sábado, 7 de fevereiro de 2026

ANÚNICIO DO PRODUTO AUFERIDO

Em 18.09.2025 o Respeitável Irmão Wanderson da Silva Prada, Loja Acácia Laranjeirense, REAA, GOB-PR, Oriente de Laranjeiras do Sul, Estado do Paraná, solicita esclarecimento.

ANÚNCIO

Dias atrás, surgiu uma dúvida entre os Irmão sobre o anúncio do resultado do Tronco de Beneficência.

Pelo ritual, devo me dirigir apenas ao Venerável Mestre e informar o valor colhido. Todavia, quando o Venerável Mestre não aguarda o anuncia e dá continuidade aos trabalhos, passando para a palavra a bem da ordem em geral e do quadro em particular, devo apenas me dirigir a ele, quando o uso da palavra se restringir ao resultado do Tronco ou, independentemente de haver outros assuntos a tratar, sempre saúdo as três luzes e os demais irmãos?

CONSIDERAÇÕES

No desenrolar da sessão, assim que seja possível informar o resultado da coleta, o Tes deve pedir a palavra ao 1º Vigilante. Logo que receba a autorização, o Tes imediatamente informa o montante auferido ao Ven Mestre, sem a necessidade de também se dirigir protocolarmente aos demais Irmãos da Loja.

Ressalte-se que o titular ao informar o valor não está se dirigindo à Loja, mas apenas ao Ven Mestre que, em momento oportuno informará oficialmente à Loja.

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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FEV/2026

COMPOSIÇÃO DA LOJA COM SETE MESTRES - REAA

Em 17.09.2025 o Respeitável Irmão José de Arimatéa Melo Cunha, Loja Fraternidade Campomaiorense, 1605, REAA, GOB-PI, Oriente de Campo Maior, Estado do Piauí, apresenta a seguinte questão:

 

COMPOSIÇÃO DA LOJA

 

Conforme o previsto no Art. 96 do RGF:

“XXII – realizar Sessões com, no mínimo, 7 Mestres Maçons".

Em uma sessão do REAA, onde estão presentes somente o número mínimo de Mestres para ocorrer, que são os 07, sabemos que são obrigatórios os cargos de 1) Venerável, 2) 1º Vig, 3) 2º Vig, 4) Orador, 5) Secretário, 6) Cobridor e 7) Mestre de Cerimônias.

01 Questionamento:

Desta formatação, quem leva a palavra, fazendo o papel dos Diáconos, bem como quem irá trabalhar como Chanceler e Tesoureiro?

Imagino que o Chanceler, que somente atesta o número regular de obreiros, possa ser
substituído pelo Mestre de Cerimônias, que atesta os paramentos e insígnias de cada um na sessão. Já o Tesoureiro, talvez possa ser substituído, pelo Orador ou secretário, para a conferência do tronco.

02 Questionamento:

No caso do Secretário trabalhar como 1º Diácono, será “permitido” que seu altar fique vago excepcionalmente neste caso, assim como ficarão vagos os altares do Chanceler e do Tesoureiro?

CONSIDERAÇÕES

Conforme especifica o Ritual de Aprendiz vigente do REAA, edição 2024, página 214, título "Com 7 Mestres", uma Loja trabalhando com número mínimo previsto de Mestres Maçons deverá ser composta da seguinte forma: Venerável Mestre, 1º e 2º Vigilantes, Orador, Secretário, Cobridor Interno e Mestre de Cerimônias. Para a liturgia da transmissão da Palavra Sagrada, os cargos de 2º e 1º Diáconos, momentaneamente serão exercidos pelo Mestre de Cerimônias e pelo Secretário, respectivamente.

Não obstante não constar no ritual o preenchimento dos cargos de Tesoureiro e Chanceler, deverão acumular esses cargos o Orador e o Secretário, respectivamente.

No tocante aos lugares vazios, primeiro é bom que se diga que salvo os Altares do Venerável (Altar Mor), dos Juramentos (extensão do Altar Mor) e dos Perfumes, os demais são tratados apenas como "mesas".

À vista disso, enquanto o Secretário estiver momentaneamente exercendo o ofício do 1º Diácono na transmissão da Palavra, o seu lugar, pelas circunstâncias ficará vazio. O mesmo ocorre com os lugares do Tesoureiro e do Chanceler, já que as suas atribuições estarão sendo acumuladas pelo Orador e Secretário, respectivamente.

