sexta-feira, 22 de julho de 2022

SESSÃO MAGNA EM FILIAÇÃO E A PRESENÇA DO GRÃO-MESTRE

 

Em 15.02.2022 o Respeitável um Irmão do GOB-AL, Oriente de Palmeira dos Índios, Estado das Alagoas, faz a seguinte pergunta:

 

SESSÃO MAGNA EM FILIAÇÃO.

 

Bom dia meu Irmão, mais uma vez entro em contato para tirar uma dúvida: Com a presença do Eminente Grão Mestre Estadual, e como está marcada uma Sessão de Filiação, pra essa data. Essa sessão pode ser magna, já que teremos a presença do Eminente?

 

CONSIDERAÇÕES

 

A Rigor, não há necessidade de se fazer uma sessão magna devido a presença do Eminente Grão-Mestre Estadual.

A sessão pode perfeitamente ser ordinária e o Grão-Mestre ingressar em comitiva, isto é, sem as formalidades da praxe, até porque em sessão ordinária o Pavilhão


                     Nacional já estará hasteado dentro do Templo no lugar de costume.

Lembro que em comitiva o Grão-Mestre ingressa à frente, seguido das demais autoridades que o acompanham.

Embora a sessão de filiação, como previsto, ocorra em sessão ordinária, nada impede que a Loja, por receber o Grão-Mestre, realize seus trabalhos em sessão magna. Fica a critério da Loja. Nesse caso, vale mencionar que em sessão magna haverá ingresso e retirada formal do das autoridades e do Pavilhão Nacional.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

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JUL/2020

quinta-feira, 21 de julho de 2022

PRECES E ORAÇOES - PRÁTICAS RELIGIOSAS DENTRO DO TEMPLO MAÇÔNICO

Em 15.02.2022 o Respeitável Irmão Renato Peixoto, Loja Eugênio Bargiona, 3593, GOB-RJ, REAA, Rio de Janeiro, Capital, mencionando orientações do Sistema de Orientação Ritualística.

 

PRÁTICA RELIGIOSA DENTRO DO TEMPLO

 

Em nosso Ritual, o texto abaixo é claro quando se trata de fazer uma prece ainda no Átrio – menciona que não existe no Átrio nenhuma prece e oração.

Após o ingresso no Templo, estando este fechado, antes do Venerável Mestre abrir a Loja, pode-se fazer uma oração?

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Inicialmente cabe mencionar que Maçonaria não é religião e a Loja não é lugar de cultos religiosos individuais.

A despeito de que ela exige dos seus membros a crença em um Ente-Supremo que, de modo conciliatório, é conhecido como G A D U, dá a liberdade de que os seus membros professem cada qual a sua própria religião, mas em seu ambiente próprio para tal, não na Loja, isto é, cada um expressa a sua fé na sua igreja, seu templo religioso, salão de fé, etc.

A Loja, ou a sala da Loja é um lugar que especulativamente rememora os canteiros construtores da Idade Média. É onde os maçons na Moderna Maçonaria trabalham em busca do seu aperfeiçoamento interior que objetiva construir um Templo à Virtude
Universal.

A Maçonaria, por conta da sua história, sem dúvida sofreu muitas influências da igreja estado no período medieval, contudo isso não remete a Sublime Instituição, no contexto da história, a ser confundida com uma ordem religiosa.

A bem da verdade, após a transição do Ofício (Operativo) para o Especulativo (Aceitos) surgem, a partir do século XVIII, os ritos maçônicos, cujos quais adquirem características próprias hauridas dos costumes e culturas das diversas regiões (países) em que eles se desenvolveram. Por conta disso, os ritos maçônicos acabariam adquirindo, na sua construção litúrgica e doutrinaria, feições que tanto podem ser teístas, deístas, teísta-deísta e ainda agnósticas. A questão é de abordagem filosófica, ética e moral (vide as lendas oriundas dos antigos manuscritos).

