Em 28/06/2026 o Respeitável Irmão Clebson Fernandes. Loja União e Justiça de Coronel Fabriciano, 4232, GOB MINAS, Oriente de Coronel Fabriciano, Estado de Minas Gerais, pede esclarecimento.
VENERÁVEL USANDO A PALAVRA.
Após um Seminário do GOB realizado no Vale do Aço em Minas Gerais, surgiu uma dúvida. O Venerável Mestre como autoridade maior dirigindo os trabalhos, durante uma sessão maçônica, para fazer uso da palavra ou se dirigir à Loja, precisa fazer deferência ao primeiro vigilante, ao segundo vigilante e autoridades ou ele simplesmente se dirige à Loja com a expressão: "Meus irmãos!"? E fala o que precisa?
Dúvida aparentemente simples, mas que tem gerado divergência de opiniões.
CONSIDERAÇÕES
Quando o Ven∴ Mestre fizer uso da palavra para se dirigir à Oficina como um todo, ele deve proceder como os demais Irmãos, ou seja, segue o protocolo para o uso da palavra em Loja. Assim, de modo objetivo ele se dirige mencionando as demais Luzes (Vigilantes), em seguida, genericamente (*), menciona as Autoridades, e finalmente "demais Irmãos".
Caso esteja(m) presente(s) o(s) Grão-Mestre(s) ou seu Adjunto(s), o Ven∴ o(s) menciona por primeiro, antes dos Vigilantes (Decreto 2238/2026).
Entenda-se que o Venerável, ao seguir a liturgia os usos e os costumes consagrados no rito, não está rebaixando a sua autoridade. Muito pelo contrário, ele estará dando exemplo de como o Primeiro Malhete da Oficina respeita e se submete às Leis vigentes e os costumes consuetudinários.
(*) Genericamente - O usuário da palavra quando se dirigir às Autoridades, não precisa nominá-las uma a uma. É suficiente que se diga em conjunto, “Autoridades presentes” ou, se preferir, eleger uma delas para em seu nome cumprimentar as demais.
T.F.A.
PEDRO JUK - SGOR/GOB
http://pedro-juk.blogspot.com.br
OUT/2026

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