segunda-feira, 7 de outubro de 2024

QUEM ENCERRA O LIVRO DE PRESENÇAS DA LOJA

Em 16.02.2024 o Respeitável Irmão André Roque, Loja Barão do Rio Branco, 03, REAA, GOIPE (COMAB), Oriente de Arcoverde, Estado de Pernambuco, apresenta a dúvida seguinte:

 

QUEM ENCERRA O LIVRO DE PRESENÇAS

 

Gostaria de fazer a seguinte consulta:

Em nossa Obediência quando o Grão-Mestre está presente é ele quem assina por último a lista de frequência. Um de nossos Irmãos fez um questionamento se essa prática era legal uma vez que na opinião dele quem deveria assinar por último e assim fechar a lista de frequência seria o Venerável Mestre que é a maior autoridade da Loja. Diante do exposto consulto o Irmão se essa prática do Grão Mestre assinar por último a lista de frequência está correta?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Em que pese o Grão-Mestre ser também o dirigente de todas as Lojas da sua jurisdição, sob o aspecto legal, quem definitivamente fecha o rol de presenças é o Venerável Mestre da Loja que é o detentor do primeiro malhete na direção dos trabalhos.

                Não sei o que menciona o Regulamento da vossa Obediência, pois no GOB, citando-o como exemplo, o Regulamento Geral da Federação prevê que uma das obrigações do Venerável Mestre é o de encerrar o livro de presenças da sua Loja – RGF(GOB), Art. 115, XVI.

Assim, em linhas gerais, o normal é que o livro de presenças seja encerrado pelo Venerável Mestre, até porque costumeiramente no GOB o Grão-Mestre, ao receber o malhete logo devolve-o ao Venerável Mestre para a condução dos trabalhos. À vista disto, nada mais natural DE que o Venerável encerre o rol de presenças, inclusive para preservá-lo contra fraudes, já que depois do Venerável ninguém mais pode assinar o livro.

No entanto, é a admissível que o Grão-Mestre, na qualidade de maior autoridade do Poder Executivo e dirigente de todas as Lojas da sua jurisdição possa também encerrar o livro de presenças da sessão em que ele porventura possa estar presente.

Repito ao concluir: vale consultar o Regulamento da vossa Obediência, dado que o conteúdo acima é compatível com a legislação do GOB.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

http://pedro-juk.blogspot.com.br

 

 

OUT/2024

 

SINAL DESCONHECIDO

Em 14.02.2024 um Irmão de uma Loja que pratica o REAA, GOB-SP, Oriente de São Paulo, Capital, apresenta o caso abaixo:

 SINAL ESPÚRIO

 Boa tarde estimado irmão Pedro Juk. Sou Companheiro do rito do REAA e recebemos a visita de um Aprendiz que fazia o Sinal de Ordem como se fosse o sinal de ordem do grau 2. Da mesma forma que colocamos a m∴ no p∴ com os dd∴ vvolt∴ para o cor∴, ele fazia o mesmo sinal, porém na garg∴. No final fui falar com ele porque ele fazia o sinal assim... Ele me respondeu, porém não me lembro. E perguntei para os Mestres de minha Loja e todos desconhecem esse final dizendo que poderia ser espúria... Gostaria de saber se o valoroso irmão saberia me responder.

 

CONSIDERAÇÕES:

 

          Inicialmente devo dizer que desconheço qualquer sin∴ do 1º grau da forma como foi descrita na sua questão. Nos ritos que eu conheço, nunca vi algo assim.

De tudo, o que me chama atenção são duas coisas. A primeira é que sua pessoa simplesmente esqueceu a resposta que o visitante lhe deu, sobretudo por ser algo tão inusitado. Mas tudo bem, a gente às vezes esquece das coisas.

A segunda, no entanto, é algo que precisa ser melhor observado, pois seria inadmissível que esse Aprendiz tivesse sido recebido sem as cautelas devidas. Espera-se que isso não tenha ocorrido em Loja aberta.

