quarta-feira, 15 de novembro de 2023

OCUPAÇÃO DO ORIENTE DA LOJA

Em 13/06/2023 o Respeitável Irmão Sérgio T. Skupien, Loja Ordem e Progresso, 1900, REAA, GOB-SP, Oriente de Indaiatuba, Estado de São Paulo, apresenta a dúvida seguinte:

 

MESTRE OCUPANDO O ORIENTE

 

O maçom detentor da Condecoração da Ordem do Mérito D. Pedro I, não sendo Mestre Instalado, tem direito a ocupar assento no Oriente?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Veja meu Irmão, o Oriente da Loja é exclusividade para Mestres Maçons e não apenas àqueles que detém o título honorífico de Mestre Maçom Instalado.

                      Note que salvo o Venerável Mestre, que pelas circunstâncias é um Mestre eleito e Instalado na cadeira da Loja, os demais que ocupam o Oriente precisam ser Mestres Maçons e não rigorosamente Mestres Maçons Instalados.

Não obstante os Mestres Instalados ocuparem lugar no Oriente - isso é fato - as demais autoridades, as Dignidades e Oficiais que ocupam lugar o Oriente da Loja não
precisam necessariamente possuir o título honorífico de Mestre Instalado. Basta que sejam Mestres Maçons.

A vista disso, o portador da condecoração da Ordem do Mérito D. Pedro I, que naturalmente é um Mestre Maçom, estando lotado na 5ª faixa do Protocolo de Recepção e Tratamento de Autoridade e possui o tratamento de Sapientíssimo Irmão, Artigos 219 e 220 do RGF, tem o direito de ocupar lugar no Oriente (mesmo que não seja um M I.

Por oportuno, reitero que Mestre Instalado não é grau, mas um título honorífico - Art. 42 do Regulamento Geral da Federação – GOB.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

jukirm@hotmail.com

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NOV/2023

terça-feira, 14 de novembro de 2023

REAA - ALTERAÇÕES RITUALÍSTICAS

Em 11/06/2023 um Respeitável Irmão de uma Loja praticante do REAA apresenta as questões seguintes:

 

ALTERAÇÕES RITUALÍSTICAS

 

Este é o meu primeiro contato por escrito contigo, porém já o acompanho e o tenho como referência há 5 anos.

Sempre gostei e acredito que uma ritualística bem executada conforme os costumes (em sua tradicionalidade e pureza) por si só, nos encanta e nos ensina muito sobre o ato dele existir.

Vejo que o nobre irmão tem se esforçado e muito para despertar esses questionamentos nos irmãos, para que não simplesmente siga o ''está escrito assim, tem que ser assim'', (sem mencionar o tal copiar e colar na hora da confecção dos rituais) mas que entenda o porquê de cada ação.

Sei que devemos obedecer e seguir nossos rituais, mas por diversas vezes, me questiono:

Aceito o ''está escrito''? Me omito, incentivo e replico alguns enxertos e ações que vão contra
minhas convicções e pesquisas?

Quando me deparo com essas situações, sempre procuro levantar essa questão para que todos em loja também façam as suas pesquisas sobre tal, pois como Mestres Maçons, vejo que temos a obrigação de passar instruções e costumes da forma correta e pesquisar sempre.

Sem entrar no mérito político, me surpreendeu e infelizmente de forma negativa algumas mudanças na ritualística, e não nos disponibilizaram até o momento nenhum material explicativo que justifique o motivo dessas.

Estou assumindo a Presidência de minha Oficina, o que aumenta ainda mais a minha responsabilidade perante meus irmãos. Por isso, venho através deste, recorrer aos vossos conhecimentos para que de uma forma didática e com embasamento, possamos apresentar e esclarecer sobre as questões abaixo na dinâmica ritualística de abertura e fechamento da Loja:

