terça-feira, 13 de setembro de 2022

PARAMENTOS DIFERENCIADOS PARA OS VIGILANTES E FAIXA DO MESTRE

Respeitável Irmão Carlos Fernando Moccelin, Loja Fidelidade, GOB-PR, REAA, Oriente de Londrina, Estado do Paraná, apresenta as questões abaixo:

 

PARAMENTOS DOS VIGILANTES E FAIXA DO MESTRE PARA OS COBRIDORES E EXPERTOS

 

Verifiquei junto ao SOR, Ritual de Mestre, sobre os paramentos dos VVig

Consta não utilizar punhos, e fazer uso do avental de Mestre.

Como Mestre de Cerimônias, levei isso ao Venerável Mestre e aos VVig e talvez por descontentamento de ter comprado o paramento não aceitaram bem tal mudança, inclusive alegando que seria somente para sessão de Mestre a observação (visto estar no ritual de mestre).

A dúvida é, paramentos em qualquer sessão, é avental de mestre + colar com a joia do cargo (sem punhos e avental de 1º e 2º Vig). Punho somente o Venerável Mestre.

Já os CCobr e EEXp devem utilizar além do colar, as faixas de mestre, relacionadas as espadas (coldre da espada).

 

CONSIDERAÇÕES.

 

                            Sobre os paramentos diferenciados para os Vigilantes não há nada proibindo o uso desses paramentos. O que destacamos no SOR foi que um Vigilante pode perfeitamente trabalhar com o avental de Mestre Maçom, vestindo o colar igual aos demais com a respectiva joia do cargo e sem utilizar punhos.

Na futura edição de novos rituais, quando autorizadas pelo Grão-Mestre Geral, os paramentos dos Vigilantes não serão mais diferenciados dos demais no REAA, restringindo-se a identificação do cargo apenas à joia distintiva.

Em face a isso, não existe por enquanto nada proibido, senão orientando nesse sentido. Assim, a Loja que possuir paramentos diferenciados para os seus Vigilantes pode perfeitamente continuar a usá-los.

A bem da verdade, os Vigilantes no REAA originalmente não usam alfaias diferenciadas e nem punhos. Os punhos, inclusive, são elementos que simbolizam o poder auferido ao Venerável Mestre durante o seu mandato. Ex-Veneráveis (Mestres Instalados) não usam punhos.

Na hipótese do Vigilante possuir o título honorífico de Mestre Instalado, então ele usa os seus paramentos de Mestre Instalado (colar, joia e avental do M I), entretanto veste por cima do seu colar um outro com a joia distintiva do cargo de Vigilante.

No que diz respeito aos Cobridores e Expertos, orientamos no SOR também o uso da faixa de Mestre por baixo do colar que traz a joia distintiva. Isso se dá porque a faixa que compõe os paramentos do Mestre Maçom – reminiscência dos talabartes – traz um dispositivo junto à joia que serve para acondicionar a espada. Como os Cobridores e Expertos utilizam espadas no desempenho do seu ofício, o dispositivo da faixa supre a necessidade do acondicionamento das mesmas quando o titular não a estiver a empunhando.

 

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

http://pedro-juk.blogspot.com.br

 

 

SET/2022

SAUDAÇÃO EM LOJA E AJUDA DO COBRIDOR NA CIRCULAÇÃO DAS BOLSAS.

O Respeitável Irmão Carlos Fernando Moccelin, Loja Fidelidade, GOB-PR, REAA, Oriente de Londrina, Estado do Paraná, apresenta as questões abaixo:

 

SAUDAÇÕES EM LOJA

 

Estou trabalhando como mestre de cerimônia em loja do GOB. Constantemente verifico o SOR a fim de melhorar a ritualística. Verificando quanto a saudação, página 42 do ritual de aprendiz bem como diversas explicações em seu blog, verifiquei que não se faz necessário “saudação” antes do deslocamento em loja. Algumas dúvidas - estando em pé, devemos ficar à ordem (considerando loja aberta) - aqui uma consideração da dúvida - entrada e saída do Oriente, sempre realizar a saudação ao Venerável (alguns falam que se faz a saudação ao IOD ou ao Delta); - no saco de propostas (e tb no tronco), quando ajudado pelo cobridor, há saudação entre os mestres? (Visto que o cobridor fica em pé, logo fica à ordem, descarrega o sinal, pega o saco) nesse momento o mestre, em seu ofício fica sem o saco e em pé em loja, (fica à ordem?), coloca a proposta/óbolo, fica à Ordem (pois continua em pé), da mesma forma o cobridor entrega o saco, fica à ordem, desfaz o sinal e senta-se. Ao retornar, ao lugar o MC/hospitaleiro, senta-se sem necessidade de “saudar”. Seria esse o procedimento?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Saudação ao ingressar no Oriente. - Destaco o que menciona o Ritual em vigência do REAA no GOB: saudações em Loja são feitas exclusivamente ao Venerável Mestre quando se ingressa e sai do Oriente ou às Luzes da Loja (Venerável e Vigilantes) quando da entrada formal ou retirada definitiva do templo. Note que em nenhuma dessas situações está prevista qualquer saudação ao Delta. Assim, reitero que essas são as únicas ocasiões em que há saudação pelo sinal em Loja.