Por fim, é oportuno salientar que sob nenhuma hipótese Aprendizes e Companheiros podem ocupar cargos em Loja.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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FEV/2026


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

ENDEREÇO DO CANDIDATO E O SINAL E A PORTA ABERTA

Em 16.09.2025 o Respeitável Irmão Aristensir Gil Portela, Loja Equidade e Justiça, 2336, REAA, GOB/GODF, Oriente de Brasília, Distrito Federal, solicita os seguintes esclarecimentos:

 

ENDEREÇO E PORTA FECHADA

 Diz no Ritual de Aprendiz do REAA, 2024:

“Ven Mestre - E a(s) sua(s) residência(s) atual(is)?

1º Exp - Reside(m) no Oriente(s) de: (cidade)

Ven Mestre - E a(s) sua(s) residência(s) atual(is)?

1º Exp. Reside(m) no Oriente(s) de: (cidade)”.

Pergunto: Quando deste diálogo entre o Ven e 1º Exp o Experto deve dizer o endereço por inteiro da residencial ou somente dizer o Oriente onde o candidato reside?

Gostaria também que o Poderoso Irmão pudesse me tirar esta outra dúvida:

Já estando a Loja aberta, e quando da entrada e retirada do Pavilhão Nacional, é comum vermos o Ven Mestre pedir para se desfazer o Sinal de Ordem, enquanto a porta estiver aberta. Em uma de minhas visitas, constatei que esse procedimento não foi adotado. Quando do término da sessão, perguntei ao Venerável da Loja sobre essa prática, ele me disse que no novo Ritual/2024 o Átrio faz parte do Tempo, como não encontrei nada a respeito, sobre o tema, faço a seguinte consulta: Deve se desfazer o Sinal ou Não?

 

CONSIDERAÇÕES

 

            Na questão da informação dada pelo Experto no exercício do seu ofício, basta que ele, naquele instante, mencione somente a cidade onde reside o Candidato. Não há necessidade de informar detalhadamente o endereço, pois esta é apenas uma passagem ritualística pro forma, lembrando que a Loja possui o dossiê com todas essas informações sobre o Candidato, não obstante tenha ele já passado pelas sindicâncias regulamentares e tenha sido escrutinado e aprovado, inclusive com Placet expedido pela Obediência autorizando a sua iniciação. Por conta disso, é dispensável todo esse excesso de preciosismo.

No que diz respeito estar a porta fechada para composição do sinal, me parece ser também outro excesso de preciosismo. Veja, estando a porta momentaneamente aberta para atender a uma breve passagem litúrgica prevista no ritual, não quer dizer que não se possa compor ou fazer o sinal nesta ocasião. Trata-se apenas de um procedimento de curta duração, sendo que a porta será fechada imediatamente logo a seguir. No mais, seria ainda preciso muito exercício de imaginação para se supor que goteiras pudessem aparecer no átrio para bisbilhotar os trabalhos.

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK – SGOR/GOB

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FEV/2026

ATIVIDADE DOS EXPERTOS

Em 16/09/2025 o Poderoso Irmão Pedro Bueno, Secretário Estadual do GOB-SP, Oriente de São Paulo, Capital, apresenta a seguinte questão.

 

ATIVIDADE DOS EXPERTOS

Quando da visita de um Irmão desconhecido aos membros de uma Loja e já com a sessão em andamento, em consulta a vosso blog verifiquei que a orientação passada é de que a devida verificação da regularidade desse visitante deva feita pelo Ir 2º Exp. Essa informação, também, encontra-se de forma clara no Ritual de Aprendiz - pág. 36, quando o Ven solicita a ele (2º Exp) que se dirija à Sala dos Passos Perdidos para verificar se há visitantes. Até aqui tudo claro, porém, ao lermos o Ritual de Instalação - pág. 112 quando é dada posse ao 1º Expé dito: (...) sua função é verificar se todos os que pretendem entrar no Templo, sem serem da Loja, são IIr regulares. Diante dessa divergência tenho recebido algumas consultas solicitando esclarecimentos sobre qual é o procedimento correto a ser adotado. Quem deve fazer a verificação? Peço vossa orientação para poder orientar de forma correta os IIr de nosso Oriente.

CONSIDERAÇÕES

De início, devo salientar que prevalece o que está previsto no Ritual 2024 do REAA vigente no GOB.

Infelizmente o Ritual de Instalação, talvez pelas circunstâncias da sua criação, ainda traz muitos paradoxos em relação aos rituais do simbolismo dos ritos praticados no GOB.

Adianto que vem aí novos rituais de Instalação, agora separados individualmente por rito. Este processo já está em fase de diagramação e ajustes para impressão.