  1. Após todos estarem em seus lugares e o M. de Cerimônias anunciar que a loja está composta, existe o comando do Venerável Mestre ''Em Loja'' e todos ficam a Ordem! (como assim?? a loja nem foi aberta)
  2. Logo depois de verificada a cobertura, o Primeiro Vigilante é chamado a cumprir o seu segundo dever... (penso que erroneamente, porque já foi feito pelo próprio Venerável Mestre anteriormente, reforço erroneamente).
  3. Ao passar a palavra, o 1. Diácono está subindo os degraus pela Frente do altar, e os protagonistas quase que debruçam sobre a mesa para tal ato, além de que também ambos fazem a saudação antes e depois de passar a palavra. O que também se repete ao decorrer do processo com os Vigilantes. (Penso que ele deveria subir pelo lado norte e ficar à frente do Venerável Mestre e ambos sem nenhum sinal)
  4. Existe agora um DESFAZIMENTO do sinal, de forma natural, sem se aplicar a pena. (Entendo que não existe meio sinal, como já vi vários artigos muito bem explicado sobre o tema em seu blog)
  5. Posição dos Pés a ordem. (Deve seguir o pavimento mosaico na diagonal conforme o pavimento nos guia ou o pé esquerdo pra frente 100% na vertical?)
  6. A Palavra voltando no encerramento dos trabalhos. (O processo está ocorrendo no modo inverso, sendo que começa pelo 2º Diácono junto ao 2.ºVigilante)
  7. Após o fechamento do Livro da Lei pelo Orador, todos continuam com Sinal de Ordem, e após a bateria volta-se a ordem para a Aclamação. (Fechou o Livro não se faz mais sinal, correto?)
  8. Nas Marchas do Grau 02 e 03, ao passar de um grau para o outro, diz que se passa diretamente para o sinal do grau superior sem execução da pena, ou seja, o tal do desfazimento...
  9. Em relação ao Tronco existe alguma restrição de se depositar moedas no saco? E com a modernidade, hoje está mais raro o dinheiro em espécie, há algo de errado se o irmão colocar por escrito o valor e fazer um PIX pro caixa da Hospitalaria? (Pois alguns insistem numa tese de que moeda é troco, e já vi recusarem o papel do PIX, sem explicações convincentes...)

Neste primeiro momento vou me concentrar nessas questões, existem outras, mas vou deixá-las para um futuro bem próximo.

Desde já minha gratidão ao Irmão Pedro, por compartilhar seus conhecimentos e nos esclarecer com as luzes de sua Sabedoria nos assuntos da nossa sublime instituição.

 

RESPOSTAS

 

