quinta-feira, 10 de agosto de 2023

SAUDAÇÃO EM PÉ E À ORDEM E LOJA JUSTA E PERFEITA

Em 08.04.2023 o Respeitável Irmão Elirio Paulo, sem mencionar o nome da Loja, e o Oriente, Rito Moderno, GOB-RS, Estado do Rio Grande do Sul, apresenta o que segue:

 

EM PÉ E À ORDEM E LOJA JUSTA E PERFEITA

 

Tenho pesquisado, mas não encontrei uma resposta conclusiva.

Pergunto: no Rito Moderno quando pedimos a palavra nas colunas, ficamos de pé à Ordem e cumprimentamos as luzes etc.

A dúvida é, temos que descarregar e refazer a cada saudação ou ficamos a ordem e fazemos todas as saudações necessárias e só descarregamos quando autorizado.

Alguns irmãos defendem que a ordem correta é: ordem, comprimento, descarrega, repetir sempre a cada saudação.

Outro assunto, certa vez li em algum lugar, não lembro onde exatamente, que uma loja nem sempre é justa e perfeita, daí gostaria de saber em qual situação isso acontece, pois sabemos que só abre uma sessão com sete mestres (3,5,7).

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Nesse contexto, a regra geral é a de que em Loja aberta quem estiver em pé deve ficar à Ordem.

No caso do uso da palavra, a questão não é de saudação em Loja, porém do modo protocolar de se dirigir à Loja.

Isso é ponto pacífico. Assim, o usuário da palavra, depois de autorizado a falar fica à Ordem e, dessa forma se dirige à assembleia mencionado primeiramente as Luzes (Venerável Mestre e Vigilantes), genericamente as autoridades presentes, e os demais Irmãos, sem a necessidade de nominá-los um a um. Destaque-se que essa prática não significa saudar alguém, mas é o modo costumeiro (consagrado) de um maçom se dirigir à Loja quando estiver fazendo uso da palavra.

                     À vista disso, o usuário da palavra compõe o Sin na forma de costume e o mantém até o termino da sua fala, quando, antes de se sentar novamente o desfaz pelo Sin Pen.

Essa história de se desfazer e compor o Sin a cada vez em que se mencionar o nome e/ou cargo de alguém é prática equivocada. Ratifico, para se fazer uso da palavra fica-se por primeiro à Ordem e, sem desfazer o Sin dirige-se a fala à assembleia. Concluído o pronunciamento, desfaz-se o Sin na forma de costume antes de se ocupar assento novamente.

No caso de uma Loja "Injusta e Imperfeita" é algo que me parece inexistente, até porque nessa condição os trabalhos nem mesmo podem ser abertos.

Desse modo, se não houver a presença mínima de sete Mestres os trabalhos não poderão ser abertos. Por esse motivo, e sem querer ser redundante, não existe Loja injusta e imperfeita, pois uma Loja para ser aberta precisa antes estar “justa e perfeita”, ou seja, três Mestres devem governa-la, cinco Mestres devem compô-la e sete Mestres devem completa-la.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB 

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AGO/2023

quarta-feira, 9 de agosto de 2023

ABORDAGEM DO DIÁCONO, SAUDAÇÃO E OUTRAS PRÁTICAS RITUALÍSTICAS

Em 18/04/2023 o Respeitável Irmão Phelipe Gomes, Loja Jesus Sales de Andrade, 38, REAA, GOCE (COMAB), sem mencionar o Oriente, Estado do Ceará, apresenta as dúvidas que seguem:

 

ABORDAGEM DO DIÁCONO, SAUDAÇÃO E OUTROS.

 

Meu irmão estamos revisando a ritualística em minha Loja. Tenho lido muito seu blog e minhas dúvidas são quanto a alguns aspectos:

1º Qual a origem do Diácono abordar o Venerável Mestre e Vigilantes pelo lado direito e quanto a qual ouvir, receber ou repassar a palavra soletrada, silabada ou por inteiro?

2º O 1° Diácono no encerramento ao se dirigir ao 1° Vigilante, quando passa por frente ao painel deve saudar ao Delta quando cruza o equador da Loja?

