sexta-feira, 10 de março de 2017

AUTORIZAÇÃO PARA O USO DA PALAVRA

RESPOSTA - MARÇO/2017
Em 08/12/2016 o Respeitável Irmão Tristão Antônio Borborema de Carvalho, Orador da Loja Obreiros de Abatiá, REAA, Grande Oriente do Paraná (COMAB), Oriente de Abatiá, Estado do Paraná, formula a seguinte questão:
AUTORIZAÇÃO PARA O USO DA PALAVRA.
Minha dúvida é a seguinte: quando um obreiro solicita a palavra, no Ocidente, nas Colunas, aos Vigilantes, estes já podem conceder ao irmão solicitante ou, ritualisticamente, têm que submeter à consulta/decisão do Venerável Mestre, seguindo a hierarquia? Ao conceder a palavra, há necessidade de dar golpe com malhete?
CONSIDERAÇÕES.
Basta que o Vigilante autorize, visto que a Palavra já está na respectiva Coluna, pois antes o Venerável já houvera anunciado que a mesma seria concedida.
No mais, sempre que a palavra é anunciada nas Colunas, o Vigilante complementa: "a palavra está na Coluna do...".
Do mesmo modo, assim o Venerável autoriza o seu uso no Oriente.
Enfim, trocando em miúdos, o costumeiro é que os Vigilantes concedam a palavra sem pedir ao Venerável, desde que ele já tenha antes proferido aos Vigilantes que ele concede a palavra.
Outra prática costumeira e que se distingue do que foi mencionado é quando o Vigilante pede a palavra. Nesse caso, qualquer um dos Vigilantes pede a palavra diretamente ao Venerável Mestre, geralmente por um golpe de malhete.
No que diz respeito ao Vigilante dar um golpe de malhete quando conceder a palavra para um Irmão da sua Coluna, isso não procede. Basta que ele simplesmente autorize verbalmente o uso da palavra àquele que dela queira fazer uso. Não existe golpe de malhete para dar essa autorização.
T.F.A.
PEDRO JUK jukirm@hotmail.com

COLUNA DA HARMONIA

RESPOSTA - MARÇO/2017
Em 07/12/2016 o Respeitável Irmão Leonardo Pavani, Loja Perseverança e Fidelidade, 2.968, REAA, GOB-SC, Oriente de Araranguá, Estado de Santa Catarina, formula a questão abaixo.
HARMONIA
Levando em consideração a exigência do Ritual em não permitir inclusão de atos que nele não estão previstos, eu gostaria de saber como fica a Coluna da Harmonia e a execução de músicas na ritualística da sessão.
CONSIDERAÇÕES.
Pois é, essa seria uma boa pergunta para se fazer aos "fazedores de rituais", bem como aos tais "donos do ritual".
Eu diria simplesmente se esqueceram do Mestre de Harmonia, do seu ofício e da sua importância em determinados momentos da liturgia maçônica.
Isso para não mencionar certos grupos que se arvoram em discutir ritualística, mas sem conhecimento da doutrina do rito. Esses, geralmente estão preocupados é com os lugares no Oriente - a Harmonia passa despercebida; nem parece que ela existe.
Eu diria que em nome da tradição e dos usos e costumes da Maçonaria, a Coluna da Harmonia deveria ser respeitada e o ofício levado em consideração, pelo menos nos ritos que a admitem.
Essa exigência de não permitir atos previstos no ritual, precisa ser repensada, já que no próprio ritual o cargo desse oficial é previsto. Então como não admitir o seu ofício em Loja? É pura contradição, ou é uma decisão unilateral?
Essa é a oportunidade na qual se poderia perguntar: será que se esses ritualistas esquecessem alguma cadeira no Oriente destinada à pavonagem não haveria protestos pela sua inclusão imediata?
Deixo aqui a lembrança da tradição da Harmonia nos antigos rituais da Moderna Maçonaria - lá se encontra inclusive o cargo de Organista. A propósito, a música, uma das Sete Artes e Ciências Liberais da Antiguidade, é indiscutivelmente a sexta ciência e ela é parte integrante do estudo do Maçom.
T.F.A.
PEDRO JUK jukirm@hotmail.com

