segunda-feira, 20 de julho de 2026

BANDEIRA NACIONAL

Em 09.05.2026 o Respeitável Irmão Américo Mégda, Loja Estrela do Rio Claro, 496, REAA, GOB-SP, Oriente de Rio Claro, Estado de São Paulo, pede esclarecimentos.

 

BANDEIRA NACIONAL

 

Gostaria de tirar uma dúvida a respeito da saudação ao pavilhão nacional.

Na saída, o Porta-Bandeira fica no Oriente enquanto a Guarda fica (ocidente) montada abaixo da escada.

Andei vendo alguns vídeos e me surgiu a dúvida, uma vez que cada um faz de um jeito.

No momento que um irmão se dirige à Bandeira para saudá-la, a Guarda de Honra deve abater a espada? Caso sim, isso ocorre tanto em sessões magnas quanto públicas?

Não achei nenhuma orientação a respeito.

A bandeira pode ficar dentro do templo após a saudação e execução do hino?

 

CONSIDERAÇÕES

 

Primeiramente é preciso que sejam esclarecidos alguns pontos, senão vejamos:

É notório que desde de maio de 2016 está em vigência no GOB o Decreto 1476/2016, o qual dispõe sobre o Cerimonial para Bandeira Nacional no GOB. Assim, se bem observada a Arte, nele o Irmão certamente irá encontrar as respostas que precisa.

Também, consta no RGF, em seu Artigo 108, que todas as sessões públicas, são magnas portanto, nelas é obrigatória a entrada e saída formal do Pavilhão Nacional, conforme o Decreto mencionado no parágrafo logo acima.

              Dito isso, a questão não é de que "de cada um faz do seu jeito", senão de desrespeito a ritual vigente e Decreto 1476/2016. A questão é de que o Orador deveria fiscalizar o cumprimento da Lei, não permitindo o seu descumprimento.

Vale ressaltar que todos os procedimentos ritualísticos para o cerimonial da Bandeira Nacional estão previstos nos instrumentos legais. Basta seguir o que neles está escrito.

Especialmente sobre a Guarda de Honra e a saudação à Bandeira, a guarda abate
(apresenta) espadas durante a saudação feita pelo Orador. Concluída a mesma, volta-se com as espadas em ombro-arma para o canto da primeira e última estrofes do Hino à Bandeira, conforme oriente o Decreto 1476.

Finalmente, sob nenhuma hipótese nas sessões magnas (também as públicas) o Pavilhão Nacional volta a ser colocado no seu pedestal dentro do Templo depois da saudação e canto do Hino à Bandeira. Como menciona o Decreto que regula todos esses procedimentos, obrigatoriamente o Pavilhão é conduzido para fora do templo.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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jukirm@hotmail.com

 

 

JUL/2026

DISPENSA DE FORMALIDADE - INGRESSO DE ATRASADO

Em 07/05/2026 o Respeitável Irmão Tacachi Iquejiri, Loja Luz de Outubro, 2081, REAA, GOB-MS, Oriente de Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul, apresenta a seguinte questão:

 

DISPENSA DE FORMALIDADE

 

Reporto à sabedoria do Irmão para esclarecer se é aceitável o V M, no REAA, dispensar a formalidade no ingresso de IIr retardatários, quando a Loja já estiver aberta.

Essa pergunta se fundamenta no fato de se verificar com frequência essa tomada de decisão do V M.

Obrigado pela atenção.

 

CONSIDERAÇÕES

 

              Entende-se que todo ingresso em Loja aberta deve ser formal, sobretudo para aqueles que chegam atrasados por atrapalharem o andamento dos trabalhos.

Diante disso, um Irmão retardatário deve ingressar pela marcha do Grau e saudar as Luzes na forma de costume, cabendo apenas, se for um Irmão conhecido, ser dispensado o questionário de reconhecimento.

O Venerável Mestre, em respeito àqueles que chegaram no horário, não deveria dispensar as formalidades, evitando assim contribuir com a indisciplina de se chegar atrasado – tolerância não deve ser confundida com indulgência.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JUL/2026

domingo, 19 de julho de 2026

DECRETO 1476/2016 - BANDEIRA NACIONAL

Em 07/05/2026 o Respeitável Irmão Cesar Augusto Carvalho Salim Junior, Loja Lauro Sodré IV, 1612, REAA, GOB-RJ, Oriente de Itaocara, Estado do Rio de Janeiro, formula a seguinte pergunta:

 

DECRETO 1476/2016

 

