domingo, 26 de abril de 2026

PARAMENTOS DO COBRIDOR/REAA - MESTRE INSTALADO

Em 01/03/2026 o Poderoso Irmão Pedro Rodrigues Bueno Junior, Secretário Estadual de Orientação Ritualística do GOB-SP, Oriente de São Paulo, Capital.

 

PARAMENTOS - REAA

 

Mais uma vez venho me socorrer de seu conhecimento para esclarecer uma dúvida que, mesmo pesquisando em seu blog, não consegui chegar a uma conclusão sobre o correto a fazer e, por isso, peço vosso auxílio para eu possa orientar corretamente os IIr do GOB-SP. 

Se um Ir que é Mestre Instalado for ocupar o cargo de Cobridor o que ele deve usar:

Colar com a Joia de MI + Faixa de Mestre + Colar com a Joia do Cargo?

Colar com a Joia de MI + Colar com a Joia do Cargo? - (nesse caso não usa a Faixa)

Faixa de Mestre + Colar com a Joia do Cargo? - (nesse caso não usa o Colar com a Joia de MI)

Agradeço seu auxilio assim poderei orientar e padronizar essa situação, visto que cada Loja faz de um jeito.

 

CONSIDERAÇÕES

 

No caso do REAA, sendo o Cobridor Interno um Mestre Maçom Instalado, ele deve se apresentar para os trabalhos paramentado como Mestre Instalado (avental, colar e joia de M I).

Assim, ele veste, além dos seus paramentos de M I, também a faixa de Mestre, a qual vai por debaixo do colar de M I. Por último, ele veste o colar com a joia distintiva do cargo - no caso, de Cobridor Interno, ou Externo.

Um apontamento necessário: caso o titular (M I) se sinta desconfortável pelo uso excessivo de alfaias, ele pode optar por não usar o colar de M I, todavia, a faixa de Mestre e o colar com a joia distintiva do cargo são de uso obrigatório.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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ABR/2026

 

A SIGLA M. I. APÓS A ASSINATURA

Em 26.02.2026 o Respeitável Irmão Juvenal Pereira da Silva, Loja Valmir Tavares de Sales, 4832, REAA, GOB-PI, Oriente de Floriano, Estado do Piauí, solicita esclarecimentos.

 

A SIGLA M I

 

Caro Irm. Pedro Juk, o assunto que quero falar já foi muito debatido nas lojas maçônicas de todo o Brasil, mas eu não estou ainda convencido de que tal assunto da maneira como ele vem sendo tratado. Bem Trata-se da assinatura no livro de presença antes do início de uma sessão maçônica, no tocante as letras M. I. Ou seja mestres instalado. Pois bem um irmão é indicado para a Veneralato de uma loja. É eleito, é instalado e é empossado e administra sua loja de acordo com o tempo necessário a ele determinado. Tudo bem, acontece que existe irmãos reclamando o espaço lá no livro tem na coluna GRAU. Ai eu lhe pergunto, não seria melhor nesse espaço que fosse colocado (TÍTULO/GRAU). Porque aí atenderia a todos. Gostaria de saber da vossa sugestão. Tendo em vista que um mestre instalado tem o título de mestre instalado.

 

CONSIDERAÇÕES

 

De fato, esse é um assunto que, embora desnecessário, vira e mexe gerando discussões.

               De pronto, vale ressaltar que Mestre Instalado não é grau, senão um título honorífico dado àquele que é eleito para o veneralato de uma Loja, ou eleito Grão-Mestre, assim como os seu Adjunto.

Sob óptica legal, o próprio RGF trata M I como um título honorífico, portanto, assim definido, ele não é um grau iniciático.

Documentalmente, a sigla M I consta do Decreto nº 2.085, vigente, datado de 11 de junho de 1968 e assinado pelo então Grão-Mestre Geral Álvaro Palmeira. A súmula desse Decreto menciona: "PERMITE AOS MESTRES USAR A SIGLA DE SUA DIGNIDADE MAÇÔNICA". Chama-se atenção para o Decreto que trata M I por "sigla" e "dignidade maçônica", o que corrobora que Mestre Instalado não é Grau.

Como esse Decreto (ainda vigente) autoriza o uso da sigla M I após o respectivo nome, seu uso continua sendo largamente utilizado - isso é um fato.

À vista disso, a sua sugestão de incluir na coluna de identificação "TÍTULO/GRAU" é perfeitamente aceitável, podendo ser utilizada no livro de presenças da Loja, o que ajudaria a pôr fim em discussões que não levam a nada. Nesse sentido, a Loja pode sim adotar o termo "TÍTULO/GRAU" na respectiva coluna. Eu acrescentaria ainda a palavra "simbólico" logo após o Grau, a despeito de que em Lojas Simbólicas tratam-se apenas assuntos do simbolismo.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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ABR/2026

sábado, 25 de abril de 2026

FOTO VESTINDO PARAMENTOS

Em 26.02.2026 o Respeitável Irmão Osmar Delmasquio, Loja 13 de Maio, 1831, sem mencionar o Rito, GOB-ES, Oriente de Ecoporanga, Estado do Espírito Santo, apresenta a seguinte questão:

 

FOTO

 

Pode um irmão tirar foto paramentado no interior do Templo e postar no seu status?