INGRESSO DO PAVILHÃO NACIONAL - POSTURA COM A ESPADA

RESPOSTA - MARÇO/2017 
Em 06/12/2016 o Respeitável Irmão Fernando Américo Guimarães, Loja Estrela de Luziânia, 1.644, REAA, Grande Oriente do Estado de Goiás - GOB, Oriente de Luziânia, Estado de Goiás, formula a seguinte questão:
INGRESSO DO PAVILHÃO NACIONAL.
Tenho dúvida na questão em que depois de formada a guarda de honra para receber o Pavilhão Nacional. Estando os treze irmãos da maneira de costume quanto vai começar a tocar o Hino Nacional o Venerável Mestre dá o comando de "perfilados". Todos os Irmãos presentes desfazem o sinal. Pergunto: os treze Irmãos dessa guarda de honra devem também o fazer? Ou colocar o braço em que leva a espada na diagonal em direção ao solo? Passei por essa situação e foquei na dúvida e quero fazer o correto na próxima vez.
CONSIDERAÇÕES
A Comissão de Recepção (13 Mestres) e a Guarda de Honra (Mestres), nessa oportunidade colocam as espadas em ombro-arma, isto é: empunhando-a pela mão direita com a lâmina na vertical apontada para cima tendo o pulso junto ao quadril direito com o braço, antebraço e cotovelo afastado do tronco. A postura é também conhecida como "espada à Ordem", embora esse não seja um termo muito correto.
Lembro que nessa postura os protagonistas terão os seus pés unidos formando uma esquadria pela união dos calcanhares e o corpo ereto.
Em se tratando da Comissão de Recepção cada integrante ainda terá na sua mão esquerda e pelo lado esquerdo do corpo uma estrela que vai empunhada e com o respectivo braço na vertical junto ao tronco formando com o antebraço na horizontal uma esquadria direcionada para frente.
Quanto à postura de apresentar armas (em continência), que é o gesto de manter a espada empunhada pela mão direita com o braço e antebraço esticado em direção ao solo (com a ponta a 15 cm do piso), diagonalmente em relação ao lado direito do tronco, ela somente se dará quando da passagem em deslocamento da Bandeira.
Assim, durante o canto do Hino Nacional as espadas ficam em ombro-arma. Com o Pavilhão em deslocamento após o canto do Hino, as espadas serão apresentadas em continência.
T.F.A.
PEDRO JUK jukirm@hotmail.com

CHAPÉU

RESPOSTA - FEVEREIRO/2017
Em 01/12/2016 o Respeitável Irmão Marcelo Souza Pedro, Loja Amor e Justiça, 7, REAA, Grande Loja do Estado do Mato Grosso do Sul, Oriente de Coxim, Estado do Mato Grosso do Sul, solicita esclarecimentos para o seguinte:
CHAPÉU
A grande duvida da Loja é sobre o ritual 3º grau (Mestre Maçom) REAA, quando da abertura dos trabalhos após o 2º Diácono se postar ao Sul do Altar dos Juramentos o Venerável Mestre invoca o GADU para proceder à abertura dos trabalhos (todos se descobrem conforme o ritual), feito isso o Mestre de Cerimonias convida o Venerável estre mais moderno para formar o palio. DUVIDA: o Mestre de Cerimonias e o Venerável Mestre mais moderno irão descobertos ou só se descobrem após a formação do palio.
CONSIDERAÇÕES.
O uso do chapéu é tradicional no REAA\, embora as instruções e rituais deixem muito a desejar quando mencionam essa cobertura da cabeça.
Na questão do uso do chapéu durante a abertura da Loja, geralmente em sinal de respeito ao momento em que as Luzes Emblemáticas serão expostas sobre o Altar e a correspondente leitura de abertura, os Irmãos devem permanecer descobertos (sem o chapéu) até o término específico dessa liturgia - geralmente quando todos sentam imediatamente após a abertura da Loja voltam a se cobrir.
Para o bom desenvolvimento da ritualística os Irmãos que se deslocam por dever de ofício nesse momento, deixam os seus respectivos chapéus nos seus lugares em Loja.
De retorno ao seu lugar após o cumprimento da missão litúrgica, ao tomarem assento, cobrem-se novamente.
Observação - como geralmente essas questões são publicadas no intuído de ajudar a esclarecer questões ritualísticas, lembro que a alusão aos Diáconos e a formação de pálio citados na questão pelo consulente se referem aos Rituais da Sereníssima Grande Loja. Sem discutir o certo e o errado, lembro que existem diferenças entre os rituais das Obediências brasileiras.
T.F.A.
PEDRO JUK jukirm@hotmail.com