Assim, se faz cogente entender esses paradigmas para não desvirtuar a realidade, isto é, não os entender como vetores que transformam a Maçonaria em uma religião.

De fato, os maçons sim são religiosos e na Maçonaria eles aprendem a arte de conviver (tolerância) num mesmo espaço, respeitando cada qual as convicções religiosas de outrem. Diante disso é que não se discute e nem se apregoa o sectarismo político e religioso em Loja. A harmonia deve imperar entre os homens no canteiro especulativo (Loja). A boa geometria ensina o respeito e a convivência nas reuniões maçônicas. A Maçonaria incentiva que o maçom professe a sua fé, mas no ambiente apropriado para demonstrar a sua religião, e não na Loja.

Os ritos maçônicos, graças às suas influências de origem, comumente utilizam citações e alegorias religiosas hauridas principalmente das Old Charges, mas isso, reitero, não faz da Maçonaria uma religião. As lendas e passagens, assim como personagens bíblicos mencionados, têm o desiderato na Arte Real de construir alegorias e lendas para que, por meio delas, instituir lições de moral, ética e sociologia.

Dentre outros, o REAA, por exemplo, precisa ser compreendido no conjunto da sua história, até porque ele, na formação do seu primeiro ritual em 1804 acabou adquirindo um viés deísta por influência francesa e um teísta por influência anglo-saxônica. Se bem observado e com critério, isso explica o porquê das preces que aparecem na sua liturgia, contudo essas manifestações não têm conotação específica de uma religião. Entender isso é providencial para não se confundir alhos com bugalhos. Graças ao mal entendimento dessa questão é que vemos, não raras vezes, Irmãos em Loja querendo transformar a Maçonaria em um instrumento particular da sua fé. E aí pergunta-se? E os demais Irmãos que não professam dessa mesma fé? Como ficariam eles?

Assim, o REAA não contempla súplicas ao Ente-Supremo (deísmo ou teísmo), senão aquelas que constam no seu Ritual.

Portanto, no tocante à sua questão propriamente dita e, embasado no que até aqui fora exposto, a Maçonaria não é uma religião, contudo respeita as crenças particulares de cada um dos seus membros.

Desse modo, seguindo o que está previsto no ritual do REAA em vigência e no SOR – Sistema de Orientação Ritualística do GOB, além do que prescreve a própria Constituição do GOB nos seus Artigos 1º e 2º, não existe no átrio e nem dentro do templo, mesmo antes de o Venerável abrir a Loja, nenhuma oração, prece ou outras práticas do gênero.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

http://pedro-juk.blogspot.com.br

 

 

JULHO/2022

quarta-feira, 20 de julho de 2022

VISITANTE DESCONHECIDO

Em 30.01.2022 o Respeitável Irmão Daniel Montanhini Soares de Oliveira, Loja Independência, 0131, REAA, GOB-SP, Oriente de Campinas, Estado de São Paulo, formula a questão seguinte:

 

INGRESSO DOS VISITANTES

 

Caro Irmão, parabéns pelo blog sempre riquíssimo de informações e ensinamentos. Tenho uma dúvida com relação à entrada de visitantes quando não são conhecidos, a entrada somente pode ocorrer após a Ordem do Dia? Se sim gostaria de entende o porquê. Desde já agradeço a atenção!

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Na realidade existem dois momentos distintos para ingresso de visitantes, embora haja ainda um terceiro, que entendo de péssima geometria, quando visitantes batem à porta do templo pedindo ingresso com a sessão em andamento. Aliás, não só visitantes, desconhecidos ou não, mas também Irmãos do quadro que assim se comportam.

No caso das duas formas consagradas, a primeira é a que costumeiramente ocorre como entrada em família. Nessa ocasião, havendo visitantes desconhecidos, estes, depois de serem devidamente examinados, podem ingressar fazendo parte do préstito de
entrada – antes da abertura da Loja.