Em se tratando do REAA, quando alguém tiver que permanecer por algum tempo em pé e parado em Loja aberta - ou para usar da palavra, ou aguardar providências por dever de ofício - deve ficar à Ordem, o que não deve ser confundido com saudação maçônica, já que saudação em Loja somente ocorre nas ocasiões previstas no Ritual (página 42). É bom que se diga que saudação em Loja é sempre feita pelo Sinal, contudo, conforme a ocasião, fazer o Sinal nem sempre significa saudação. Colocamos essa orientação no SOR, Sistema de Orientação Ritualística.

Sem excessos de preciosismo, o Cobridor Interno ao levantar para ajudar o
M
de CCer ou o Hosp segurando a bolsa, não precisa ficar à Ordem, pois essa ocorrência se dá de modo transitório e rápido. O mesmo também ocorre com os dois oficiais transeuntes nesse momento, isto é, pela brevidade da ação também não precisam compor sinal.

Quem usa a palavra fala à Ordem. - Nesse caso, antes de sentar o protagonista desfaz o sinal na forma de costume (pelo Sin Pen), pois ninguém fica à Ordem sentado. Ao se desfazer o sinal antes de sentar não significa estar prestando uma saudação maçônica.

Já os oficiais que por dever de ofício transitam em Loja (M CCer, Hosp, DDiác, etc.), ao retornarem aos seus lugares, antes de sentar não fazem sinal algum, isto é, tomam assento imediatamente. Não faz sentido a composição do sinal nesse momento pela brevidade da ação de se tomar assento imediatamente. Também nesse momento não há saudação.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

http://pedro-juk.blogspot.com.br

jukirm@hotmail.com

 

 

SET/2022

quinta-feira, 8 de setembro de 2022

PARAMENTOS DO MESTRE INSTALADO NAS DIVERSAS OBEDIÊNCIAS

Em 15.03.2022 o Respeitável Irmão Adeildo José Ferreira da Penha, Loja Heróis de 1817, REAA, GOIPE (COMAB), Oriente de Recife, Estado de Pernambuco, faz a seguinte pergunta:

 

PARAMENTOS DO MESTRE INSTALADO

 

Meu estimado irmão, boa noite! Sou Mestre Maçom Instalado, com mais de uma década de ordem. Sou de Recife-PE, do GOIPE, qual é realmente o paramento do MI?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Vale antes destacar que o Mestre Instalado é um título honorífico dado ao Mestre maçom que fora um dia eleito para o cargo de Venerável Mestre. Mestre Instalado não é grau.

Deixando o veneralato da Loja ele é o ex-Venerável. Aquele que acaba de deixar o cargo é conhecido como o ex-Venerável mais recente da Loja.

Na Maçonaria Brasileira, as Obediências regulares adotam as alfaias para o Mestre Instalado. Nesse sentido, geralmente o avental e o colar são bastante parecidos com os do Venerável Mestre de ofício, diferenciando-se a joia que, no caso da do ex-Venerável para os ritos de origem francesa é um conjunto composto por um Esquadro sobre um Compasso, cujas pontas repousam sobre um arco graduado correspondente a um quarto de
círculo. Esse conjunto traz ao centro a representação de um olho onividente.

Por ser um símbolo representativo do poder, o ex-Venerável Mestre não deve usar punhos. Nesse caso eles são restritos ao Venerável Mestre.

Os Ritos de origem anglo-saxônica, como é o caso do Rito de York, de onde é de fato original a instalação, trazem como joia do ex-Venerável um pictograma representativo da 47ª Proposição de Euclides.

Algumas Obediências, como é o caso do GOB, também trazem bordada, ao centro do avental do Mestre Instalado, a sua respectiva joia, tal qual a joia pendente do colar.

Como particularidade, pode-se dizer que em todas as Obediências os aventais, tanto o do Venerável Mestre, assim como o do ex-Venerável, trazem um conjunto simbólico representativo da perpendicular unida ao nível (dois desses conjuntos sobre o
corpo baixo do avental e um sobre a respectiva abeta). Esse objeto simbólico relativo ao nível e ao prumo é erradamente ainda conhecido como a letra grega “Tau” invertida que, se diga de passagem, nada tem a ver com as origens de ofício da Maçonaria.