SÍMBOLOS NO TEMPLO DO REAA.

RESPOSTA EM FEV/2017 
Em 29/11/2016 o Respeitável Irmão Marco Nascimento, Loja José Caravér, 101, REAA, Grande Loja Maçônica do Estado do Rio Grande do Sul, Oriente de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, solicita o seguinte esclarecimento: 
SÍMBOLOS NO TEMPLO DO REAA.
Em conversa com meus Irmãos, nos deparamos com uma interrogação, "quantos Símbolos há em um Templo Maçônico do REEA?".
Será que algum livro há a descrição de todos e com as interpretações de cada um dadas pelo Autor?
Se o Irmão puder nos ajudar ficamos imensamente agradecidos.
Outro ponto que nos chama a atenção e que não encontramos uma boa definição são aquelas portas que ladeiam a entrada do Templo que são apenas figurativas. Se também o Irmão puder nos esclarecer onde poderemos encontrar na literatura maçônica.
CONSIDERAÇÕES.
Bem meu Irmão, é só contar os ditos conforme se apresentam de acordo com o Ritual em vigência na Obediência. Há que se observar nesse pormenor o que são as Joias Fixas, Móveis, Ornamentos e Paramentos da Loja de acordo com o Grau Simbólico bem como a decoração de Aprendiz, Companheiro e Mestre (aí existem particularidades simbólicas).
Não se pode esquecer o conjunto alegórico que se apresenta na decoração do Templo em geral (abóbada, Colunas Zodiacais, Colunas Solsticiais B e J, Pavimento, Estrela e Espada Flamejante, Painel, etc.).
Há também o instrumental de trabalho associado aos artífices da construção e aqueles próprios da liturgia do Rito, dentre outros.
Assim, acredito que o Irmão pode fazer essa verificação, pelo que eu recomento a obra Rito Escocês Antigo e Aceito - História, Doutrina e Prática do saudoso Irmão José Castellani. Esse livro, sem dúvida é o que há de melhor na literatura maçônica brasileira relacionada ao REAA\ e certamente irá auxiliar na sua questão (vide nele extensa bibliografia para pesquisa).
Quanto à interpretação desses símbolos, fugindo das ilações, que não são poucas por aí, oriento ao estudante que antes de acreditar nas "carochinhas", que primeiro procure estudar a doutrina do Rito, levando sempre em conta sua origem francesa e sua vertente deísta associada às Leis da Natureza. Recomendo que essa empreitada leve em conta a autenticidade de uma Instituição que tem aproximadamente oitocentos anos de história (ela não é milenar) e a organização do escocesismo simbólico a partir de 1804 na França - não confundir idade da Maçonaria como um todo com a idade de um rito que a compõe.
Enfim, para todos os símbolos e alegorias maçônicas existem interpretações verdadeiras e sem licenciosidade. Há símbolos que são específicos de um Rito e outros que são parte integrante de Maçonaria em geral.
Então, contar quantos símbolos depende da linha de conduta estudantil que será adotada. A questão é de autenticidade, sem ufanismo e miscelânea de procedimentos.
Se eu comento isso é devido à colcha de retalhos que fizeram do REAA\, sobretudo na Maçonaria tupiniquim - prefiro não comentar esse assunto, já que os nossos rituais deixam muito a desejar, isso além desses tais grupos de orientação ritualística que existem por aí aos montes na Internet aonde cada um, sem critério e sem uma grade acadêmica, vai dando a sua opinião como se esses pareceres fossem verdadeiras relíquias da sabedoria - ledos engano.
Ainda na sua questão no que diz respeito às portas que ladeiam a porta do Templo, como não possuo nenhuma foto, ou gravura a esse respeito, posso lhe afirmar que no REAA\ elas não existem - pelo menos como alegoria ou mesmo como símbolo. No espaço do Templo simbólico escocês somente existe uma porta que é centralizada e fica no extremo do Ocidente, servindo ela para o ingresso a partir do átrio e retirada do recinto em direção ao átrio. Ladeiam essa porta (que é única) apenas duas Colunas Vestibulares (vestíbulo) que devem ficar genuinamente no átrio. Assim, na liturgia e decoração do REAA\ essas duas portas mencionadas na sua questão não deveriam existir.
T.F.A.
PEDRO JUK    jukirm@hotmail.com