A segunda forma consagrada (menos comum, mas está no ritual) é aquela em que os visitantes aguardam para ingressar após a Ordem do Dia. Isso pode ocorrer em se seguindo o que está previsto no ritual.

Geralmente o ingresso após a Ordem do Dia pode ocorrer quando a Loja estiver tratando, na sua Ordem do Dia, de assuntos que digam respeito apenas à Oficina, isto é, de caráter particular do Quadro.

Após a Ordem do Dia também ingressam autoridades que serão recebidas conforme menciona a ordem de precedência descrita no RGF, não obstante seja mais comum que as autoridades entrem mesmo em família, ou seja, como parte do préstito de entrada para o início dos trabalhos.

Enfim, essas são as formas mais costumeiras.

No condizente ao visitante não conhecido, destaco que em qualquer situação o mesmo deve ser prudentemente examinado para provar a sua regularidade como maçom.

Assim, se esse visitante desconhecido for ingressar em família, antes ele deverá passar pelo telhamento, o que se recomenda ocorrer em um ambiente privado, longe das vistas de curiosos. Desse modo, estando tudo nos conformes, o visitante será então autorizado a se juntar ao préstito de entrada.

Nesse contexto recomenda-se ao visitante que ele se apresente com antecedência para os devidos procedimentos do telhamento.

Em se certificando da sua regularidade, o visitante também pode ser admitido na Loja após a Ordem do Dia na forma de costume prevista no Rito.

Recomenda-se ao visitante desconhecido - que poderá ingressar em família ou após a Ordem do Dia – que se apresente na Loja antes do início dos trabalhos para que sejam tomadas as providências de praxe. A observação dessa recomendação certamente evitará atropelos de última hora.

Como já foi dito, nesse contexto outras situações poderão ocorrer, sobretudo encenadas por aqueles que chegam atrasados e ficam a se anunciar pedindo ingresso.

Concluindo, vale mencionar que um visitante desconhecido, em qualquer situação, somente poderá ser admitido em Loja após ter sido devidamente reconhecido na forma de costume.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

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JULHO/2022

terça-feira, 19 de julho de 2022

TOQUE NA TRANSMISSÃO DA PALAVRA - TELHAMENTO E TRANSMISSÃO ENTRE AS LUZES

Em 22.01.2022 o Respeitável Irmão Ruy Almeida de Sales, Loja Aristeu dos Santos Ribas, 58, REAA, Grande Oriente do Paraná (COMAB), Oriente de Nova Fátima, Estado do Paraná, solicita o seguinte esclarecimento:

 

TOQUE NA TRANSMISSÃO DA PALAVRA SAGRADA

 


Bom dia. Respeitável Irmão, minha dúvida é sobre o toque na transmissão da palavra Sagrada.

Quem pede a palavra Sagrada dá o toque, e há a necessidade do toque novamente após a transmissão da palavra pelos interlocutores ou não?

 

CONSIDERAÇÕES P/O REAA

 

Nesse contexto existem dois aspectos para serem considerados. Há o toq para se transmitir a pal em um telhamento, ou seja, verificar a qualidade maçônica de um Irmão, e existe a alegoria da transmissão da pal utilizada no REAA quando da abertura e encerramento dos trabalhos. Essa última opção não tem o caráter de telhamento (exame de um maçom).

No telhamento de Aprendiz e de Companheiro, depois de o examinador ter dado o toq e obtido a palavra nos conformes do grau, não se repete mais o toq. No exame do Mestre, vale lembrar que o toq é dado pelos C PP PP.

Na prática ritualística inerente a alegoria da transmissão da Pal Sagr que ocorre entre as Luzes da Loja e os Diáconos, nos graus de Aprendiz e Companheiro não se dá o toq nessa ocasião, e também não há troca de letras ou sílabas entre os interlocutores – quem transmite, dá a palavra por complete. A exceção nessa ocasião é no 3º Grau quando os protagonistas formam os C PP PP para a transmissão. Também nessa ocasião não há troca de sílabas entre os interlocutores. O transmissor transmite a palavra por inteiro.