De fato, o título consagrado para esse símbolo é o de a perpendicular e o nível, sobretudo porque ambos são elementos imprescindíveis na arte das edificações.

Ainda como particularidade, todos os aventais também trazem em ambos os lados, à direita e à esquerda, duas fitas que terminam em pingentes com sete pêndulos (bolinhas de metal) cada um.

Outro aspecto para ser considerado é que os colares, conforme o Rito e a Obediência, podem trazer diferentes bordados decorativos. Há ainda as cores predominantes dos paramentos que podem se diferenciar conforme os ritos e Obediências. Os debruns podem ser azuis ou encarnados. As joias e galões podem ser douradas ou prateadas. Alguns aventais ainda trazem as letras M e B.

A bem da verdade não há uma padronização para essas alfaias, sobretudo porque muitos desses costumes não se coadunam com a originalidade de alguns ritos. Em síntese, vale para cada Obediência aquilo que ela adotar.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

http://pedro-juk.blogspot.com.br

 

 

SET/2022

sexta-feira, 2 de setembro de 2022

DECORAÇÃO DO ÁTRIO - ALEGORIAS DO APRENDIZ, COMPANHEIRO E MESTRE.

Em 15.03.2022 o Respeitável Irmão Dirceu Aparecido Machado Borges, Loja Justiça e Caridade, 1293, sem mencionar o nome do Rito, GOB-GO, Oriente de Itumbiara, Estado de Goiás, coloca a seguinte questão:

 

ALEGORIAS NAS PAREDES DO ÁTRIO.

 

Sempre tive o desejo de colocar no Átrio de nossa Loja, três quadros retratando o Aprendiz, Companheiro e Mestre Maçom. Isto é possível ou existe alguma impedância para tal?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Em se tratando de decoração do átrio da Loja, é possível, porém que sejam


elementos com motivos maçônicos, fugindo assim de uma decoração religiosa, a exemplo de figura de personagens santificados e outros do gênero.

Vale mencionar que a Maçonaria respeita as religiões dos seus membros, incentivando-os, inclusive à sua prática, mas não nas suas dependências ou em seu nome. Portanto, com o fito de manter a harmonia entre os maçons, respeita-se a neutralidade nesse contexto.

Já as conhecidas alegorias maçônicas do Aprendiz, do Companheiro e do Mestre são perfeitamente aceitáveis como elementos decorativos distribuídos no recinto do átrio da Loja.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

jukirm@hotmail.com

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SET/2022

quinta-feira, 1 de setembro de 2022

SAUDAÇÃO PELO SINAL EM LOJA - REAA

 O Respeitável Irmão Jackson Roberto Stork, Loja 13 de Maio II, 2167, REAA, GOB-MT, Oriente de Tangará da Serra, Estado de Mato Grosso, formula a questão seguinte:

 

SAUDAÇÃO PELO SINAL

 

Tenho uma dúvida quanto ao retorno do Orador ao seu lugar depois da abertura do Livro da Lei.

Acho que vi em alguma de suas palestras que o Orador, ao retornar ao seu lugar, simplesmente se senta, sem fazer o Sin de Ordem e nem o desfazer. Isto está correto?

Se sim. Neste mesmo entendimento então qualquer Irmão que for conduzido ao seu lugar pelo Mestre de Cerimônias também não precisa fazer o Sin de Ord? Somente senta-se ao
chegar ao seu lugar?

Ou seja, se o fiz, me parece que seria uma espécie de saudação ao Mestre de Cerimonias que já se sabe não existir. Seria Isto?

E o Mestre de Cerimônias, após cumprir o seu dever e retornar ao seu lugar também simplesmente se senta, não precisa fazer o sinal e desfazê-lo, parecendo ser uma saudação ao Venerável, que também se sabe não existir?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Especificamente, no tocante aos deslocamentos do Orador para abrir o Livro da Lei, este, conforme prescreve o ritual e o SOR, ao retornar ao seu lugar conduzido pelo Mestre de Cerimônias, permanece em pé, portanto à Ordem, até que todos recebam a autorização do Venerável Mestre para tomar assento. Obviamente que o Orador, antes de sentar, como os outros, também desfaz o Sinal de Ordem pelo Sin Pen. Destaco que o gesto de desfazer o Sin de Ord pelo Si Pen nesse momento não pode ser confundido com saudação maçônica.

Ao fechar o Livro da Lei quando do encerramento dos trabalhos, o Orador, conforme o previsto no ritual e no SOR, como todos os demais, desfaz o Sin na forma de costume logo que o Livro da Lei for fechado. Nesse sentido, o Orador, de retorno ao seu lugar, conduzido pelo Mestre de Cerimônias permanece em pé, mas sem Sin∴, como todos os presentes até se retirarem do Templo.