  1. Salvo o Sinal que se faz em atenção ao segundo dever de um Vigilante em Loja (isso remete à história dos nossos ancestrais, por isso está no ritual), os demais só ocorrem após a Loja estar devidamente aberta, isto é, imediatamente depois da abertura do Livro da Lei.
  2. Não vamos inventar. O segundo dever de um Vigilante em Loja é original nos rituais e foi decalcado em atividades pertinentes aos tempos do ofício. Como forma consagrada nos rituais da Moderna Maçonaria, é parte integrante da ritualística de alguns ritos. Mesmo que pareça contraditória, ela é necessária por questões iniciáticas, assim como de usos e costumes.
  3. A prática correta é a seguinte: o 1º Diácono sobre pelo lado Norte do Altar e se detém ao alcançar o nível do sólio. Ato seguido, o Venerável Mestre volta-se para ele e, estando ambos frente a frente o Venerável transmite a palavra na forma de costume. Nunca pela frente do Altar, porém pela direita do mesmo. Como a Loja não está ainda aberta os protagonistas não fazem nenhum sinal. Já no encerramento ambos fazem o sinal porque a Loja ainda está aberta. Essa transmissão não é um telhamento, portanto não há troca de letras ou sílabas como quando ocorre no exame de um maçom. Na liturgia da transmissão da Palavra entre as Luzes e os Diáconos, apenas quem transmite dá a palavra sol ou sil por inteiro.
  4. Composto o Sinal de Ordem, o mesmo obrigatoriamente será sempre desfeito pelo Sinal Penal. Como dito, não há "meio procedimento".
  5. No REAA não existe a posição de apontar o pé esq para frente. O correto no rito é tomar como referência de disposição do Pav Mos para formar a esq com os ppuu pelos cc. Na verdade, não é uma disposição milimétrica dos pp, porém aproximada. Lembro que no 1º ritual do REAA, em 1804, orientava-se apenas e tão somente que eram oito passos "normais".
  6.  Na transmissão da Palavra, não existe a volta da mesma para o encerramento dos trabalhos. Tanto no início como no encerramento a Palavra parte sempre do Venerável Mestre. Sendo ela transmitida j e p, ou seja, de mod correto correta, na abertura significa que os cantos da obra estão aprumados e nivelados, isto é, prontos para o início dos trabalhos, enquanto que no encerramento a atitude dá a entender que os trabalhos foram executados nos conformes da tradição, ou seja, jj e pp, ou no nível e no prumo. No REAA não existe volta da palavra no encerramento. Até aonde eu sei, volta na palavra nessa ocasião é prática do Rito Brasileiro, nunca do REAA.
  7. Fechado o Livro da Lei o sinal é desfeito imediatamente. Isso ocorre porque a Loja acabou de ser fechada. Nessa oportunidade não há obrigatoriedade de se aclamar H em se estando o Sinal de Ordem composto.
  8. Desfaz-se o Sinal sempre pelo Sinal Pen∴. Imediatamente a seguir, sem fazer a saudação às Luzes compõe-se o Sinal do outro grau. O termo "diretamente" infelizmente tem sido entendido como que passar de um Sinal “diretamente” para o outro. Como foi dito, não existe "meio procedimento". O maçom ao compor o Sinde Ord, para desfazê-lo, necessário é fazer antes o Sinal Pen. Isso quer dizer que não se passa de um Sin diretamente para outro sem antes não desfazê-lo por completo, isto é, fazendo o Sin Pen.
  9. Como respondi no meu blog, PIX é PIX e ritualística maçônica é outra coisa. Sou absolutamente contra essa questão. Agora, se isso está contemplado no seu ritual, o jeito é seguir. Uma das características do Tronco é o de que ninguém pode saber o que o outro pode doar. Nessa conjuntura há um sigilo absoluto, inclusive iniciático. O Tronco é para ser conferido na presença de todos, anunciando o seu resultado. Quanto às moedas correntes, não existem óbices pois elas são válidas no nosso sistema monetário. Entendo que se querem usar o PIX que a Loja crie então uma conta para isso e que cada um faça a sua doação, sem, contudo, misturar isso com ritualística maçônica.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

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NOV/2023

domingo, 12 de novembro de 2023

COMITIVA DE VISITANTES DE OUTRO RITO

Em 07/06/2023 o Respeitável Irmão Antônio Carlos Manso, Loja Inconfidência e Liberdade, 2370, REAA, GOB, Oriente de São Gonçalo do Sapucaí, Estado de Minas Gerais, formula a questão seguinte:

 

COMITIVA DE VISITANTES

 

Quando uma comitiva de irmãos em visita, qual a postura dos irmãos quando um deles pede a palavra.

 

CONSIDERAÇÕES

 

                  No REAA, visitantes em comitiva, quando um deles se utilizar da palavra, os demais permanecem como estão, isto é, sentados. Os acompanhantes não devem levantar nessa ocasião, pois isso não consta no ritual do REAA.

Assim, mesmo que alguns outros ritos se valham desse costume, essa
prática fica restrita à Loja que pratica o rito que assim proceda.

Visitando Lojas de outros ritos, os visitantes devem se comportar conforme a ritualística praticada pela Loja anfitriã. Visitante de outro rito não pode interferir na liturgia do ritual em prática na sessão.

Finalizando, vale lembrar que o RGF do GOB em seu Artigo 217, parágrafo único, prevê que visitante deve se sujeitar à disciplina da Loja que o recebe.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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NOV/2023

 

 

COLUNAS ZODIACAIS NO REAA - ORIGENS

Em 06.06.2023 o Irmão Paulo Rogério Cotta Chaves, Aprendiz da Loja Luz e Fraternidade de Curitiba, 97, REAA, Grande Oriente do Paraná (COMAB), Estado do Paraná, apresenta a dúvida seguinte:

 

COLUNAS ZODIACAIS

 

Apresentei uma peça de arquitetura sobre Simbologia das Colunas Zodiacais (Coluna do Norte) e um dos irmãos me perguntou o porquê de as colunas serem meias colunas.