A liturgia da transmissão da palavra na abertura e encerramento não tem a finalidade de examinar alguém, até porque essa transmissão é feita entre Mestres Maçons que ocupam cargos na Loja.

Infelizmente, alguns rituais trazem uma alternativa capenga e equivocada, isto é, transmitem a palavra no 3º Grau apenas formando a G e girando os ppul para a direita e para a esquerda durante na pronúncia de cada sílaba da Pal Sagr do Mestre. Destaco que isso é de péssima geometria, portanto nada recomendável. Ora, em qualquer situação a Pal Sagr do 3º Grau somente pode ser transmitida com os protagonistas formando entre si os C PP PP. É bom lembrar que no REAA original, Diáconos não portam bastão. Esse, infelizmente, é mais um enxerto no Rito em questão.

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

http://pedro-juk.blogspot.com.br

 

 

JULHO/2022

sexta-feira, 15 de julho de 2022

O LUGAR DA PROVA PELO ELEMENTO FOGO - REAA

Em 06.01.2022 o Respeitável Irmão Carlos de Souza Toledo, Loja Arte Real, 2.560, REAA, GOB-GO, Oriente de Goiânia, Estado de Goiás, apresenta a dúvida seguinte:

 

PURIFICAÇÃO PELO ELEMENTO FOGO

 

Quando da purificação do Candidato pelo FOGO, ele fica parado com as mãos estendidas e o Mestre de Cerimônias faz a movimentação das chamas por três vezes e pronto, acontece que em diversas vezes este movimento e repetido por três vezes, está correto?

 

COMENTÁRIO

 

Essa purificação que ocorre na 3ª Viagem por ocasião da cerimônia de Iniciação no REAA ocorre pontualmente ao Sul diante do lugar do Mestre de Cerimônias.

Assim, o candidato é conduzido até ali pelo seu guia para passar pela prova. Essa purificação simbólica se dá por três vezes apenas e tão somente no lugar indicado e não em lugares distintos antes de chegar entre CCol∴, como equivocadamente alguns assim
interpretam.

Para definitivamente sanar essa dúvida, basta seguir as orientações previstas no SOR – Sistema de Orientação Ritualística, hospedado na plataforma do GOB RITUALÍSTICA in página oficial do GOB. Todas as orientações e correções previstas no SOR estão amparadas pelo Decreto 1784/2019 do Grão-Mestre Geral, portanto devem ser aplicadas sobre os rituais. Vale mencionar que o guardião dos rituais do GOB é o Grão-Mestre Geral.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

Secretário Geral de Orientação Ritualística - GOB

jukirm@hotmail.com

http://pedro-juk.blogspot.com.br

 

 

JULHO/2022

quinta-feira, 14 de julho de 2022

COLUNA QUEBRADA NA ALEGORIA DO APRENDIZ

Em 18.12.2021 o Respeitável Irmão Daniel Lins de Sales, Loja Cruz da Perfeição Maçônica Brasil, 953, REAA, GOB-RJ, Oriente do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, apresenta a dúvida que seguir:

 

COLUNA QUEBRADA NA ALEGORIA DO APRENDIZ

 

Primeiramente, gostaria de agradecer-lhe o esclarecimento célere e consistente da minha dúvida em 11 de dezembro de 2021. Irmão Juk, eu estou com as seguintes dúvidas:

Dúvida 1:

Constatei uma “Coluna Quebrada” ao examinar a ilustração da página dez, “Alegoria: O Aprendiz”, então, isso seria um “spoiler” da lenda do 3º Grau no ritual de Aprendiz? Ou não tem nada a ver?