Assim pergunto: se isso ocorreu em trabalhos abertos, como é que os Mestres da sua Loja acham que o sinal é espúrio e mesmo assim, digamos, acabaram recebendo um Irmão que faz um sin∴ que ninguém conhece? Me parece algo bastante estranho. Reitero, espera-se que este Aprendiz não tenha ingressado dos trabalhos, ou no mínimo tenha sido retirado da Loja.

Um caso destes é merecedor de um rigoroso telhamento antes do ingresso. Obviamente para se descobrir quem é este “Aprendiz desconhecido” que pede (e pode ter sido autorizado) para ingressar na Loja fazendo um sin∴ que ninguém conhece!

Diante disto, perdoe-me a franqueza, mas se este Aprendiz foi recebido nesta condição, algo muito irregular ocorreu nesta visita. À vista disso, fica outra pergunta: e o que disse o Orador e o Venerável Mestre diante de uma situação em que é feito um sinal que ninguém conhece?

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK – SGOR/GOB

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OUT/2024

sexta-feira, 4 de outubro de 2024

SESSÃO PÚBLICA EM LOJA ABERTA

Em 05/02/2024 o Respeitável Irmão Adriano Luiz da Silva, Loja Acácia Balsense, 2351, REAA, GOB-MA, Oriente de Balsas, Estado do Maranhão, apresenta a dúvida seguinte:

 

SESSÃO PÚBLICA COM ABERTURA RITUALÍSTICA

 

Em uma sessão pública em que participei, foi aberta ritualisticamente e ela seguiu normalmente até a Ordem do Dia em que foi a hora da entrada dos convidados (profanos). Nessa hora o Venerável pediu para retirar o Painel do Grau e o Esquadro e Compasso de cima do Livro da Lei, o mesmo ficou aberto. Quando os convidados saíram, voltou o Painel do Grau e o Orador colocou novamente o Esquadro e Compasso em cima do Livro da Lei e a sessão seguiu ritualisticamente até o seu final.

A minha pergunta é, procede a retirada do Painel do Grau e do Esquadro e Compasso em sessões públicas?

Poderia esclarecer, por favor.

 

CONSIDERAÇÕES:

 

 

Devido a impossibilidade de se fazer um ritual para cada evento público, já que são as Lojas que programam os afins das sessões públicas, o GOB tem orientado para que as Oficinas se utilizem do ritual de Homenagem ao Dia das Mães que consta em Rituais Especiais - Eventos Irrestritos, edição de 2017 em vigência.

Assim, esse ritual serve como modelo, devendo ser adaptando ao objeto da sessão pública (presença de não iniciados) que a Loja deseja fazer.

No tocante ao relatado na sua questão, nada existe orientando a retirada do Painel, e muito menos o Esq∴ e o Comp∴ de cima do Livro da Lei, nesta ocasião.

Sugiro que a Loja solicite ao GOB, via Grande Oriente Estadual, os dois volumes de Rituais Especiais que se encontram em vigência.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

jukirm@hotmail.com

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OUT/2024

quinta-feira, 3 de outubro de 2024

PÉ DESCALÇO - REAA

Em 02.02.2024 o Respeitável Irmão Jaime Pedrassani, Loja Sopnhia, 60, REAA, GLRGS (CMSB), sem mencionar o nome do Oriente, Estado do Rio Grande do Sul, apresenta a dúvida que segue:

 

PE DESCALÇO

 

De longa data venho pesquisando as origens do "pé descalço" ou melhor, calçando uma alpargata, em nosso Ritual de Iniciação (REAA), e de forma predominante, sobretudo na Mitologia (Jasão, Perseu,...) tenho encontrado referências ao pé esquerdo descalço, quando se trata de heróis e mortais, e ao pé direito quando trata de divindades. Nosso Ritual, contudo, prescreve o pé direito. Poderia o Irmão auxiliar-me?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Em que pese existirem sobre esta prática inúmeras interpretações, sejam elas filosóficas, históricas e místicas, na Maçonaria a alegoria do pé descalço tem o desiderato de revelar humildade do candidato e o seu respeito ao ambiente consagrado para os trabalhos maçônicos, no caso, onde se opera a liturgia da Iniciação.