Assim, os novos rituais de Instalação virão corrigidos, acabando com muitas "discrepâncias", tais como essa mencionada na sua questão.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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FEV/2026

PURISTAS DE PLANTÃO

Em 15.09.2025 o Respeitável Irmão Dyogner do Valle Mildemberger, Loja Gralha Azul, 2514, REAA, GOB-PR, Oriente de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, faz a seguinte colocação:

 

PURISTAS

 

Espero que esteja bem. Tenho acompanhado seu blog e admiro a forma como você aborda diversos aspectos da Maçonaria, sempre trazendo reflexões interessantes e acessíveis.

Em um dos artigos, notei o seu comentário: “Outros comentários não são possíveis por aqui, pois os puristas de plantão devem estar a postos para destilar a sua ira sobre aqueles que ‘revelam segredos.”

Isso me trouxe uma dúvida prática. Também iniciei um blog sobre Maçonaria em março deste
ano e ainda estou buscando um caminho para selecionar os temas e conteúdo que posso publicar sem ultrapassar limites impróprios. Gostaria de saber como você define o que pode ou não pode ser escrito, especialmente em relação ao equilíbrio entre o que é público, o que é simbólico e o que deve permanecer reservado aos trabalhos internos.

Acredito que sua experiência pode me ajudar a ter mais clareza nessa escolha editorial.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Na execução desse ofício eu evito esmiuçar temas relativos aos sinais, toques, palavras, marchas, etc., que possam revelar algo que não seja permitido aos não iniciados. No caso, é preciso ser prudente na abordagem de temas que envolvem os Cobridores do Grau (onde estão os verdadeiros segredos da Moderna Maçonaria).

Dentre outros, o maior problema tem sido os “puristas de plantão” que, por entenderem pouco e "acharem muito", destilam o seu ódio sobre qualquer abordagem acadêmica da história, liturgia e ritualística maçônica. Acham esses “paladinos” que tudo é capaz de expor a Maçonaria ao mundo profano.

Entendo que as coisas não são assim, sendo possível, com cautela, discrição e responsabilidade, se abordar inúmeros temas relativos à Ordem Maçônica, sem, contudo, expô-la aos olhos dos não iniciados.

Desafortunadamente os tais puristas de plantão, por pouco, ou quase nada conhecem das entranhas da Maçonaria, ficam a se agarrar em anacronismos e fantasias, como fossem esses os verdadeiros e reais segredos da Sublime Instituição. Isso sem contar com os adoradores de autores temerários que poluem a literatura maçônica com falsos conceitos, mentiras e exacerbadas superstições.

À vista disso, cabe a quem escreve com seriedade, avaliar cada uma das possíveis circunstâncias que poderão se apresentar, sobretudo pela vastidão da cultura maçônica – da verdadeira cultura, e não de elementos mentirosos que vivem protegidos pela ignorância.

No caso do Blog do Pedro Juk, para me proteger de ataques odiosos, sobretudo quando abordo temas que envolvem sinais, toques e palavras, tenho me utilizado do artifício da abreviatura maçônica na primeira letra do vocábulo, onde o leitor, realmente preparado, pode compreender perfeitamente o encadeamento daquilo que se pretende expor, sem prejuízo de se revelar matéria protegida e reservada somente aos iniciados.

São muitas as situações. Uma boa proteção para quem escreve sobre Maçonaria é antes de tudo ser prudente e amante da verdade, fora isso, é estar preparado para enfrentar os ataques dos vaidosos e presunçosos invejosos.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

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FEV/2026

 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

CADEIA DE UNIÃO - CARACTERÍSTICAS PARA O REAA

Em 11/09/2025 o Respeitável Irmão Olney Ferreira da Paixão, Loja Fidelidade Mineira, REAA, GOMG (COMAB), Oriente de Juiz de Fora, Estado de Minas Gerais, faz a seguinte pergunta:

 

CADEIA DE UNIÃO

 

Tomo a liberdade de solicitar ajuda a fim de sanar uma dúvida, com referência a ritualística sobre a CADEIA DE UNIÃO, como formar a Cadeia e a postura, no REAA do GOMG.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Inicialmente, devo mencionar que não tenho em mãos o ritual vigente do REAA do GOMG (COMAB). Assim, os comentários a seguir prendem-se apenas aos procedimentos originais aplicados no REAA.

Historicamente, a Cadeia de União surgiu na França em 1777 pela necessidade de se barrar o ingresso de maçons irregulares nas Lojas, visando, com isso, atender à regularidade restabelecida à Maçonaria francesa pelo Grande Oriente da França, pós período turbulento que ocorrera no século XVIII.

À vista disso, a Cadeia de União foi criada apenas para a transmissão da Palavra Semestral, e assim tem sido no REAA original. No Brasil, o seu uso foi adotado pelo GOB em 1832, mantendo-se até os dias atuais.