Não tinha essa informação, mas ainda tentei responder dizendo que pelo fato de serem simbólicas fez-se meia coluna para fixar nas paredes e por uma questão de espaço.

O Irmão já foi perguntado sobre essa questão? Se sim, gostaria de ouvir a sua resposta.

 

CONSIDERAÇÕES:

 

Na realidade essas colunas não exercem função de sustentação como comumente acontece com os pilares. Sob o aspecto técnico, também no contexto maçônico, colunas adornam e pilares sustentam.

                Sob as suas origens, vale relatar que inicialmente as colunas zodiacais não faziam parte da decoração do tempo no REEA. Originalmente as constelações zodiacais - que as colunas hoje representam - eram fixadas (pintadas, estilizadas ou desenhadas) logo acima da base da abóbada nas paredes Norte e Sul.

Como muitas Lojas não atendiam a decoração zodiacal na base da abóbada, provavelmente por não possuírem templos apropriados, senão recintos adaptados, gradativamente as constelações do Zodíaco passaram a ser representadas nas paredes, isto é, como uma meia coluna seccionada no sentido longitudinal encravada verticalmente como que a brotar da parede, projetando assim da base da abóbada cada constelação zodiacal. Muitas Lojas também inseriam no alto das paredes, próximo à corda, apenas os símbolos correspondentes à cada constelação.

Desse jeito, gradativamente a preferência pelas colunas encravadas acabaria se consagrando, marcando no templo a alegoria inerente ao caminho iniciático do maçom no simbolismo do REAA.

Assim, por volta dos meados do século XX, essa disposição acabou consagrada no Rito, passando paulatinamente a integrar a decoração dos seus templos.

Ao finalizar, vale lembrar que essas 12 colunas, seis ao Norte e seis ao Sul, dispostas equidistantes umas das outras, não ultrapassam a balaustrada. Em outras palavras, não existe coluna zodiacal no Oriente da Loja.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

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NOV/2023

 

sábado, 11 de novembro de 2023

BANCO DE REFLEXÃO E CADEIRA PARA O CANDIDATO

Em 06.06.2023 o Respeitável Irmão Jackson Roberto Sotorck, Loja 13 de Maio II, 2167, REAA, GOB-MT, Oriente de Tangará da Serra, Estado do Mato Grosso, formula a seguinte questão:

 

BANCO DE REFLEXÃO

 

Teremos uma iniciação de pprof no próximo dia 10/06 e estudando nosso Ritual como também o sobre, deparei-me com uma dúvida a qual passo a questionar conforme abaixo segue:

Quando os candidatos são adentrados ao Templo, e seguindo todo o ritual conforme previsto, permanecendo os neófitos todos este tempo ainda em pé, chega o momento em que o Venerável Mestre pergunta em quem acreditam e se confiam em Deus, em seguida batem-se os malhetes e o Venerável Mestre solicita que todos se sentem, inclusive os neófitos. Neste momento não há nenhuma menção que o local para se sentarem é o BANCO DE
REFLEXÕES.

Somente em outra oportunidade mais adiante da sessão em que após o Venerável Mestre perguntar se persistem ingressar na Maçonaria é que vem a menção de que os Expertos fazem os candidatos darem um giro em si os colocam sentados no BANCO DE REFLEXÕES “que são bancos comuns sem encosto”.

Desta forma poderia se dizer que a primeira vez que os colocamos sentados deveriam ser em cadeiras normais e somente na segunda oportunidade seriam colocados os “bancos comuns” chamado de BANCO DE REFLEXÕES?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

O banco tosco, sem encosto (banqueta) utilizado para que o candidato opere sobre si uma reflexão, somente é utilizado logo que ele tenha sido retirado do Altar após a prova da taça.

Em vista disso, é apenas nesse momento que se faz uso o banco de reflexão. Nas outras oportunidades em que o candidato permanecer sentado ele ocupará uma cadeira normal.

