Adjunto, na ausência do Grão-Mestre titular, também recebe o malhete (com os mesmos procedimentos).

No caso de o Grão-Mestre entrar em família, ou seja, junto com o Venerável Mestre antes da abertura dos trabalhos durante o préstito de entrada, ele recebe o malhete do Venerável no Altar, devolvendo-o depois para que o Venerável Mestre da Loja conduza os trabalhos.

Outra hipótese é a de que o Grão-Mestre ingresse em comitiva logo após a abertura da Loja. Nessa condição, o Venerável Mestre lhe entrega o malhete no centro do Templo conforme prevê o Ritual. Destaque-se que em comitiva formal o Grão-Mestre ingressa seguido dos demais que o acompanham.

Em qualquer situação, estando a Bandeira Nacional dentro do templo, dispensa-se a formação de abóbada e comissão de recepção com estrelas à qualquer autoridade ou portador de título de recompensa, inclusive o Gão-Mestre – vide Decreto 1476/2016 que dispõe sobre o cerimonial para o ingresso do Pavilhão.

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR

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JAN/2024

ALPERCATA E A PREPARAÇÃO DO CANDIDATO

Em 21.08.2023 o Respeitável Irmão Jairo Amaral, Loja Estrela de São Gabriel, REAA, GOB-ES, Oriente de São Gabriel da Palha, Estado do Espírito Santo, apresenta o seguinte:

 

PREPARAÇÃO DO CANDIDATO

 

No nosso Ritual do REAA há a descrição: “A seguir, na Cam de Refl, o(s) C(C)and é(são) preparado(s) pelo Exp, que o(s) ajuda  a ficar de cam, com o p e b esq des; arreg a p da c do lado d acima do j e o p d d ou, se recomendável, c com uma alp ou c”.

Me questionaram sobre a questão do p d se d ou não por esses dias, ao passo, que respondi de acordo com o ritual tão somente.

Mas, fiquei me perguntando qual era a ideia original quando criaram o ritual e como e porque houve essa mudança para a atual.

Se o irmão tiver alguma obra que conhece que eu possa ler, agradeço.

 

CONSIDERAÇÕES

 

                         Ao que me consta nada mudou. O fato é que por uma questão sanitária, em regiões frias e sem calefação apropriada, alguns candidatos podem, ao pisar ddesc sobre o pavimento gelado, obter problemas de saúde.

Evidentemente que para deixar a ocasião mais confortável para o candidato, "permite-se", caso a situação exija, o uso de uma alp ou um chin, geralmente um de modelo tipo hav. Por uma questão de higiene o costume acabaria se generalizando nos ambientes maçônicos durante as iniciações..

Sem dúvida que o chin nada tem de caráter iniciático, pois a verdadeira alegoria iniciática está no p d desc, prática que representa de modo consagrado na Maçonaria a humildade e o respeito pelo ambiente em que o iniciado irá progredir, passo a passo pela sua senda iniciática. Nesse trajeto o andar claud simbolicamente simula o caminhar de um pobre candidato que, despido de todas as vaidades, procura pela Luz Maçônica.

Assim, calç com um chin, ou mesmo andando literalmente com o p d d, o que vale é o significado de ter o p d desn.

Sob o ponto de vista histórico, eu desconheço qualquer registro oficial sobre quando se passou a utilizar uma alp∴, ou outro calç similar.

Sem dúvida isso é costume haurido do período especulativo e nunca foi utilizado nos tempos do ofício, já que se desconhece qualquer existência da alegoria do passo claud nos canteiros da Maçonaria Operativa,  senão mais tarde em Lojas de maçons livres e aceitos.

Literatura apropriada para o caso me parece ser algo um tanto quanto disperso.

Nessa conjuntura, entendo que em se levando em conta a ordem de importância dos fatos, me parece muito mais producente é antes se perscrutar o porquê dos pp cclaud na Iniciação. Qual o seu objetivo na liturgia maçônica? Qual o significado dessa alegoria? O que ela representa na Iniciação? Creio que essas respostas são muito mais importantes do que propriamente se saber quando foi usada uma alp para dar conforto ao postulante.

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JAN/2024

DE FRENTE PARA O DELTA NA ORAÇÃO

Em 21.08.2023 o Respeitável Irmão Jean Carlos, Loja Benedito Valadares, 4440, REAA, GOB, Oriente de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, apresenta a dúvida seguinte:

 

DE FRENTE PARA O DELTA?