Em linhas gerais, quando se trata daqueles que são conduzidos, ou se deslocam em Loja aberta, a exemplo do Mestre de Cerimônias, estes, ao chegarem nos seus respectivos lugares, simplesmente tomam assento sem fazer sinal algum, pois não existe saudação nesse momento.

Além disso, o Ritual do Aprendiz do REAA é claro na sua página 42 quando menciona os únicos momentos em que há saudação em Loja.

Destaco que quando alguém estiver em pé e parado em Loja aberta, no REAA fica-se à Ordem. Para desfazer o Sinal antes de sentar, ou mesmo prosseguir em deslocamento, obrigatoriamente se desfaz o Sinal de Ordem pelo Sin Pen (Gut). Ora, isso não é saudação, mas a forma correta de se fazer o Sin de Ord.

Atente-se que conforme a circunstância, o Sin Pen pode ser uma saudação maçônica, ou simplesmente a forma de costume de se desfazer o Sin de Ord.

Remeto o Irmão ao Sistema de Orientação Ritualística – SOR, itens 23 e 24 que tratam do Sin de Ord e o Sin Pen (Gut). Lá encontra-se a explicação sobre os dois momentos de um Sin, o estático e o dinâmico.

Vale lembrar que o SOR – Sistema de Orientação Ritualística  se encontra na página oficial do GOB e foi criado pelo Decreto 1784/2019 do Grão-Mestre Geral para aplicação imediata sobre os rituais até as suas novas edições.

Concluindo, fora situações específicas descritas no ritual, quando alguém em deslocamento chegar de retorno ao seu lugar, não faz sinal algum, simplesmente toma assento. Não há razão para se compor e desfazer o Sin nesse momento, pois não existe nessa oportunidade nenhuma saudação prevista.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

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SET/2022

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

REAA - BOLSA. CIRCULAÇÃO E ABORDAGEM.

Em 14.03.2022 o Respeitável Irmão Claudinei José da Silva, Loja Cavaleiros Templários, REAA, GOB-SC, Oriente de Fraiburgo, Estado de Santa Catarina, faz a pergunta seguinte:

 

CIRCULAÇÃO E ABORDAGEM NA COLETA

 

Quando da circulação em Loja com o Saco de Propostas e informações e Tronco de Solidariedade, o Ir M de CCer e Hosp fazem a coleta das Luzes e em seguida no ocidente fazem a coleta dos MM.

De cada coluna, primeiro dos ocupantes de cargos ou todos os Mestres independente dos cargos que estão ocupando?

Pois na orientação do GOB apresenta apenas mestres das Col.: do Sul e Norte.

 

CONSIDERAÇÕES.

 

             No GOB, em se tratando do REAA, como orienta o Sistema de Orientação Ritualística hospedado na plataforma GOB RITUALÍSTICA, a abordagem do oficial circulante – o M de CCer ou o Hosp - se dá na seguinte ordem: primeiro efetua-se a coleta das Luzes da Loja (Venerável Mestre, 1º e 2º Vigilantes respectivamente); em seguida o Orador, o Secretário e o Cobridor Interno. Cumprida na ordem a coleta desses seis primeiros cargos, o oficial circulante aborda logo a seguir os ocupantes das duas cadeiras de honra que ficam ao lado direito e esquerdo do Venerável Mestre; depois, indiscriminadamente, todos os demais ocupantes do Oriente. Concluída a coleta no Oriente, em seguida são abordados indiscriminadamente todos os Mestres Maçons da Coluna do Sul; da mesma forma os Mestres da Coluna do Norte. Em seguida os Companheiros e os Aprendizes. Encerrando o giro, o próprio oficial circulante (M de CCer ou Hosp), auxiliado pelo Cobridor Interno, deposita a sua coluna gravada ou o óbolo e se coloca novamente entre CCol.

Por oportuno, vale mencionar que a única sequência de abordagem por cargo se dá para os seis primeiros mencionados (Ven, VVig, Orad, Secr e Cobr Int. Fora isso, tanto no Oriente, como nas Colunas não existe ordem de coleta para aqueles que estejam ocupando cargos.

Como todos os que ocupam cargos são obrigatoriamente Mestres Maçons (Art. 229 do RGF), não há ordem de precedência entre eles, independente de estarem ou não ocupando cargos.

Confira o que está previsto oficialmente no SOR, hospedado na página oficial do GOB, pois as orientações ali contidas, amparadas pelo Decreto 1784/2019 do Grão-Mestre Geral, são para aplicação imediata sobre os rituais até as suas novas edições.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

http://pedro-juk.blogspot.com.br

 

 

AGO/2022