3° Os Veneráveis devem em todas as sessões dos graus simbólicos estarem com chapéu? Minha Loja no caso não utiliza a não ser para reuniões de Mestres.

4° Os Irmãos que pedem a palavra no Oriente podem fazer o uso da mesma sentados?

5° A forma de pedir a palavra, seria: Venerável Mestre, 1° Vigilante, 2°Vigilante e demais Irmãos, ou deve-se seguir a citar dignidades e autoridades?

 

CONSIDERAÇÕES:

 

Primeiramente eu gostaria de salientar que a Loja deve seguir o previsto no ritual em vigência na sua Obediência. Por não o possuir, darei as respostas que mais se aproximam da liturgia consagrada no REAA.

 

1.    No REAA as Luzes da Loja são abordadas pela direita, isto é, pelo ombro direito do titular (Venerável e Vigilantes). É apenas uma questão de organização e praticidade.

No caso do REAA, que possuí a liturgia da transmissão da Palavra Sagrada na abertura e encerramento dos trabalhos, os Diáconos são os protagonistas (mensageiros) diretos que atuam na transmissão que ocorre entre as Luzes da Loja (Venerável Mestre e Vigilantes). Destaque-se que essa transmissão não tem sentido de um telhamento, todavia é uma prática simbólica que remonta ao passado operativo da Ordem quando os cantos das construções eram aprumados e nivelados para o início dos trabalhos e conferidos no final de uma das suas etapas. Como a Moderna Maçonaria é especulativa por excelência, os maçons não mais se utilizam do Esq e do Pr para cumprir esse desiderato. À vista disso, adota-se a transmissão de uma palavra que, se transmitida corretamente e de acordo com os costumes, simboliza que os cantos estão de fato nivelados na sua base e aprumados na sua elevação. Essa é a razão pela qual ocorre a liturgia dessa transmissão da palavra. Por não se tratar de um telhamento (exame de um maçom), não existe durante essa transmissão a troca de letras ou sílabas entre os interlocutores. Assim, no Grau de Aprendiz, nessa ocasião quem transmite a palavra o faz dando-a diretamente soletrada no ouvido do seu interlocutor, isto é, letra por letra. No Grau de Companheiro, ela é transmitida diretamente, mas silabada, e no Grau de Mestre simplesmente se transmite a palavra como ela é pronunciada. Já, quando se tratar de um telhamento os procedimentos são outros e devem seguir as práticas descritas no Cobridor do Grau.

 

2.    Não existe saudação ao Delta no REAA. É bem verdade que alguns rituais até mencionam isso, contudo, tradicionalmente essa reverência não existe. A saudação pelo Sinal é feita apenas ao Venerável Mestre quando se ingressa e se sai do Oriente em Loja aberta, e às Luzes da Loja quando da entrada formal em Loja - após a Marcha do Grau. Reitero, não há saudação ao Delta em lugar nenhum da Loja, nem mesmo quando se cruza o eixo do templo.

 

3.    Originalmente, nas sessões magnas e ordinárias dos graus 1 e 2 do REAA, apenas o Venerável Mestre se apresenta coberto com um chapéu negro e desabado. No Grau 3, nas sessões magnas e ordinárias, o Venerável Mestre e todos os demais Mestres Maçons se apresentam cobertos durante os trabalhos.

 

4.    Salvo quando o ritual determinar em contrário, todos no Oriente têm o direito de falar sentado. Entretanto, é costume consagrado que no Oriente a maioria dos Irmãos fale em pé. Assim, em se estando em pé, fala-se à Ordem. Geralmente, os que mais falam sentados no Oriente são o Venerável, o Orador e o Secretário. No Ocidente apenas falam sentados (salvo se o ritual determinar de outra forma) os Vigilantes, já os demais, sem exceção, falam à Ordem.

