Em 23/10/2025 o Respeitável Irmão Orestes Lemos da Silva, Loja Vale do Peruípe, REAA, GOB BAIANO, Oriente de Nova Viçosa, Estado da Bahia, apresenta as questões seguintes:
SUDESTE E SINAL DE OUTRO RITO
Estou preparando um estudo para nossos AApr∴ e surgiu uma dúvida.
Na pag. 15 do novo ritual REAA especifica que o cabo da espada Flamígera, deverá estar voltada para o sudeste.
Está correto? Sempre vi estar para o Sul.
Se for sudeste ela deverá estar na diagonal confere?
Mais uma pergunta.
Ontem numa reunião Rito Brasileiro, um irmão delegado do Rito sendo consultado pelo Ven∴ Mestre da LOJA, sobre como deve ser o sinal feito pelos irmãos em visitam a outro rito, se o sinal de Comp∴ deve ser o do Rito Brasileiro ou do rito da LOJA, que no exemplo somente se faz a g∴, o outro braço deverá ficar arreado. Surgiu está pergunta porque assim orientei numa sessão de elevação que alguns IRMÃOS não estavam realizando o sinal de ordem conforme a loja visitada.
CONSIDERAÇÕES.
Sobre a primeira questão (de quem do Oriente olha para o Ocidente), convenciona-se que todo o lado esquerdo do quadrante oriental (o do Secretário) denomina-se Sudeste, enquanto que o lado direito (o do Orador) de Nordeste.
Por conta disso, a Esp∴ Flamej∴, que descansa sobre o Altar em um escrínio, ou sobre uma almofada vermelha, terá o seu cabo voltado para o lado correspondente ao Sudeste. Não existe nada de iniciático, ou esotérico, nessa questão, senão a de que o cabo da Esp∴, para facilitar o seu manuseio, fique voltado para lado em que o Porta-Espada ocupa lugar em Loja.Sobre a questão do Ir∴ visitante, é simples. Caso ele não conheça o sinal do rito da
Loja
visitada, ele faz o sinal do seu rito. Simples assim.
O que um visitante não pode é interferir na execução da ritualística da Loja anfitriã, ao ponto de altera-la com práticas de outro rito. Por exemplo, usar balandrau se o rito da Loja visitada só admite o uso de terno; circular pelo templo de modo diferenciado do que está sendo executado pela ritualística; um visitante, usando a palavra, concitar seus acompanhantes a ficarem em pé, sem autorização do Vig∴; etc.
Agora, quando se tratar de ssin∴ de ord∴ e ppen∴ (muito parecidos entre os ritos), o visitante pode perfeitamente fazê-lo tal como ele está acostumado no seu rito – isso não altera o andamento ritualístico.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
http://pedro-juk.blogspot.com.br
MAR/2026

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