Vale salientar que tudo isso está explicado no SOR, Sistema de Orientação Ritualística do GOB que se encontra hospedado na sua página oficial. O SOR, desde 2019, criado pelo Decreto 1784/2019 do Grão-Mestre Geral, é para ser aplicado sobre os Rituais do GOB.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

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NOV/2023

sexta-feira, 10 de novembro de 2023

COLUNETAS E OS VIGILANTES

Em 04.05.2023 o Respeitável Irmão Eduardo Freitas Moraes, Loja Rei Salomão, 44, REAA, GLMAM (CMSB), Oriente de Manaus, Estado do Amazonas, apresenta a dúvida seguinte:

 

COLUNETAS

 

Lendo seu blog sob o título "Ritualística - Colunetas no REAA?" de 05 de setembro de 2017, ao final, um irmão leitor questiona sobre não ter sido esclarecido no blog o motivo de levantar a coluna da Força e abaixar a da Beleza no início dos trabalhos, vendo que o irmão colocou e-mail para esclarecimentos, estou aqui para tirar essa dúvida, visto estar preparando uma
peça de arquitetura com este tema.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Acredito que já fiz uma ampla abordagem sobre o tema na resposta então publicada em 2017.

Veja, na oportunidade relatei que originalmente o REAA não possui essas colunetas, pois essa ritualística é do Rito de York e não do REAA.

Assim sendo, como é que eu vou explicar alguma coisa que não existe em um determinado rito? Não sou dado a inventar respostas para coisas que sob a óptica da originalidade não existem.

Reitero, essas colunetas não fazem parte do relicário simbólico do REAA. Elas aparecem sim, mas na liturgia do Rito de York

Em vista disso é possível explicar que no Rito de York as duas colunetas são elementos indicativos de quando a Loja está em trabalho ou fechada, ou mesmo em recreação. Assim, quando a coluneta do 1º Vigilante estiver em pé e a do 2º estiver deitada, quer dizer que a Loja está em franca atividade nos seus trabalhos. Já na situação inversa, a do 1º Vigilante deitada e a do 2º Vigilante em pé, significa que os trabalhos se encontram pausados.

Agora, em relação a elas no REAA prefiro deixar a explicação para aqueles que indevidamente inseriram essa prática.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

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NOV/2023

 

TRAJE E PARAMENTOS DO DEPUTADO

Em 03.06.2023 o Respeitável Irmão José Luiz R. Vaz, Loja Igualdade Santista, 2164, REAA, GOB-SP, Oriente de Santos, Estado de São Paulo, apresenta a questão seguinte:

 

TRAJE MAÇÔNICO DO DEPUTADO.

 

Gostaria de esclarecer umas dúvidas que sempre me perguntam e eu dou "minha opinião", mas não sei se esse meu entendimento é correto ou não, porque nunca li nada a respeito.

Com referência aos Irmãos DEPUTADOS FEDERAIS E ESTADUAIS:

1) quando vão a sessão ordinária de SUA LOJA, podem ir de Balandrau com paramentos de M I ou MM, já que estarão frequentando como "Irmãos da Loja" e não na função do Cargo, vamos dizer assim.

2) os Paramentos de deputado sempre serão usados com Terno e gravata e nunca com balandrau. E correta essa afirmação?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Um Deputado no exercício do seu mandato, mesmo que auxiliando nos trabalhos da sua Loja, ou participando das sessões da Soberana Assembleia (estadual ou federal), ou ainda em visita a outra Loja, é um Deputado.

                       Diante disso, em qualquer condição ele se apresenta em Loja paramentado como Deputado.

No caso da sua questão, a Loja é do REAA, portanto admite-se o uso de balandrau nas sessões ordinárias. Desse modo, o Deputado paramentado como tal, pode perfeitamente vestir o balandrau.

Obviamente que nas sessões magnas, ou nas reuniões da respectiva Assembleia, um Deputado deve estar vestido conforme a Legislação. No caso de terno.

Não existe nada na legislação que determine que um Deputado não possa se paramentar como Deputado se ele estiver usando balandrau. O traje não depende do paramento que o titular estiver usando, todavia depende da sessão em que ele estiver participando.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

jukirm@hotmail.com

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NOV/2023