domingo, 1 de fevereiro de 2026

CEMITÉRIO - ATIVIDADE NÃO PREVISTA

Em 06.09.2025 o Respeitável Irmão Geraldo Orias Fagundes, Loja Vigilantes do Araxá, 2479, REAA, GOB MINAS, Oriente de Araxá, Estado de Minas Gerais, apresenta a seguinte questão:

 

CEMITÉRIO

 

Tenho uma dúvida, pois já li em algum lugar que ao buscar o Candidato a ser iniciado, não devemos levar ele a cemitérios, asilos e hospitais. Fui escalado para buscar um Candidato em sua residência e o Venerável Mestre orientou para o levarmos a um cemitério. Não encontrei o material onde li esta proibição, pode me ajudar com esta informação? É permitido fazer isso?

 

CONSIDERAÇÕES

 

              Absolutamente, isto não este previsto em lugar nenhum do ritual. Insistentemente, eu tenho dito que a Maçonaria não é uma escola de trotes, portanto não incentiva práticas tais como as de levar candidatos à Iniciação a hospitais, asilos e cemitérios.

Assim, o ritual de Aprendiz do REAA vigente no GOB obviamente não mencionada nada nesse sentido, inclusive aborda, nas páginas 112 e seguintes, como, onde e por quem o
candidato, respeitosamente é conduzido e recebido na Loja, antes da cerimônia de iniciação.

À vista disso, é certo de que não se encontrará nenhuma orientação induzindo à condução de candidatos a cemitérios, como se a Maçonaria fosse uma espécie de necrópole.

O mais lamentável nesse caso é se ver um Venerável Mestre, que na sua Instalação jurou cumprir os rituais, em total desrespeito a ele, “orientar” antes a condução do candidato à iniciação até um cemitério, fato que nem sequer é mencionado na liturgia de iniciação maçônica.

Infelizmente, alguns ainda insistem em trazer à tona certos anacronismos hauridos da escuridão (ignorância) de um passado distante.

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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jukirm@hotmail.com

 

 

FEV/2026

 

sábado, 31 de janeiro de 2026

RETIRADA DO PAVILHÃO NACIONAL - DECRETO 1476/2016

Em 03/09/2025 o Respeitável Irmão Álvaro Mattos da Costa Filho, Loja Fé e Perseverança, 426, REAA, GOB-SP, Oriente de Jaboticabal, Estado de São Paulo, apresenta a seguinte questão:

 

RETIRADA DO PAVILHÃO NACIONAL

 

Mais uma vez recorro aos seus conhecimentos e esclarecimentos.

Em visita à algumas Lojas da minha região, pude observar que ao final dos trabalhos em Sessões Magnas, foram feitas a Saudação, cantado o hino à Bandeira em sua primeira e última estrofe e em seguida o Porta bandeira a colou de volta em seu pedestal, houve alguma orientação ou mudança neste sentido?

 

CONSIDERAÇÕES

 

            O Decreto 1476/2016 do GOB, que dispõe sobre o cerimonial para a Bandeira Nacional, encontra-se em plena vigência e é impreterivelmente seguido, na sua íntegra, pelos Rituais do GOB.

Diante disso, a Bandeira Nacional, antes do encerramento dos trabalhos, sai formalmente do Templo conduzida pelo Porta-Bandeira, escoltado pela Guarda de Honra. À saída, o dispositivo passa pela Comissão com treze membros, armados de espadas e munidos
de estrelas.

Em síntese, ao final dos trabalhos a Bandeira é conduzida para fora do Templo conforme determina o Decreto mencionado, portanto não é admissível que o Porta-Bandeira, em total desrespeito ao que reza o Diploma Legal, coloque o Lábaro no Oriente da Loja novamente.

Por fim, reitera-se: Ritual e Decreto vigentes, ambos assinados pelo Grão-Mestre Geral, devem ser respeitados e seguidos na sua totalidade.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

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JAN/2026

 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

CONSAGRAÇÃO (SAGRAÇÃO) DE CANDIDATOS

 

Em 03.09.2025 o Respeitável Irmão José Roberto da Conceição, Loja 03 de Maio, 1228, REAA, GOB/SP, Oriente de Martinópolis, Estado de São Paulo, apresenta a seguinte pergunta:

 

CONSAGRAÇÃO

 

Gostaria que os Irmão esclarece uma dúvida.

Nos Rituais de Aprendiz, Companheiro e Mestre, ed. 2024, na Sessão Magna de Iniciação, Elevação e Exaltação; com relação ao texto de Consagração (Ritual de Aprendiz pág. 162; Ritual de Companheiro pág. 99; Ritual de Mestre pág. 143); havendo mais de um candidato, a leitura do texto, seguida das batidas na Esp Flamígera é feita individualmente para cada candidato? Ou faz-se apenas uma leitura do texto, e aí as batidas na Esp Flamígera é feita individualmente para cada candidato?

Embora os explicativos, nos Rituais, determinem que a Sagração seja feita individualmente, alguns Mestres Instalados defendem que o texto seja lido apenas uma vez e que, aí sim, as
batidas na Esp
Flamígera sejam feitas individualmente, para cada candidato.

 

CONSIDERAÇÕES

 

Por ocasião dessa cerimônia, havendo mais do que um candidato, o Ven Mestre fará apenas uma leitura do texto de consagração, adequando a sua ortografia para o plural, se for o caso (deve mencionar o nome completo de cada candidato).

Feita a leitura do texto, o titular dará, sobre a lâmina da Espada Flamej, com o malhete, as pancadas previstas para o Grau por cima da cabeça de cada um dos candidatos, porém com cuidado de não encostar a lâm flamej na cabeça do recipiendário.

Para finalizar, reitera-se: durante o ato de conferência de dignidade ao Grau, havendo mais do que um candidato, o Ven Mestre genericamente faz uma só leitura do texto previsto no ritual, todavia, dará, sobre a cabeça de cada candidato, individualmente, a bateria de consagração do Grau (esta é individual, nunca coletiva).

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK - SGOR/GOB

http://pedro-juk.blogspot.com.br

jukirm@hotmail.com

 

 

JAN/2026