quarta-feira, 4 de março de 2026

SUDESTE DO TEMPLO E SINAL DE OUTRO RITO

Em 23/10/2025 o Respeitável Irmão Orestes Lemos da Silva, Loja Vale do Peruípe, REAA, GOB BAIANO, Oriente de Nova Viçosa, Estado da Bahia, apresenta as questões seguintes:

 

SUDESTE E SINAL DE OUTRO RITO

 

Estou preparando um estudo para nossos AApr e surgiu uma dúvida.

Na pag. 15 do novo ritual REAA especifica que o cabo da espada Flamígera, deverá estar voltada para o sudeste.

Está correto? Sempre vi estar para o Sul.

Se for sudeste ela deverá estar na diagonal confere?

Mais uma pergunta.

Ontem numa reunião Rito Brasileiro, um irmão delegado do Rito sendo consultado pelo Ven Mestre da LOJA, sobre como deve ser o sinal feito pelos irmãos em visitam a outro rito, se o sinal de Comp deve ser o do Rito Brasileiro ou do rito da LOJA, que no exemplo somente se faz a g, o outro braço deverá ficar arreado. Surgiu está pergunta porque assim orientei numa sessão de elevação que alguns IRMÃOS não estavam realizando o sinal de ordem conforme a loja visitada.

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Sobre a primeira questão (de quem do Oriente olha para o Ocidente), convenciona-se que todo o lado esquerdo do quadrante oriental (o do Secretário) denomina-se Sudeste, enquanto que o lado direito (o do Orador) de Nordeste.

          Por conta disso, a Esp Flamej, que descansa sobre o Altar em um escrínio, ou sobre uma almofada vermelha, terá o seu cabo voltado para o lado correspondente ao Sudeste. Não existe nada de iniciático, ou esotérico, nessa questão, senão a de que o cabo da Esp, para facilitar o seu manuseio, fique voltado para lado em que o Porta-Espada ocupa lugar em Loja.

Sobre a questão do Ir visitante, é simples. Caso ele não conheça o sinal do rito da
Loja visitada, ele faz o sinal do seu rito. Simples assim.

O que um visitante não pode é interferir na execução da ritualística da Loja anfitriã, ao ponto de altera-la com práticas de outro rito. Por exemplo, usar balandrau se o rito da Loja visitada só admite o uso de terno; circular pelo templo de modo diferenciado do que está sendo executado pela ritualística; um visitante, usando a palavra, concitar seus acompanhantes a ficarem em pé, sem autorização do Vig; etc.

Agora, quando se tratar de ssin de ord e ppen (muito parecidos entre os ritos), o visitante pode perfeitamente fazê-lo tal como ele está acostumado no seu rito – isso não altera o andamento ritualístico.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

jukirm@hotmail.com

http://pedro-juk.blogspot.com.br

 

 

MAR/2026

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