quarta-feira, 8 de outubro de 2025

VERIFICAÇÃO NAS COLUNAS PELOS VIGILANTES

 

Em 10.04.2025 o Respeitável Irmão Gener Meneses Carvalho, Loja Luz, Trabalho e Fraternidade, 77, REAA, GLEB (CMSB), Oriente de Irecê, Estado da Bahia, apresenta a questão seguinte:

 

VERIFICAÇÃO PELOS VVIG∴.

 

Sou Comp Maçom e gostaria de tirar uma dúvida com o Ir.

Vi em algumas pesquisas que fiz no Dr. Google (risos) que o Ir tem pesquisado sobre o assunto da verificação entre colunas e gostaria de saber por que no REAA no segundo grau os IIr VVig fazem a verificação em colunar juntos e não é feita somente pelo primeiro Vig?

 

CONSIDERAÇÕES

 

            No contexto iniciático, por ser o Companheiro um grau mais elevado, exige-se maior prudência na verificação. Assim, por merecer um exame mais rigoroso, cada Vigilante deve percorrer a sua Coluna e individualmente aplicar o telhamento pelo sinal, pelo toque e pela palavra sagrada.

Sob a óptica figurada, a edificação acabou de alcançar uma fase mais avançada, o que requer uma maior habilidade profissional. Nesse sentido, os VVig percorrem cada qual o seu lado no canteiro para atender as exigências da Arte - conferem o nivelamento e a aprumada das paredes em elevação.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

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OUT/2025

 

CIRCULAÇÃO DO SEGUNDO DIÁCONO

Em 10.04.2025 o Respeitável Irmão Fernando Gonçalves Simões Pires, Loja São João da Cachoeira, 3658, GOB -RS, Oriente de Cachoeira do Sul, Estado do Rio Grande do Sul, faz a pergunta seguinte:

 

CIRCULAÇÃO DO SEGUNDO DIÁCONO

 

Quando da circulação do 2º Diácono tenho notado em Loja Aberta, que ele, no Ocidente, quando passa pelo Delta, faz uma parada, que, no meu ver é completamente errado saudar, pois, somente é saudado pelo 1º Diácono quando do Oriente desce, para transmitir a palavra ao 1º Vigilante!

Peço sua opinião.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Conforme mencionam os rituais do REAA em vigência no GOB, edição 2024, não existe nenhuma saudação ao Delta. Saudações em Loja estão previstas nas páginas 42 e 43 do Ritual de Aprendiz do REAA.

Vale ressaltar que qualquer saudação em Loja só ocorre se a mesma estiver ritualisticamente aberta. Não há saudação se a Loja ainda não tiver sido declarara aberta pelo Venerável Mestre.

               Reitera-se que saudação em Loja aberta é feita ao Venerável Mestre quando da entrada e saída do Oriente e às Luzes da Loja (Venerável e Vigilantes) quando da entrada formal (pela Marcha do Grau) ou ainda na saída definitiva da Loja antes do encerramento dos trabalhos.

É oportuno também mencionar que não existe saudação ou parada formal quando se cruza o equador do Templo.

No caso dos Diáconos, durante a abertura dos trabalhos, o 1º Diácono não faz nenhuma saudação, nem ao sair e nem ao retornar ao Oriente. Já no encerramento, devido a Loja ainda estar aberta, ele saúda o Ven Mestre ao sair e ao retornar ao Oriente. Quanto ao 2º Diácono, tanto na abertura como no encerramento dos trabalhos, o mesmo não faz nenhuma saudação.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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jukirm@hotmail.com

 

 

OUT/2025

 

LUGAR DA CARTA CONSTITUTIVA DA LOJA

 

Em 09.04.2025 o Respeitável Irmão Marcelo Gass, Loja Tríplice Aliança, 3277, REAA, GOB-PR, Oriente de Toledo, Estado do Paraná, apresenta a dúvida seguinte:

 

CARTA CONSTITUTIVA.