 

Dia desses, vi um irmão virando-se para o Postulante no ato da primeira oração em sua iniciação.

A pergunta é: estando à Ordem nesse momento, em que o Postulante é levado ao Primeiro Vigilante, o correto é virar o corpo, isto é, fazer o sinal de Ordem olhando o ato OU estar de costas e se virar pro Delta?

Ficarei grato em ter a dúvida, que pode parecer boba, mas tem um significado relevante.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Na Iniciação, durante a oração que se faz em favor do Candidato, o seu guia (1º Experto) se coloca à Ordem à retaguarda dele, isto é, se coloca voltado para as costas do candidato que está ajoelhado à sua frente.

                Assim, durante a oração o Candidato fica voltado para o lugar do 1º Vigilante, enquanto que o seu guia posicionado à sua retaguarda não precisa se voltar para o Oriente, pois ele, como condutor, também é o responsável pela segurança do postulante.

É oportuno salientar que durante os trabalhos não é preciso que se fique à Ordem voltado para o Delta.

Nesse contexto, vale salientar também que ninguém precisa se voltar para o Venerável Mestre quando ele solicita que todos fiquem à Ordem. Nessa condição, cada qual fica posicionado em pé e à Ordem conforme estiver colocado o seu assento na Loja. Não precisa se voltar para o Venerável e nem mesmo para o Delta.

Alerto para não se fundir o ato de se estar à Ordem com saudação pelo sinal ao Venerável Mestre, que aliás são procedimentos distintos, observando-se saudação em Loja é feita apenas ao Venerável Mestre e ocorre apenas na entrada e saída do Oriente ou quando do ingresso formal em Loja após o início dos trabalhos, ou ainda na saída definitiva antes do encerramento.

 

 

T.F.A.

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JAN/2024

 

domingo, 14 de janeiro de 2024

REAA - PAINEL DA LOJA E PAINEL ALEGORICO - PRANCHETA DO MESTRE

Em 18.08.2023 o Respeitável Irmão Benjamim Baptista Dias. Loja Cavaleiros do Senegal, 315, REAA, GLESP, (CMSB), Oriente de São Paulo, Capital, apresenta a dúvida seguinte:

 

PAINEL DA LOJA

 

Parabéns pelo seu trabalho de compartilhamento do seu conhecimento.

Somos uma Loja trabalhando no rito REAA e jurisdicionados a GLESP.

Usamos os Painéis da Loja dos 3 graus desenhados pelo Ir. John Harris em 1825 e os colocamos na frente do trono do Venerável Mestre.

A pouco tempo passamos a colocar também, junto a mesa do Venerável Mestre, uma Tábua de Delinear tendo o X e uma cerquilha (jogo da velha).

Não encontrei literatura para o uso desta Tábua de Delinear, sei que que seu desenho aparece em um outro Painel da Loja de Aprendiz, pelo que li é o Painel original do REAA.

Por favor gostaria de seu entendimento sobre o significado desta Tábua e seu correto uso.

 

CONSIDERAÇÕES.

 

               Vamos por parte. Inicialmente devo salientar que originalmente no REAA o simbolismo se faz valer de apenas três painéis, ou seja, simplesmente um para cada grau.

Esses painéis do grau que resumem o conteúdo simbólico da Loja, no REAA ficam abertos durante os trabalhos ao centro no Ocidente e são exclusivamente quadros (painéis) franceses, pois o rito é originário da França, portanto, latino.

Assim, vale também lembrar que a formatação dos painéis franceses se diferencia do dos ingleses, esses últimos, inclusive, são conhecidos como Tábuas de
Delinear (Tracing Boards).

Nesse contexto é oportuno também se observar que no simbolismo do REAA não existem painéis denominados de “alegórico”, não obstante existirem alguns rituais brasileiros para o simbolismo do REAA que acrescentam, além dos painéis originais franceses, também um painel inglês e, na tentativa de justificar essa presença indevida, chamam-no painel alegórico – é o mesmo que o roto falar do rasgado.

O que de fato existe no REAA, mas que nada tem a ver com Painel da Loja que fica no centro do Ocidente, é um painel fixo denominado Retábulo do Oriente que é, nada mais, nada menos, do que a parede localizada abaixo do dossel, imediatamente à retaguarda do Venerável Mestre onde aparecem fixos o Delta Radiante ladeado pelas duas luminárias terrestres - o Sol e a Lua.