 

CONSIDERAÇÕES

 

                 Desde de que a foto seja tirada após o encerramento dos trabalhos (não se recomenda fotos em Loja aberta), não existem óbices. 

Nada impede que algum Irmão seja
fotografado vestindo seus paramentos. Existe um enorme acervo fotográfico de Irmãos paramentados, inclusive com bastante antiguidade.

O que de fato é proibido são retratos em que o fotografado esteja com sinal composto, ou atuando em passagens ritualísticas com a Loja trabalhando regularmente sob cobertura.

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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ABR/2026

sexta-feira, 24 de abril de 2026

APROVAÇÃO DA ATA - ABSTENÇÃO

Em 25/02/2026 o Respeitável Irmão Adriano Luiz da Silva, Loja Acácia Balsense, 2351, REAA, GOB-MA, Oriente de Balsas, Estado do Maranhão, apresenta a seguinte questão:

 

APROVAÇÃO DA ATA

 

Pois bem, diante das alterações recentes no novo ritual, a questão da Ata ficou um pouco confusa, pois em um momento, o Secretario de Ritualística Estadual nos passou uma orientação e em um outro momento o Eminente Grão Mestre Estadual, participando em uma sessão de nossa loja nos passou uma outra orientação.

Confesso que a orientação do Eminente eu respeito e acato, mas não concordo, pois como foi dito, quando o Ven diz "Meus IIr, se tendes alguma observação sobre a redação da Ata que acaba de ser lida, a palavra vos será concedida nas CCol pelos IIr VVig."

No meu entendimento e como foi orientado pelo Secretário Estadual, o Ir faltante deve se levantar e ficar a Ord, quando a palavra passar por sua Col, pois ele se abstém de falar, se ele nada fizer ele estará aprovando a Ata, porque pra mim, o Ven aprova a Ata pelo silencio dos IIr nas CCol e no Or.

E se houver emenda, o Ir faltante fica a Ord novamente na hora da votação.

E a orientação que o Eminente nos passou foi que o Ir faltante não faça nada quando a palavra passar por sua coluna e só se abstenha na votação da emenda.

Caso eu esteja errado meu Ir, me corrija e sane essa dúvida.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Aquele que esteve ausente na sessão que gerou a ata, deve sim, na sua Coluna, ficar à Ordem durante as manifestações sobre a redação da ata que acabou de ser lida.

Com isso, a sua postura à Ordem não compromete a votação, já que se ele permanecesse simplesmente sentando e em silêncio, isso poderia ser interpretada como concordância pela aprovação.

No caso de emendas, se estas houverem, o Ir que esteve ausente não pode participar dessa discussão, isto é, não ele pede a palavra. Sendo assim, apenas se conserva sentado e calado.

Já, quando houver a votação de emenda, o ausente na sessão anterior (que gerou a ata) deve ficar à Ordem, postura que denota gesto de abstenção, no REAA.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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ABR/2026

COMISSÕES E COMUNICAÇÕES DO CHANCELER

Em 25/02/2026 o Respeitável Irmão Thadeu Ortona, Loja Marques de Pombal, 1220, REAA, GOB-SP, Vila Maria, Oriente de São Paulo, Capital, apresenta a seguinte questão

 

COMISSÕES E O CHANCELER

 

Estou Orador e tenho uma dúvida: Após o fechamento da Ordem do Dia, costumeiramente é passado a palavra para membros de comissões e o Chanceler faz a leitura das datas comemorativas. Existe ritualmente um “momento certo” para isso ocorrer?

 

CONSIDERAÇÕES

 

             Inicialmente, vale ressaltar que a ordem dos períodos de uma sessão ordinária consta sequencialmente no ritual em vigência. Essa ordem deve ser seguida como está.

No caso das Comissões, havendo matéria relativa a elas que demande de discussão, votação e aprovação, o Venerável Mestre deve incluir o objeto antecipadamente na pauta da Ordem do Dia, não depois dela.

Se porventura forem assuntos que não demandem de votação, o momento apropriado para manifestações é na Palavra a Bem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular.

Na hipótese das comunicações de aniversário feitas pelo Chanceler, as mesmas também devem ser comunicadas na Palavra a Bem da Ordem em Geral e do Quadro em Particular.

Finalizando, para o bem da ritualística, não é permitida a criação de períodos alheios aos previstos no ritual. Ritual em vigência deve ser cumprido como se encontra e o Orador deve fiscalizar, com rigor, o seu cumprimento.

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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ABR/2026

COMUNICAÇÃO DO TESOUREIRO - EM PÉ OU SENTADO?