Dúvida 2:

Observei em alguns rituais de outras Potências que praticam o REAA a inexistência da Coluna Quebrada, ou ainda, ausência da Coluna. Desta forma, seria mais um enxerto no ritual a presença da Coluna na Alegoria do REAA?

Estou como Arquiteto em minha Loja e sempre que possível arrisco-me a usar a “Trolha” do Arquiteto para uma adequada Geometria do ensino e das sessões.

 

CONSIDERAÇÕES.

 

A bem da verdade a coluna presente em algumas alegorias do Aprendiz Maçom é tratada apenas como um elemento decorativo, estando ela seccionada ou não, podendo ainda nem mesmo existir coluna em algumas alegorias.

Não há enxerto algum. A coluna que aparece em algumas representações alegóricas do 1º Grau nada tem a ver com uma resposta que eu dei sobre "Duas Colunas

Quebradas”[1], relativas, naquele caso, às Colunas do Templo.

Também não existe qualquer relação da coluna decorativa que aparece na alegoria do Aprendiz Maçom, com o Grau de Mestre Maçom.

Nesse contexto, a única relação do Aprendiz como o Mestre, se assim pode-se dizer, é que ele, o Aprendiz, certamente algum dia alcançará o 3º Grau se completar toda a senda iniciática do simbolismo,

Me permita fazer um comentário sobre o nome da sua Loja. Como ela é uma Oficina condecorada com o título de Cruz da Perfeição Maçônica, a sua descrição correta é: A R L S Brasil, nº 956, Cruz da Perfeição Maçônica. O título da condecoração que a Loja detém é mencionado imediatamente após o seu nº de registro na Obediência

 

T.F.A.

 

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

http://pedro-juk.blogspot.com.br

 

 

JULHO/2022



[1] Significado das Colunas Quebradas – publicado no Blog do Pedro Juk – http://pedro-juk.blogspot.com.br em 15/12/2021.

 

COLUNA DE HARMONIA - MÚSICA DE FUNDO DURANTE A SESSÃO

Em 17.12.2021 o Respeitável Irmão Arimar Marçal, Loja Santo Graal, 4.690, REAA, GOB-RS, Oriente de Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, faz a seguinte pergunta.

 

COLUNA DA HARMONIA DURANTE A SESSÃO.

 

Fiz contato pelo celular e o Irmão me instruiu a apresentar a questão por e-mail.

Existe algum impedimento no REAA para termos um fundo musical orquestrado nas sessões”?

Pensamos que o Mestre de Harmonia poderia deixar num volume bem baixo músicas tipo Ênia ou Celtas que além da beleza poderiam ajudar na Egrégora e também no relaxamento dos Obreiros, além de ficar muito bonito.

Aguardo o seu retorno, não sem antes agradecer por compartilhar seus vastos conhecimentos.

 

CONSIDERAÇÕES.

 

Eu particularmente não vejo nenhum problema, desde que esse fundo musical não interfira no andamento dos trabalhos, isto é, se mantenha além da conta em seu
volume, nesse caso a harmonia vira desarmonia.

Um bom fundo musical deve trazer conforto e não desconforto.

Evidentemente que a questão não é só de volume, mas de temas condizentes com os trabalhos de uma Loja maçônica.

É bem verdade que o uso da harmonia não está explícito do ritual, contudo, entendo que se existe a Coluna de Harmonia, então ela deve ter a sua funcionalidade.

Assim recomento critério no uso da harmonia em loja, sobretudo no que diz respeito aos temas musicais escolhidos, evitando-se neste contexto temas populares, regionalistas e religiosos.

A respeito da formação de egrégora, em se tratando de Maçonaria, prefiro não emitir opinião sobre a mesma, já que essa palavra nem mesmo consta no nosso idioma vernáculo. Tenho por norma discutir apenas aquilo que esteja dentro dos limites do meu conhecimento.

 

 

T.F.A.

 

PEDRO JUK

jukirm@hotmail.com

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JULHO/2022