 

5.    Não se trata de pedir a palavra, mas o de usá-la quanto autorizado e nos momentos previstos. Quem se dirige à Loja para usar a palavra não está saudando ninguém, contudo se utiliza da forma protocolar consagrada de se dirigir à assembleia. Assim, o usuário da palavra, se autorizado, se dirige genericamente à Loja da seguinte forma: “Venerável Mestre, Irmãos 1º e 2º Vigilantes, autoridades presentes, meus Irmãos...” Essa é a forma mais recomendável pela sua objetividade, sem a necessidade de se ficar nominando um a um o nome e cargo dos presentes. Isso, além de ser desnecessário, esgota a paciência dos outros, que ficam a ouvir essas intermináveis repetições.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

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AGO/2023

terça-feira, 8 de agosto de 2023

EM PÉ E À ORDEM NO 2º GRAU

Em 07/04/2023 o Respeitável Irmão Mario Sergio Fernandes Isaac, Loja João Guerra de Oliveira, 2154, REAA, GOB-GO, Oriente de Goiatuba, Estado de Goiás, apresenta a dúvida seguinte:

 

EM PÉ E À ORDEM

 

No Ritual do REAA, edição 2009 do Grau 2, item 3.4.2, na página 85, item na fala do Venerável Mestre: "Em p à Ord, meus IIr". A dúvida é em à Ord de qual Grau? Visto que o Aprendiz ainda não foi elevado e a Sessão é no grau 2?

 

CONSIDERAÇÕES

 

                        Veja, a Loja está aberta no 2º Grau e o Venerável Mestre determina que os Irmãos (no plural) fiquem à Ordem. Assim, por óbvio os Irmãos presentes ficam à Ordem no grau em que a Loja está trabalhando, à exceção é do(s) postulante(s) ao grau de Companheiro porque ainda não foram consagrados no 2º Grau.

No mais essa determinação ocorre no momento em que o(s) aspirante(s), ainda Aprendiz(es) já se encontra(m) apto(s) a prestar(em) o juramento na forma de costume.

À vista disso, sem excessos de preciosismo, naquele instante todos, exceto o(s) aspirante(s), ficam à Ordem no grau em que a Loja estiver trabalhando, no caso, no 2º Grau.

 

 

PEDRO JUK – SGOR/GOB

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AGO/2023

TEMPO DE ESTUDOS ON-LINE

Em 06.04.2023 o Respeitável Irmão Carlos Fernandes dos Santos, Loja Acácia, 0177, GOB-RJ, sem mencionar o Rito, Oriente de Niterói, Estado do Rio de Janeiro, faz a seguinte pergunta:

 

TEMPO DE ESTUDOS ON-LINE

 

Gostaríamos de ouvir suas considerações no que diz respeito a usar, no Tempo de Estudos, recurso audiovisual para transmitir, em tempo real, uma palestra de um Irmão que se encontre em outra Cidade, Estado ou País, abordando assunto filosófico e/ou maçônico. Estaríamos transgredindo alguma regra básica prevista no RGF ou Constituição?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

                 Não vejo óbices nesse sentido, desde que a Loja se certifique se fato o palestrante é um maçom regular e que o procedimento não fira o andamento litúrgico da sessão, como por exemplo, colocar a Loja em família ou suspender os trabalhos em ritos que não contemplam essas práticas.

No REAA, por exemplo, não há nenhuma previsão de se colocar a Loja em família. Assim a palestra on-line deverá ocorrer dentro do andamento ritualístico previsto no
quarto de horas de estudos.

Como o tempo de estudos geralmente prevê 15 minutos, essa palestra on-line poderá ser marcada com antecedência por se tratar de uma palestra ministrada de modo especial. Nesse caso é possível extrapolar o tempo previsto desde que nos ditames do bom senso.

Por se tratar de uma Loja aberta, recomenda-se cautela para com o sigilo que impera nos nossos costumes.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

jukirm@hotmail.com

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AGO/2023

segunda-feira, 7 de agosto de 2023

QUITTE PLACET DENTRO DO PRAZO DE VALIDADE

Em 06.04.2023 o Respeitável Irmão Saripuára Henriques Lé Filho, Loja Fraternidade, Justiça e Trabalho, 26, REAA, GOSC (COMAB), Oriente de Balneário de Camboriú, Estado de Santa Catarina, faz a pergunta seguinte:

 

QUITTE-PLACET NO PRAZO

 

Pedro, uma dúvida: o Irmão portador de Quitte-Placet, dentro do prazo de validade, emitido por potência Regular, pode ou não visitar outras lojas maçônicas, no seu e em outros Orientes?