            O caminhar claudicante de um pobre cand∴ que procura a L∴ ocorre para revelar esta condição durante as perambulações do Iniciado sobre o Pav∴ Mos∴ nas diversas passagens naturais da cerimônia de Iniciação. A alegoria insinua o homem despojado das coisas mundanas.

Em relação a qual dos pp∴ que fica despojado de um calçado, me parece ser mais uma questão de rito do que propriamente algo místico relacionado ao humano e ao divino, pelo menos dentro da liturgia maçônica racional, autêntica e sem “achismos”.

Quanto à alpercata às vezes usada em algumas Lojas nesta ocasião, a mesma nada tem a ver com qualquer performance iniciática. Na verdade, a sua utilização somente se dá para proporcionar conforto e asseio ao candidato, sobretudo nas regiões onde comumente ocorrem temperaturas baixas.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

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OUT/2024

 

A LETRA G - SIGNIFICADO

Em 02.02.2024 o Poderoso Irmão Sandro Tarpinian, Loja Fraternidade de Santa Gertrudes, 3211, Oriente de Santa Gertrudes, REAA, GOB-SP, Estado de São Paulo, apresente o que segue:

 

A LETRA G

 

Já conversamos por algumas vezes pessoalmente. Já tive vários cargos nas administrações da SAFL e do GOB. Atualmente estou de Adjunto na Grande Secretaria de Previdência e Assistência.

Na última sessão de minha oficina, tivemos a dúvida quanto ao “G” que fica no altar no Venerável Mestre. No caso na minha loja esse painel acende. (foto em anexo)

Gostaríamos de saber o significado da letra “G” (que para nós significa o GADU) e quando esse painel tem que estar aceso.

Estamos certos quanto ao significado? Quando acende?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Rigorosamente, conforme especificado no ritual, a letra G não fica no Oriente em se tratando de REAA, porém dentro da Estrela Flamej∴, estrela esta que fica pendente do teto sobre o lugar do 2º Vig∴, no meridiano do Meio-Dia.

No tocante ao significado da letra G, sob o caráter de autenticidade, ela corresponde à Geometria, ou a Quinta Ciência, a quinta das Sete Artes e Ciências Liberais estudadas na Maçonaria.

               Em que pese o atual ritual do GOB também dar ainda outros significados para a letra G, o que está errado, o novo ritual de 2024 corrige esta distorção, enfatizando que o verdadeiro significado é Geometria e a letra G nada tem a ver com o Yôd, primeira letra do Tetragrama Hebraico - leitura da direita para a esquerda.

Também não faz sentido se dizer que a letra G significa Grande Arquiteto do
Universo, pois se assim fosse nos idiomas latinos teríamos que substituir o G por D.

Como símbolo, a letra G não fica no Oriente, mas na Estrela Hominal e o seu significado, reitero, é GEOMETRIA, ciência aplicada nas construções perfeitas e duráveis. Vale mencionar que a Geometria foi criada no Antigo Egito para medir e calcular as terras férteis do delta do rio Nilo. Sábios gregos levaram-na à Grécia onde ela ganhou a representação filosófica de Grande Geômetra, ou “Aquele” que geometrizou e deu Ordem, Harmonia e Equilíbrio para o Universo. Agora, daí se especular que “G” significa Deus (Grande Arquiteto do Universo) e ainda corresponde ao Yôd hebraico (YHWH) é no mínimo querer forçar a barra.