Sob o aspecto do seu comportamento ritualístico, a Cadeia de União é organizada em formato circular, com os Irmãos distribuídos ao centro do Ocidente. Dessa formação peculiar, somente podem participar Irmãos regulares da Loja. Eventuais visitantes, mesmo que de outras coirmãs e da mesma Obediência, não podem participar da Cadeia de União.

             Graças a isso é que a Cadeia é formada somente após o encerramento dos trabalhos, depois que visitantes já tenham se retirado.

Desse modo, os Irmãos formam a Cadeia de União de mãos dadas uns com os outros, tendo os respectivos braços cruzados pela frente do corpo, o direito por cima do esquerdo. Nesta formação, o Venerável Mestre se coloca na banda oriental do dispositivo circular, tendo imediatamente à sua direita e esquerda, respectivamente, os Irmãos 1º e 2º Vigilantes. De frente para o Venerável, no lado oposto do círculo, na banda ocidental, coloca-se o Mestre de Cerimônias, tendo à sua esquerda e direita, distribuídos de modo equilibrado, os demais Irmãos.

Estando todos de mãos dadas, ocupando o dispositivo, o Venerável Mestre transmite, sussurrando no ouvido dos Vigilantes a Palavra Semestral, a qual percorre sucessivamente pelo lado Norte e Sul da Cadeia, até chegar ao Mestre de Cerimônias, que a recebe em ambos os ouvidos. Ato seguido, o Mestre de Cerimônias, por dentro do dispositivo, sai do círculo, enquanto que os Irmãos que o ladeiam dão-se as mãos para restabelecer o dispositivo; o Mestre de Cerimônias então vai até o Venerável Mestre e lhe transmite a Palavra da mesma forma que recebeu, depois o volta seu lugar na Cadeia.

Se a Palavra estiver correta, o Venerável Mestre informa e recomenda que todos a guardem como penhor de regularidade. Finalmente, desfaz-se Cadeia de União e o Venerável Mestre, ajudado pelo Mestre de Cerimônias, incineram no centro, em um dispositivo apropriado, a Palavra que acabou de ser transmitida. Logo, todos se retiram do templo. Esta é a mecânica ritualística da transmissão da Palavra Sagrada no REAA.

Outras ponderações: No REAA, durante a formação da Cadeia de União, os seus componentes não juntam a ponta dos seus pés, uns com os outros; ao final da transmissão não existe nenhuma aclamação, a exemplo da tríade Saúde, Força e União, ou outras do gênero; a Cadeia de União é formada exclusivamente para a transmissão da Palavra Semestral, nela não cabem preces, súplicas, orações, pedidos em favor de enfermos, etc.

Ainda, a Palavra Semestral é enviada às Lojas pelo Grão-Mestre da Obediência, duas vezes por ano.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

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FEV/2026

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

SESSÃO CONJUNTA E O USO DO CHAPÉU

Em 10/09/2025 o Respeitável Irmão Oscar Brandão Muniz, Loja Inconfidentes, 3459, REAA, GODF/GOB, Oriente de Guará, Distrito Federal, apresenta a seguinte questão:

 

SESSÃO CONJUNTA

 

Numa sessão conjunta todos os Veneráveis Mestres devem usar o chapéu, ou somente aquele que presidirá a sessão?

 

CONSIDERAÇÕES

 

Para que uma sessão seja conjunta é preciso que as Lojas sejam incorporadas. Para que isso ocorra tambémé preciso que todas elas trabalhem no mesmo rito e, no caso, sejam federas ao Grande Oriente do Brasil (páginas 74 e 75 do Ritual de Aprendiz do REAA vigente no GOB).

              Assim, estando duas ou mais Lojas incorporadas, elas trabalham em uma sessão conjunta. Nessa condição, as Lojas dividem os cargos entre elas, não podendo, sob nenhuma hipótese, dois ou mais titulares ocuparem um mesmo cargo.

Em função disso, nos trabalhos de uma sessão conjunta de Aprendiz ou de Companheiro, apenas o Venerável Mestre que estiver dirigindo os trabalhos é que usa chapéu. Em Grau de Mestre Maçom, todos usam chapéu.

Para finalizar, reitera-se: em uma sessão conjunta onde duas ou mais Lojas atuam, haverá apenas um Venerável Mestre, um 1º Vigilante, um 2º Vigilante, um Orador, um Secretário, e assim por diante. As Lojas Incorporadas, em comum acordo, decidem quais os Irmãos que ocuparão os respectivos cargos nos trabalhos conjuntos. Não pode haver dois ou mais ocupantes para o mesmo cargo.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB 

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FEV/2026