PAVILHÃO NACIONAL E COR DA GRAVATA

RESPOSTA EM FEV/2017 
Em 29/11/2016 o Respeitável Irmão Juvenal Cordeiro Barbosa, Loja Novo Tempo, 19, sem mencionar o nome do Rito, Grande Oriente de Mato Grosso do Sul (COMAB), Oriente de Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul, solicita esclarecimentos para o seguinte: 
PAVILHÃO NACIONAL E COR DA GRAVATA.
Se possível for, solicito orientação sobre duas perguntas que abaixo segue:  
1 - Por ocasião da recepção do Pavilhão Nacional é formada uma comissão de treze membros, o porquê do numero treze?
2 - O porquê Rito como Brasileiro, Adonhiramita, utilizam gravatas que não do tradicional o preto.
CONSIDERAÇÕES.
1  - O número de 13 Irmãos na Comissão se resume na sua maior quantidade de participantes para receber a maior autoridade em Loja que é o Pavilhão Nacional.
Não existe nenhum motivo especial pela adoção do número treze, já que a maior quantidade dos portadores de título e autoridades que merecem recepção é simplesmente igual a treze. Entretanto há um aspecto para ser considerado quanto a ser sempre um número ímpar (embora até já tenham inventado um número par de integrantes), isso porque as duas fileiras da Comissão que ocupam o Norte e o Sul da Loja para receber a Bandeira têm, no caso do Pavilhão os seus integrantes, além das espadas, a portarem também estrelas, cuja origem dessa prática está em um passado distante e era o ato de alumiar o caminho de acesso aos Irmãos nos recintos apropriados para o trabalho - à época não existiam lâmpadas alimentadas por energia elétrica. Nesse sentido as estrelas relembram os archotes e os tocheiros que iluminavam o caminho.
Com o advento da Moderna Maçonaria e o seu contingente doutrinário especulativo fez com que as Lojas e seus respectivos Templos na maioria dos Ritos representassem simbolicamente um canteiro de obras especulativo sobre um segmento do solo terrestre situado sobre o equador, o que daria ao recinto orientação Norte, Sul, Oriente e Ocidente.
Nesse particular, associado à doutrina iniciática, a representação do deslocamento do Sol para o Sul na sua eclíptica, o topo do Norte (mais distante do equador imaginário) do Canteiro, ou a Loja, assume a conotação de ser o lado mais escuro.
Como a Maçonaria floresceu e se solidificou primeiro no Hemisfério Norte da Terra, leva-se sempre em consideração de que o ponto de vista de observação do deslocamento imaginário do Sol na sua eclíptica é sempre a partir do Hemisfério Norte. É devido a esse conjunto alegórico que o deslocamento do Sol no solstício de inverno se dá em direção ao Sul fazendo que simbolicamente a Coluna do Sul seja mais iluminada do que a do Norte.
Foi com base nessa alegoria que a Comissão de Treze Membros dividida em duas colunas teve o seu número maior de integrantes posicionados ao Norte, ou seja, com sete integrantes. Isso porque o Norte (mais escuro) careça de mais iluminação, daí as sete estrelas, empunhadas pelos sete integrantes, alegoricamente iluminem mais a banda setentrional do recinto, ficando os outros seis (menor número) ao Sul por possuir maior iluminação (Meio-Dia).