No que concerne à Prancheta, que é no REAA um quadro onde aparecem desenhadas as Paralelas Cruzadas e um Xis (Cruz de Santo André), a mesma é uma das joias fixas da Loja e corresponde ao Mestre Maçom, lembrando que a Pedra Bruta é a joia fixa correspondente ao Aprendiz Maçom e a Cúbica ao Companheiro Maçom. Esses elementos são fixos por constituírem um código de moral e ética, nesse sentido devem estar presentes à vista dos maçons.

A “prancheta” é onde simbolicamente o Mestre traça os planos da Obra para os Aprendizes e Companheiros. Desse modo, a mesma não é Painel da Loja e nem mesmo Tábua de Delinear.

Como uma das joias fixas, junto à Pedra Bruta e a Cúbica, a "prancheta" se constitui em um dos elementos simbólicos que fazem parte do corolário de símbolos da imensa maioria dos painéis de Loja dos ritos franceses. No REAA, além de ser um dos símbolos que constituem o painel da Loja, individualmente a prancheta também se faz presente individualmente encostada no frontispício do Altar destinado ao Venerável Mestre, voltada para o Ocidente.

No que se refere novamente ao Painel da Loja, ritos de origem francesa, como é o caso do REAA, devem utilizar painéis de construção francesa. Nesse contexto vale lembrar que os Painéis de Aprendiz, Companheiro e Mestre do REAA possuem flagrantes diferenças quando comparados com as Tábuas de Delinear inglesas.

É bom que se diga que na conjuntura estrutural maçônica existem duas vertentes principais de Maçonaria, a inglesa e a francesa.

Não obstante o objetivo a alcançar seja o mesmo, os conteúdos doutrinários construídos pela conjunção de símbolos e alegorias se diferenciam muitas vezes entre si. Nesse sentido, o que de fato não se pode admitir são os enxertos e o sincretismo de práticas próprias de uns em outros ritos.

Ao concluir devo salientar que infelizmente ainda há no Brasil rituais do REAA que em um equívoco total trazem em um mesmo grau dois painéis de Loja e tentam justificar a inserção alienígena lhe dando o nome de “painel alegórico”, conquanto que, pior ainda, também existam rituais do 3º Grau do REAA que trocam o Painel da Loja francês original pelo Quadro da Loja inglês. No caso, tiraram o do REAA e inseriram o do Rito de York.

 

T. F. A.

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

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JAN/2024

sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

PALAVRA CONCEDIDA - VIGILANTE PEDINDO A PALAVRA

O Poderoso Irmão Derildo, Secretário Estadual de Orientação Ritualística do GOB-ES, questão para o REAA, Oriente de Vitória, Estado do Espírito Santo, apresenta a seguinte consulta:

 

VIGILANTE PEDINDO A PALAVRA

 

Nas orientações para o 3º grau, item 74.75.2.10, no item 10 das orientações gerais (SOR) você orienta que os Vigilantes para fazer uso da palavra deverão pedi-la ao Resp Mestre com um golpe de malhete, no que é respondido também com um golpe de malhete. Isso é restrito à
câmara do meio ou os graus antecedentes também deverão obedecer esse
procedimento?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

            Isso será resolvido definitivamente nos novos rituais do REAA. Na verdade, se a palavra estiver na Coluna correspondente, tal como ocorre na Palavra a Bem da Ordem, o Vigilante fala por último na sua Coluna sem que ele precise pedir a palavra, pois a mesma já se encontra franqueada pelo Venerável Mestre.

Todavia, nas ocasiões em que por dever de ofício um Vigilante quiser usar a palavra, ele a pede ao Venerável por um golpe de malhete. O Venerável para concedê-la, da mesma forma dá também um golpe de malhete.

Esses procedimentos cabem aos três graus simbólicos.

É o aperfeiçoamento ritualístico que estará nos novos rituais em Normas e Condutas Ritualísticas Frequentes.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JAN/2024

quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

REAA - ONDE SENTA O VENERÁVEL MESTRE VISITANTE

Em 18.08.2023 o Respeitável Irmão Décio Fraga Jr., Loja Nilson Alves Garcia, 2033, REAA, GOB-GO, Oriente de Goiânia, Estado de Goiás, apresenta o que segue:

 

ONDE SENTA O VENERÁVEL MESTRE VISITANTE

 

Ontem estive visitando uma loja e recomendaram que eu sentasse nas cadeiras do lado esquerdo de quem entra no Oriente. Como autoridade, próximo ao Orador. correto?