Deixando as especulações de lado, a Geometria (do Grego geo = “terra”; metria = “medida”) foi um ramo da matemática muito aplicada nas construções de mosteiros, igrejas e catedrais da Idade Média pelos ancestrais operativos da Franco-maçonaria. Atualmente, na Moderna Maçonaria, sob conceito especulativo, a letra G significa uma Verdade Universal sempre presente na jornada do Iniciado. Por esta razão é que no REAA a letra G é um complemento importante para se decifrar o segredo revelado apenas àqueles que alcançam o grau de Comp∴ Maç∴.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

jukirm@hotmail.com

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OUT/2024

quarta-feira, 2 de outubro de 2024

JOIAS FIXAS - PEDRAS: BRUTA, CÚBICA E POLIDA.

Em 30/01/2023 o Respeitável Irmão Wilson Bonifácio Silva Junior, Loja Templários Celestes, 3767, REAA, GOB-SP, Oriente de Rio Claro, Estado de São Paulo, formula a seguinte questão:

 

PEDRA BRUTA, PEDRA CÚBICA E PEDRA POLIDA

 

Meu irmão, se possível, gostaria que me orientasse sobre a situação da nomenclatura relacionada à pedra cúbica e pedra polida. Sabemos que o Aprendiz trabalha na pedra bruta, em seu desbaste e se preparando para elevação. O Companheiro trabalha na pedra cúbica. Não tem nenhuma citação específica sobre pedra polida. Porém, é costumas escutarmos em loja este termo e também em vários artigos. A pedra cúbica, está definida a sua forma, a pedra polida, pode ser qualquer uma, se estiver polida.

No nosso ritual do grau 3, na página 106 cita a pedra bruta. Na página 172, em primeira instrução do grau 3, é citada como pedra polida. Pesquisei o SOR, grau 3 e na primeira instrução não vi alguma alteração estabelecida. Temos na Maçonaria a pedra polida ou o correto é sempre: pedra bruta e pedra cúbica?

Este assunto foi ventilado em nossa sessão de ontem e eu fiquei incumbido de trazer a informação mais própria para este uso.

 

CONSIDERAÇÕES.

 

                 Infelizmente o costume de generalizar as coisas ainda se faz presente na Maçonaria. Nesse sentido, inicialmente vale relatar que no simbolismo do REAA não se usa o termo Pedra Polida, porém Pedra Cúbica, além da Pedra Bruta.

Pedra Polida é título mais apropriado para CRAFT, que por aqui é conhecido como York (vertente anglo-saxônica de Maçonaria).

No 1º Grau do Rito de York, a representação da pedra - ainda disforme - é um elemento que sofreu os desbastes primários e que possui, aproximadamente, a forma esquadrejada (com cantos). Embora seja uma pedra parcialmente trabalhada, a mesma ainda é detentora de muitas arestas (asperezas), carecendo, portanto, de correções para servir integralmente ao seu objetivo. Representa o Aprendiz Admitido e é a Joia Fixa da Loja no 1º Grau.

Seguindo esta performance iniciática, no 2º Grau, a Pedra obtém os retoques finais, ou seja, é burilada para perder as imperfeições, o que lhe dá um aspecto de Pedra Polida, livre
de arestas e ajustada para a elevação das paredes. Como a segunda Joia Fixa da Loja, a Pedra Cúbica Polida demonstra o aprimoramento do maçom, desde os trabalhos iniciais até ele se tornar um elemento primordial e capaz para satisfazer as exigências da Arte.

               Com este mesmo objetivo, contudo, dentro da conjuntura iniciática da vertente latina de Maçonaria, de onde faz parte o REAA, a Pedra Bruta (1ª Joia Fixa da Loja) se apresenta como um bloco totalmente disforme, tal como fora retirado da jazida. Assim, pela instrução dos seus Mestres, o Aprendiz paulatinamente irá desbastando a Pedra Bruta até torna-la Cúbica, apropriada para uma construção justa, perfeita e durável. Já a Pedra Cúbica, nesta conjuntura, é o produto resultante do elemento primitivo perfeitamente trabalhado e pronto para ser utilizado na elevação das paredes.