Recorro a vossa sabedoria, para sanar uma dúvida referente ao decreto 1.476 que dispõe sobre o cerimonial para a Bandeira Nacional. O Art. 6°, "por ocasião da saudação à Bandeira observa-se os seguintes procedimentos: "(ali ele explica todo procedimento). No item V, letra "a", no caso do REAA, "seguram a espada pelo punho, mão firme, braço estendido em diagonal, para direita do corpo, ângulo de 45° ponta da espada voltada para o solo e após o término da saudação todos voltam à posição de à Ordem". O Art.º 8°, fala de quando é entoado a primeira e última estrofe do Hino à Bandeira. Fica minha dúvida... A guarda de honra (mencionada no Art. 6° item II), volta quando a ombro arma? Após a leitura da saudação "Bandeira do Brasil./ que acabas de assistir..." ou volta a ombro arma após entoar o Hino à Bandeira? Desde já, agradeço a atenção poderoso irmão. TFA.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Durante a saudação ao Pavilhão Nacional, feita pelo Orador antes do encerramento dos trabalhos, a Guarda de Honra abate espadas. Concluída a mesma, a Guarda volta a posição de espadas em ombro-arma.

Para o canto da 1ª e última estrofes do Hino à Bandeira, a Guarda de Honra se mantém com as espadas em ombro-arma.

 

 

T.F.A.

 

 PEDRO JUK - SGOR/GOB

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jukirm@hotmail.com

 

 

JUL/2026

O CHAPÉU E O VENERÁVEL MESTRE VISITANTE - REAA

Em 07/05/2026 o Respeitável Irmão Gustavo Ribeiro Pereira, Loja Filhos de Hiram IV, 3027, GOB-RS, REAA, Oriente de Marcelino Ramos, Estado do Rio Grande do Sul, pede esclarecimentos.

 

CHAPÉU E O VISITANTE

 

Mais uma vez entro em contato com o irmão para tirar dúvidas. Acerca do paramento do V M em exercício ao visitar outra Oficina, consultando os posts do blog verifiquei que deve ser completo, avental, colar e punhos de VM. A dúvida é em relação ao chapéu após os novos rituais. Independente da sessão a ser visitada, o V M em visita a outra loja usa sempre o chapéu?

 

 

CONSIDERAÇÕES

 

Nesse sentido existem alguns pormenores que precisam ser levados em consideração.

No caso de um Venerável Mestre do REAA visitando uma Loja que pratica outro rito, é recomendável que ele não use o chapéu para não ferir a ritualística da Loja que ele estiver visitando.

               Ainda, se o caso for de visitar a uma Loja do REAA que esteja trabalhando no Grau 01 ou 02, o Venerável visitante também não deve usar chapéu, a despeito de que o ritual vigente é bem claro ao mencionar que em Loja de Aprendiz e Companheiro somente o Venerável Mestre (dirigente dos trabalhos) é quem se cobre. Nesse sentido, o Venerável visitante não deve usar o chapéu.

Entretanto, se os trabalhos estiverem ocorrendo em Loja de Mestre Maçom, onde no REAA todos os Mestres se cobrem, aí é perfeitamente admissível que também o Venerável visitante use cobertura.

É oportuno lembrar que a cobertura no REAA se trata de um chapéu negro desabado (com abas moles), cujo modelo pode ser encontrado no respectivo ritual do 3º Grau/GOB, página 35

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JUL/2026

sábado, 18 de julho de 2026

VENERÁVEL MESTRE PERAMBULANDO PELA LOJA

Em 05.05.2026 o Respeitável Irmão Rodrigo Cesar Abu Bakr, Loja 21 de Março, REAA, GOB-SP, Oriente de Várzea Paulista, Estado de São Paulo, faz a seguinte pergunta:

 

VENERÁVEL MESTRE

 

Minha dúvida é a do nosso Venerável Mestre. Durante a sessão de iniciação, na leitura que o Venerável tem de fazer, ele poderá executar circulando em Loja ou deve se postar da cadeira dele no Oriente? Talvez pergunta se prende ao fato de o Venerável querer dar mais dinamismo e integração com os irmãos presentes.

Agradeço mais uma vez pela atenção!

 

CONSIDERAÇÕES

 

               Está mais do que na hora de pararmos com essas invencionices. Ora, no andamento da cerimônia de Iniciação, o único momento previsto em que o Venerável Mestre sai do seu lugar é quando ele procede a sagração (consagração) do candidato.

Fora essa oportunidade, todas as suas falas ocorrem com ele no seu lugar em Loja, que é o trono, sob o dossel, e não "perambulando" pela Loja.

O Venerável Mestre não pode fazer isso, sob pena de estar desrespeitando o que menciona o ritual em vigência.

É bom que se diga que o ritual vigente deve ser seguido como está elaborado e ponto final. Lembra-se que a magnitude da cerimônia, por si só, já é dinâmica e carrega costumes e tradições, portanto não há necessidade de o Venerável Mestre inventar procedimentos para acrescentar dinamismo e integração.