Caso possa, como deve se apresentar, uma vez que com o Quitte-Placet deixa de fazer parte do quadro da sua Loja de origem?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

                     Veja meu Irmão, essa não é uma questão sobre história, filosofia, liturgia e ritualística, mas é relativa aos aspectos legais emanados dos regulamentos das nossas Obediências regulares.

Na minha opinião, penso que mesmo o portador de um Quitte-Placet que esteja dentro do prazo regulamentar não pode frequentar uma Loja sem que antes tenha sido filiado ou mesmo regularizado (outra Potência) nos conformes da lei.

Assim, entendo que no caso de Quitte dentro da validade o obreiro pede a sua filiação se a Loja for da Obediência que emitiu o Quitte-Placet.

Caso não seja da Loja e Obediência que emitiu o Quitte, ele precisa se submeter às regras da Obediência Maçônica que o irá receber.

Já no caso do Quitte-Placet vencido, entendo que em qualquer situação o portador deverá antes pedir a sua regularização.

Essa é a diferença que eu vejo entre o documento dentro do prazo de validade e o que estiver fora do prazo.

Reitero, na minha opinião, portador de Quitte-Placet só poderia ingressar nos trabalhos de uma Loja após a sua "filiação" ou "regularização", entretanto, adianto que alguns Irmãos não entendem assim, pois acham eles que com o Quitte em vigência o portador pode ingressar nos trabalhos de uma Loja. Alguns até alegam que é para o Irmão conhecer a Loja antes de pedir sua filiação ou regularização. Não sei se é o caso, mas há opiniões que convergem para isso. Eu particularmente não acho isso plausível, mas é opinião de alguns outros.

À vista disso, sugiro consulta na Secretaria Estadual da Guarda dos Selos da sua Obediência.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

http://pedro-juk.blogspot.com.br

jukirm@hotmail.com

 

 

AGO/2023

sexta-feira, 4 de agosto de 2023

REAA - SUBSTITUTO IMEDIATO DO VENERÁVEL MESTRE

Em 05.04.2023 o Respeitável Irmão Antonio Sérgio Nogueira, Loja Dever e Humanidade, 860, REAA, GOB-PE, Oriente de Caruaru, Estado do Pernambuco, apresenta a questão seguinte:

 

SUBSTITUTO IMEDIATO DO VENERÁVEL MESTRE

 

Mais uma vez recorrendo ao valoroso irmão. Gostaria de tirar uma dúvida com o irmão. Entendo desta maneira e, também, já encontrei várias considerações suas sobre este assunto "quem é o substituto oficial do VM em exercício em uma reunião administrativa".

Sabemos que, quem substitui o Venerável Mestre de maneira precária e emergencial é o Primeiro Vigilante.

Sabemos também, que em uma reunião de Iniciação, Elevação e/ou Exaltação quem substitui o Venerável Mestre de oficio é o Past-Master ou um Mestre instalado.

Na última sexta feira 31/03 em reunião no Grau 1 o Venerável Mestre em exercício passou mal e, inicialmente, iria sair temporariamente, mas, depois, saiu em definitivo. Quando informou que iria sair temporariamente e convidou o irmão Primeiro Vigilante para o substituir um irmão do quadro se levantou e informou que só quem poderia substituir o Venerável Mestre seria o Past-Master ou um mestre instalado. 

A pergunta e:

Fora as reuniões de Iniciação, Elevação e/ou Exaltação que não sejam presididas pelo Venerável Mestre de oficio tem a exigência do Past-Master ou de um Mestre Instalado?

1 - Uma reunião em andamento onde o Venerável Mestre de oficio saia e retorne em seguida ou saia em definitivo tem a exigência do Past-Master ou de um Mestre Instalado ou o Primeiro Vigilante?

2 - Todas as reuniões sejam nos graus I, II ou III que não sejam Iniciação, Elevação ou Exaltação o Primeiro Vigilante será o substituto oficial do Venerável Mestre em exercício?

Desde de já agradeço pela atenção do valoroso irmão.