Devida essa representação da Natureza é que, dentre outros, instituiu-se também o número ímpar para a Comissão de Recepção com maior número de integrantes a Norte. A partir desse número de componentes da Comissão é que vai se reduzindo o seu número (sempre ímpar) de componentes conforme exige o protocolo de recepção das Obediências.
Cabe mencionar que a iluminação simbólica com estrelas só existe na Comissão de Treze Membros (Pavilhão Nacional), já que na redução de integrantes para receber outras autoridades ou portadores de título de recompensa, as respectivas Comissões de Recepção não portam estrelas, entretanto executam a abóbada de aço.
2 - Quanto à cor das gravatas, ela é particular aos Ritos que compõem a Maçonaria. Não existe nada de tão significativo para o caso, senão quando da fundação dos Ritos, os modelos e cores foram adotados na indumentária. Menciono isso sob o ponto de vista autêntico, porém não me surpreenderia encontrar algumas ilações e fantasias sobre o tema.
Acredito que deva até existir uma justificativa plausível para a cor grená da gravata do Rito Brasileiro e a branca para o Rito Adonhiramita, cujas explicações, se existirem, devem fazer parte documental dos seus nascimentos - eu não as possuo no momento.
A propósito, cor tradicional do traje na Maçonaria e um caso bastante discutível, já que esses princípios não são unânimes na universalidade da Ordem. Unanimidade mesmo é o Avental. Agora terno e parelha pretos, gravatas pretas, etc., embora muito sedutores e sugestivos para alguns, está muito longe de ser regra universal.
T.F.A.
PEDRO JUK     jukirm@hotmail.com

SUBIR OS DEGRAUS

RESPOSTA FEV/2017 
Em 25/11/2016 o Respeitável Irmão Marcos Almeida, Loja Guardiões do Roncador, 3.719, GOEMT - GOB, REAA, Oriente de Barra do Garças, Estado do Mato Grosso, faz a seguinte pergunta:  
SUBIR OS DEGRAUS.
Irmão, tenho duvidas quanto ao momento da saudação por ocasião de entrar no Oriente no REAA, o Mestre e Cerimonias, Diácono, eles devem subir até o piso do Oriente, ou saldar no terceiro piso que antecede a entrada do Oriente, entendo que deve ser no terceiro piso, há controversas quanto ao meu entendimento., se for assim ou de outra maneira ou não faz diferença, queira com a vossa sabedoria orientar-me por favor. Preciso de uma resposta muito breve?
CONSIDERAÇÕES.
A saudação pelo Sinal feita ao Venerável Mestre ao se ingressar e sair do Oriente em Loja aberta é feita tendo a linha da balaustrada como referência. Em síntese, o protagonista assim que atingir o nível do piso do quadrante Oriental faz a saudação no ingresso e, ao sair (antes de descer), volta-se para o Venerável e faz a saudação. Ingressa-se no Oriente a partir da Coluna do Norte e dele se sai em direção à Coluna do Sul.
T.F.A.
PEDRO JUK    jukirm@hotmail.com