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JUL/2026

quinta-feira, 16 de julho de 2026

QUESTIONÁRIO - AUMENTO DE SALÁRIO

Em 05/05/2026 o Respeitável Irmão Antônio Luiz de Souza, Loja Alferes Tiradentes, 1680, REAA, GOB-ES, Oriente de Vila Velha, Estado do Espírito Santo, pede esclarecimento para o que segue:

 

QUESTIONÁRIO

 

Levantou-se a dúvida sobre o artigo 35 § 1º do RGF:

“Será exigido, no mínimo, que o Aprendiz elabore um trabalho escrito, a ser devidamente analisado pela Comissão de Admissão e Graus. A Loja fará também um questionário sobre os conhecimentos adquiridos pelo Aprendiz e permitirá que se façam arguições orais. Concluído o exame, o Aprendiz cobrirá o Templo e a Loja passará ao Grau de Companheiro. O Venerável Mestre abrirá a discussão sobre o exame prestado. Em seguida colocará em votação o pedido de colação ao Grau de Companheiro o qual será decidido pela manifestação da maioria dos Irmãos do Quadro presentes à sessão”.

Foram realizadas perguntas do ritual ao irmão Aprendiz (1,2 e 3) instruções. Um Mestre Instalado se insurgiu, disse que teria que fazer as perguntas do questionário que a Loja criou. Esse questionário que fala o RGF, a Loja deve montar um questionário? Ou as perguntas devem ser realizadas dentro do ritual? Grato pela atenção, meu irmão.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Para dar cumprimento à legislação, é solicitado que a Loja crie um "questionário" destinado a sabatinar o candidato à Elevação.

             O artigo menciona um "questionário", mas não indica de onde as perguntas devem ser tiradas, ou como elaboradas. Obviamente, que o mais racional é uma preparação baseada nas instruções de Aprendiz que constam no ritual, não obstante isso não ser uma regra. A Loja, com o Vigilante instrutor, devem elaborar o questionário da forma que melhor lhe aprouver.

Muitas Lojas criam, através da sua Comissão de Admissão e Graus, instrumentos para instrução, dos quais questionários para essas ocasiões.

De tudo isso, o critério de elaborar de um questionário para aumento de salário é exclusivamente da Loja, desde que ele a matéria se destine à verificação da qualidade de conhecimento daquele que pleiteia um aumento de salário.

 

NOTA – O questionário para aumento de salário deve atender as Instruções previstas no Ritual, podendo, no entanto, a juízo da Oficina, ser mesclado com outras questões apropriadas para o conhecimento de um candidato pertencente a uma Loja do GOB.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JUL/2026

quarta-feira, 15 de julho de 2026

ORDEM DE ABORDAGEM - CIRCULAÇÃO DAS BOLSAS

Em 04/05/2026 o Respeitável Irmão Eduardo Squef, Loja Lealdade, 229, Leste do Paraguai, REAA, Grande Loja Simbólica do Centenário do Paraguai, Oriente de Encarnación-Itapua, República do Paraguai, solicita esclarecimentos para o que segue:

 

ORDEM DE ABORDAGEM

 

Minha pergunta é sobre a ordem do trajeto do saco de caridade feito com cerimônias. Minha Loja pratica a REAA na República do Paraguai. Você me ajudaria muito indicando a ordem ritualística da rota (V M, 1º Vig, 2º Vig, Orad, Secr, etc., nessa ordem). De agora em diante, muito obrigado e envio um Abraço Fraternal Triplo!

 

CONSIDERAÇÕES P/REAA

 

A bolsa de Solidariedade (Tronco de Beneficência), assim como a de Propostas e Informações, em qualquer situação segue a seguinte ordem de abordagem: Ven Mestre, 1º e 2º VVig; Orador, Secretário e Cobridor Interno; após esses seis primeiros cargos, faz-se a coleta dos demais que ocupam o Or, começando pelas Autoridades, depois os Mestres Instalados e finalmente os que ocupam cargos no Oriente.

             Concluída a abordagem e coleta no Or, o titular faz a coleta de todos os Mestres Maçons que ocupam a Coluna do Sul e em seguida dos que ocupam a Coluna do Norte; terminada a coleta dos Mestres, o titular procede com a coleta dos Companheiros (ao Sul) e dos Aprendizes (ao Norte). Ao finalizar o trajeto, próprio titular, auxiliado pelo Cobr Int, deposita o seu óbolo ou proposta na bolsa. Finalmente se coloca novamente entre CCol
enquanto aguarda ordens do Ven Mestre.

Durante a coleta dos Mestres Maçons no Oc (Colunas do Sul e do Norte), os ocupantes de cargos não possuem prioridade no momento da abordagem, sendo os mesmos indistintamente abordados junto com os demais MM MM.

Finalizando, não importando a Autoridade que estiver presente, no REAA os titulares dos cargos de Ven Mestre, VVig, Orad, Secr e Cobr Int são sempre os primeiros a serem abordados na coleta. As Luzes da Loja são sempre as três primeiras porque são os detentores dos malhetes.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK 

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JUL/2026