 

E um dos seus consultórios Irmão diz assim: No que diz respeito à Carta e o REAA, a forma mais tradicional é a de que ela emoldurada fique exposta à visão de todos descansando sobre o último degrau que leva ao sólio, simétrica à Prancheta do Mestre (uma das três joias fixas da Loja), encostada na frente do altar-mor que é ocupado pelo Venerável Mestre. Mas por que a mesma não está na Planta do Templo?

 

CONSIDERAÇÕES

 

Como foi dito, é a forma mais tradicional, o que não quer dizer que seja obrigatória a exposição da Carta Constitutiva no terceiro degrau que leva ao sólio.

Ao seu critério, a Loja pode optar por manter a sua Carta em outro lugar, como na Secretaria, por exemplo. O que não é recomendável é fixá-la pendurada em uma das paredes internas do Templo.

              Nos últimos rituais editados pelo GOB nada foi encontrado a respeito do lugar da Carta Constitutiva na Loja. Por cauda disso é que no novo ritual resolveu-se também por não indicar um lugar específico para a exposição deste documento.

Vale ressaltar que o costume de se expor a Carta Constitutiva em um quadro emoldurado sobre o terceiro degrau, encostado no Altar, se deu devido ao fato de que várias Lojas podem ocupar um mesmo Templo durante os dias da semana. Por consequência disso, muitas Lojas acabaram deixando expostas suas cartas, umas ao lado das outras, recostadas no Altar. Ao final disso, a moda acabou se consagrando como um lugar bastante utilizado para essa finalidade.

Sem nenhum caráter iniciático, senão meramente administrativo, vale lembrar que o que a Loja, como corporação, além da sua Carta Constitutiva, também se identifica pelo seu Estandarte.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

jukirm@hotmail.com

http://pedro-juk.blogspot.com.br

 

terça-feira, 7 de outubro de 2025

SE DIRIGIR À LOJA NO USO DA PALAVRA

Em 08.04.2025 o Respeitável Irmão José Luiz Gnoato, Loja Estrela de Davi, 3880, REAA, GOB-SP, Oriente de São Paulo, Capital, apresenta a pergunta seguinte:

 

SE DIRIGIR À LOJA

 

Tivemos em nossa Loja algumas dúvidas levantadas por autoridade maçônica, que não foi citada no momento do Ir pedir a palavra. Eu entendo que alguém que se levanta para falar, deve se dirigir ao V M, Vigilantes, e demais

Irmãos, independente de quem está presente, antes de começar a falar. Entendo que não é obrigado a nominar cargos ou pessoas, um por um, antes de falar. Ocorre que vários Irmãos, que gostam da oratória, se dirigem a todas as autoridades, aos oficiais, aos mestres, aos companheiros, etc., etc., etc., antes de começar a fala. Procurei no ritual novo, mas não encontrei nada. Qual é a regra? É obrigatório nominar todos as autoridades, cargos e/ou pessoas presentes, antes de iniciar a fala? ou basta V M, Vigilantes e demais irmãos. Está escrito em algum lugar.

 

CONSIDERAÇÕES

 

De fato, nada existe que proíba a atitude de se mencionar nome por nome na ocasião do uso da palavra, muito embora o bom senso nos induza a não se pronunciar com falas eivadas de preciosismo, afinal a dialética, a retórica e a lógica ensinam ao maçom que ele deve ser objetivo, claro e conciso na sua fala.

À vista disso é que no novo ritual de Aprendiz do REAA/GOB, edição 2024, página 209 in Protocolo de se Dirigir à Loja, sugere-se o seguinte modelo para iniciar a fala quando do uso da palavra: “Ven. Mestre, IIr 1º e 2º Vigilantes, Autoridades Presentes (sem a necessidade de nominá-las uma a uma), meus IIr...

Nesse sentido, é recomendável que se use uma maneira genérica e compacta para se dirigir protocolarmente à Loja, em lugar de se ficar nominando uma a uma as autoridades e demais cargos presentes. A palavra usada com objetividade evita palavreados vazios e desnecessário que só servem para esgotar a paciência dos outros.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

http://pedro-juk.blogspot.com.br

jukirm@hotmail.com

 

 

OUT/2025