 

CONSIDERAÇÕES:

 

Inicialmente eu gostaria de salientar que o título honorífico de Mestre Instalado é produto da Moderna Maçonaria. Muito mais antigo do que o título de Mestre Instalado é o 1º Vigilante ser o substituto imediato do Venerável Mestre, destacando, à vista disso, que nos tempos operativos não existia grau de Mestre, todavia havia duas classes de trabalhadores, a dos Aprendizes Admitidos e dos Companheiros do Ofício. Nos tempos do “ofício” quem dirigia os trabalhos no canteiro era um Companheiro experimentado, então escolhido para esse ofício.

Apresentados esses argumentos, infelizmente ficamos às vezes à mercê de especuladores que normalmente dão palpites errados.

Vamos ao correto: respeitando a história do REAA, o substituto imediato do Venerável Mestre é o Primeiro Vigilante - sendo ele um Mestre Instalado ou não.

A exceção é apenas nas Sessões Magnas de Iniciação, Elevação e Exaltação, onde, ausente o titular, e não sendo o 1º Vigilante um Mestre Instalado, deve assumir a condução dos trabalhos o Ex-Venerável mais recente da Loja. Isso se justifica pelo motivo de que o ato da consagração (sagração) do Candidato exige a presença de um Mestre Instalado para empunhar a Espada Flamej.

Assim, exceto nas sessões de Iniciação, Elevação e Exaltação, quem assume precariamente a vacância é o 1º Vigilante.

O termo “substituto imediato" se refere a ausência precária do Venerável Mestre em uma determinada sessão por motivos de força maior. Isso quer dizer que a sua ausência não é definitiva do mandato, mas em uma determinada ocasião.

No tocante ao tratamento de um Ex-Venerárvel, no caso do REAA, recomenda-se Mestre Instalado “mais recente”, pois os termos Past-Master, ou Imediated Past-Master são expressões utilizadas pela Maçonaria Inglesa.

Vale dizer que todo o Past-Master é um Mestre instalado e, todos Mestres Instalados são Ex-Veneráveis. A diferença está apenas naquele que deixou o veneralato mais recentemente.

Conclui-se assim que no REAA, nas sessões ordinárias, se ausente o Venerável Mestre titular, quem o substitui é o 1º Vigilante. Nas sessões magnas de Iniciação, Elevação e Exaltação, não sendo o 1º Vigilante um Mestre Instalado, assume o Ex-Venerável mais recente da Loja. Em qualquer situação, o substituto usará a joia do cargo de Venerável.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

Secretário Geral de Orientação Ritualística do GOB.

jukirm@hotmail.com

http://pedro-juk.blogspot.com.br

 

 

AGO/2023

quinta-feira, 3 de agosto de 2023

PEDINDO A PALAVRA - VIGILANTE RELAPSO

Em 05.04.2023 o Respeitável Irmão Fábio Felizari, Loja Luz da Perfeição, 2810, REAA, GOB-PR, Oriente de Quatro Barras, Estado do Paraná, apresenta a dúvida seguinte

 

PEDINDO A PALAVRA

 

Surgiu uma dúvida em conversa com alguns irmãos, e não consegui localizar como seria o procedimento, a ser adotado, em consulta ao SOR e ao manual de procedimentos não localizei seguinte informação:

Durante a Palavra do Bem e da Ordem, quando o obreiro solicita a seu Vigilante, deve bater com a mão direita sobre o dorso da mão esquerda o Vigilante a permitirá.

Mas caso o Vigilante por desatenção ou qualquer que seja o motivo não a conceder, desta forma inibindo o direito de uso da palavra pelo Irmão, como ele deverá proceder?

 

CONSIDERAÇÕES:

 

Penso que esse seria um procedimento inusitado, pois não cabe ao Vigilante em situação normal avaliar se concede ou não a palavra. A palavra estando na sua Coluna ele a concede conforme os nossos costumes.

Caso ocorra desatenção por parte do Vigilante nesse sentido, o Venerável Mestre chamará atenção do Vigilante a respeito. Caso o Venerável também não se manifeste, o Orador, como Guarda da Lei intercede na questão.

O que não pode é inventar procedimentos que tornem ainda mais irregular a situação.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

jukirm@hotmail.com

http://pedro-juk.blogspot.com.br

 

 

AGO/2023