Os Mestres Instalados sempre sentaram ao lado direito pelo que me consta. próximo ao Secretário. Segundo o irmão que pediu este procedimento, foi um Ato do GOB BR que definiu que os atuais Veneráveis Mestres (na função ou em exercício) seria assim e Mestres Instalados (que não estão na função atualmente) no lado oposto. Pode confirmar a informação e orientação?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Creio que estamos falando de um Venerável Mestre visitante.

Inicialmente devo salientar que não existe nenhum ato editado nesse sentido expedido pela Secretaria Geral de Orientação Ritualística do GOB, Poder Central.

                        Isso posto para o caso, como Secretário Geral de Orientação Ritualística do GOB, tenho feito os seguintes comentários:

O Venerável Mestre, junto com os Mestres Instalados (ex-veneráveis) são citados como autoridade maçônica da Faixa 01, in Protocolo de Recepção de Autoridades (o grifo é meu), RGF, Artigos 219 e 220.

Nesse sentido, o Venerável Mestre visitante é uma autoridade de acordo com
o Diploma Legal.

Como o Ritual do REAA em vigência traz na sua planta do templo lugares distintos no Oriente destinados às autoridades e aos Mestres Instalados (ex-veneráveis, que também são autoridades da mesma faixa), o Venerável Mestre visitante toma assento no lugar destinado às autoridades (mesmo lado do Orador), notadamente porque ele também é um Venerável Mestre titular na sua Loja. Já os Mestres Instalados, que por si só são ex-veneráveis e também autoridades da faixa 1, conforme o ritual, têm lugar próprio garantido no Oriente (mesmo lado do Secretário).

Embora todos sendo autoridades da faixa um, os ex-Veneráveis ficam à esquerda do Venerável Mestre e o Venerável Mestre visitante à sua direita, todos abaixo do sólio.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JAN/2024

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

MARCHA DO GRAU - ANDANDO COM O SINAL

Em 18.08.2023 o Respeitável Irmão Rivaldo Moreira Barroso, Loja Estrela dos Magos, 41, REAA, GLMRGS (CMSB), Oriente de Bagé, Estado do Rio Grande do Sul, apresenta a dúvida seguinte:

 

MARCHA DO GRAU E O SINAL

 

Maçom há mais de 30 anos e agora me deparo com uma dúvida. Ao adentrar numa Loja, sendo a sessão em 1º Grau, fazemos a marcha do Aprendiz, porem aí é que está o problema. Como romper a marcha fazendo o sinal, se não se faz sinal quando em movimento? Eu acho que deveríamos fazer o sinal e para romper a marcha o desfaz, refazendo-o após completá-la e em seguida efetuar as saudações de praxe. Qual vosso entendimento?

 

CONSIDERAÇÕES

 

Veja, a regra consagrada no REAA é a de que não se anda em Loja com o Sinal composto, contudo a exceção é a Marcha do Grau, já que de modo consagrado ela é feita em se dando os passos com o Sinal de Ordem composto.

De certa forma isso é uma das práticas ritualísticas básicas no Rito, portanto não há com mudar esse costume.

                 Quando da Marcha por ocasião de ingresso formal, o protagonista deve primeiro, parado compor o Sinal e, sem desfazê-lo, segue dando os respectivos passos do Grau. Concluídos, faz-se a saudação às Luzes da Loja, voltando-se depois ao Sinal de Ordem. Vale destacar que saudações em Loja são sempre feitas pelo Sinal Pen do Grau.

Durante a execução da Marcha é improcedente se fazer e desfazer o Sinal a cada passo. Isso simplesmente não existe, portanto, não vamos inventar mais um desses absurdos que atentam contra a já sofrida ritualística do REAA.

Executar a Marcha com o Sinal de Ordem composto é prática nos três graus.

Dessa forma, a regra de não se andar com o sinal é para quando alguém transitar (andar) normalmente pela Loja. Já a Marcha do Grau, cuja característica é formar uma esq com os pp. uu. pelos cc. a cada p, tendo como referência o equador simbólico do Templo, é feita sempre andando do Ocidente para o Oriente, geralmente partindo de próximo da porta de entrada.

Nessa conjuntura, não se admite outra forma para a Marcha do Grau no REAA. Ela é uma alegoria do Grau com particularidades litúrgicas próprias, enquanto que andar pelo recinto nada mais é do que o deslocamento natural pelo recinto durante os trabalhos da Loja.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

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JAN/2024