Graças a isto, é que no REAA a Pedra Cúbica (2ª Joia Fixa da Loja) é o símbolo do
Companheiro Maçom. Significa que a Pedra, antes bruta e disforme, agora útil, se encontra preparada pelas mãos do artífice.

A alegoria demonstra que, pela ação e pelo trabalho, a Pedra Bruta foi transformada em Pedra Cúbica, simplesmente. Nesta conjuntura não se utiliza o termo “pedra polida”.

Ao concluir, vale a pena observar que o objetivo da alegoria das Pedras Bruta e Cúbica, seja ela na vertente anglo-saxônica ou na latina, é o de simular transformação. É bom que se diga que os ritos maçônicos possuem elementos estruturais particulares que devem ser conservados na sua originalidade. Cada Rito possui a sua construção doutrinária. Generalizar práticas ritualísticas entre eles muitas vezes faz com que a boa geometria saia ferida.

 

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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OUT/2024

 

terça-feira, 1 de outubro de 2024

COPO D'ÁGUA - ÁGAPE FRATERNAL NA MAÇONARIA

Em 01/01/2024 o Respeitável Irmão Thiago Lima, Loja Tabernáculo, 3418, REAA, GOB-SP, Oriente de São Paulo, Capital, apresenta a dúvida seguinte:

 

COPO D’ÁGUA

 

Meu Irmão, recentemente me filiei a uma loja do GOB-SP e percebi que nessa Loja os Irmãos em questão não conheciam o termo "copo d'água". Vim de uma Grande Loja e isso era o usual por lá. Fiz algumas pesquisas e nos boletins do GOB, "copo d'água" já era utilizado desde 1872, mas ainda assim alguns Irmãos são categóricos ao dizer que o correto é "ágape". Gostaria de saber se existe algo nos rituais que reafirme o termo "copo d'água" como errado e, se sim, a partir de quando passou a ser considerado errado.

Desde já agradeço. Se necessário, depois posso te confirmar qual foi o boletim exato em que vi o termo ser utilizado.

 

CONSIDERAÇÕES.

 

A expressão “copo d'agua” é geralmente utilizada nas reuniões comensais informais, sem caráter iniciático e após as sessões maçônicas nas Lojas.

Na maioria das vezes essas reuniões informais ocorrem no salão de ágapes da Loja. Nelas, comumente, após a sessão, os Irmãos fazem brindes a um fato ou a um determinado cargo ou pessoa, mas isso não tem compromisso com ritual de Loja de Mesa, o qual segue a uma liturgia e uma ritualística iniciática aprimorada dentro de um rito maçônico

               Em termos genéricos, essas reuniões informais, conhecidas nos meios maçônicos como “copos d’água”, que comumente ocorrem em um jantar, também são chamadas de
ágapes fraternais. À vista disto, em se tratando de Maçonaria, ágape e copo d'água tratam-se de uma mesma coisa, embora ágape às vezes possa significar, em determinadas ocasiões, algo com caráter iniciático.

Em Maçonaria, existem muitas formas de reuniões comensais. Na Inglaterra, por exemplo, é natural em muitas Lojas se suspender os trabalhos para que os Irmãos participem de uma refeição e depois retornem aos trabalhos na Loja.

No GOB, atualmente, o termo mais usado para reuniões comensais informais é ágape. Nas Lojas de Mesa o mais utilizado, embora impróprio, é Banquete Ritualístico.

Embora, por aqui o título “copo d’água” já tenha sido bastante usado no passado, nos dias atuais ele não é muito conhecido. É mais difundido na Maçonaria anglo-saxônica.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK 

jukirm@hotmail.com

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OUT/2024