Em 23.02.2026 o Respeitável Irmão Wanderson da Silva Prada, Loja Acácia Laranjeirense, 2472, REAA, GOB-PR, Oriente de Laranjeiras do Sul, Estado do Paraná, pede esclarecimento para o que segue:

wandersonprada@hotmail.com

 

COMUNICAÇÃO DO TESOUREIRO

 

Há alguns meses indaguei ao respeitável Irmão sobre a (des)necessidade de o Tesoureiro, ao anunciar o Tronco de Beneficência, se dirigir as Luzes ou apenas ao Venerável Mestre. Em minha Loja o Venerável dá sequência aos trabalhos após a coleta do tronco e, durante a palavra a bem da ordem em geral e do quadro em particular, o Tesoureiro anuncia o resultado. Conforme suas orientações, seguindo o Ritual, o Tesoureiro deve apenas se dirigir ao Venerável Mestre e anunciar o resultado obtido.

A dúvida que me surgiu, posteriormente, foi se este anúncio do Tronco de Beneficência - durante a Palavra a Bem da Ordem... - deve ser feito em pé e a ordem ou pode ser anunciado sentado.

Agradeço mais uma vez a paciência e dedicação do respeitável Irmão, em sempre nos socorrer com tantas dúvidas que surgem.

 

CONSIDERAÇÕES

 

              No Ocidente da Loja somente podem falar sentados os Vigilantes. Assim, todos os demais Irmãos das Colunas, inclusive o Chanceler e o Tesoureiro, sem nenhuma exceção, falam em pé, portanto à Ordem.

Ainda, no tocante ao Chanceler e o Tesoureiro, vale lembrar que a mesa que cada um ocupa em detrimento do seu ofício, não é justificativa para que ambos falem sentados no Ocidente. Independentemente da mesa, reitera-se: ambos falam à Ordem.

A respeito do Tesoureiro, cabe ainda mais uma observação. Trata-se do seguinte: como a vossa Loja adota o anúncio do resultado da coleta no período da palavra a bem da Ordem em geral e do Quadro em particular, o Tesoureiro também pode, se for o caso, usar da palavra nesse momento para abordar outros assuntos que sejam necessários. Nesse caso ele à Ordem e se dirige à Loja pela forma de costume, comunicando por primeiro ao Venerável o resultado da coleta e em seguida se pronuncia para os demais. Isso evita que o Tesoureiro precise pedir a palavra duas vezes.

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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ABR/2026

quarta-feira, 22 de abril de 2026

SINAL DE APRENDIZ

Em 22/02/2026 o Respeitável Irmão Luciano Barros de Andrade, Loja Luz e Razão, 3930, REAA, GOB-RS, Oriente de Santo Ângelo, Estado do Rio Grande do Sul, pede esclarecimentos para o seguinte:

 

SINAL

 

Por gentileza, gostaria de esclarecer duas situações em relação a ritualística que podem parecem óbvias, mas quando executadas de maneira incorreta, transmitem um entendimento dificilmente passível de correção.

Salvo outro entendimento, a ritualística maçônica se assemelha à ordem unida no meio militar. Na maioria das vezes, quando bem praticada, é algo marcante para os que assistem, assim como causa uma péssima impressão quando mal executada.

Possivelmente assumirei o Cargo de Mestre de Cerimônias da minha Loja neste ano e gostaria de seguir rigorosamente as informações constantes nos rituais.

Perguntas:

1 - Na página 39, item 1.7. Cobridor do Grau de Aprendiz, está descrito como deve ser executado o S de Ord. No final do texto consta que o b esq fica naturalmente caído ao longo do corpo. Dúvida: E a m esq? Aprendi que a m esq forma um e entre o pol, com a falange distal (ponta do dedo) encost no c e os demais 4 dd uun (apontados para baixo) com o dorso da m voltado para frente. Está correta essa posição da mão?

2 - O Mestre de Cerimônias quando dirige, do seu lugar, a saída dos Irmãos do Templo deve portar o bastão do Cargo?

 

RESPOSTAS

 

Quanto ao sinde Apr e a m e∴∴, não há com ela nenhuma formação de esq com o respectivo pol e os demais dd uu. No caso, a m, junto com o antebraço atinente, ficam caídos ao longo do lado esquerdo do corpo. É oportuno lembrar que o sin de Apr é gut e é feito tão somente com a m d. Não há nenhuma postura especial ou gestual para a m e na composição do sin do 1º Grau. Lamento dizer, mas quem lhe ensinou, ensinou errado.

Quanto ao M CCer e o bastão, durante a retirada dos Irmãos após o encerramento, ele não precisa portar o mesmo, levando-se em conta de que ele dirige a retirada dos Irmãos do seu lugar, sem a necessidade de conduzir individualmente nenhum dos retirantes. Além do que, a Loja também já está fechada. Procedimento diferente do ingresso do préstito, quando o M CCer terá que conduzir o Venerável Mestre até o seu lugar para a abertura dos trabalhos, razão pela qual ele estará munido do seu bastão.

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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ABR/2026